quarta-feira, 29 de maio de 2019

Jogo: Superstar Pledis

 

Olá, gente!  

A postagem da vez é para tratar de um assunto que muita gente vem falando sem parar no meu Twitter e que eu não imaginava ser tão maravilhoso até acontecer comigo. Senhoras e senhores, Superstar Pledis.

Eu nunca tinha jogado a série Superstar antes, mas o motivo para isto não era que eu simplesmente achava que seria desinteressante, mas sim porque sinto saudades de Love Live School Idol Festival [resenha] e pensava que nenhum joguinho de música ia me ganhar depois de Love Live ; e eis então que eu encontro o Superstar Pledis... e penso, por que não jogar considerando que é minha empresa de k-pop favorita. A resposta que eu não pensei na hora, mas deveria ter, era: porque você vai ficar viciada. Muito.  Vai ser triste.

Mas vamos começar do começo, como se diz. O Superstar Pledis é um joguinho criado pela empresa Dalcomsoft, empresa de jogos coreana que também criou o Superstar JYP e o Superstar SM em 2016 seguido do Superstar BTS em 2018. Assim como a JYP e a SM, a Pledis é uma empresa produtora de grupos de k-pop e coisa e tal, no caso, grupos como NU'EST [comentários] , Seventeen [comentários] e Orange Caramel [comentários] que são alguns dos meus queridinhos.

Pois bem. Eu, Chell, sempre fui uma entusiasta de joguinhos de música até ser arruinadíssima por Love Live e era daquelas que acordavam na metade da madrugada tão somente para não ser desclassificada no evento. Bem loucona. E do ponto de vista de quem já jogou ao menos uns dez jogos de música na vida, de Pump e DDR [comentários] a Project Diva [comentários] a Taiko no Tatsujin e Maestro e Elite Beat Agents e Ouendan e Rock Band e Audition e O2Jam e ... entre tantos outros, eu já tinha me conformado com a ideia de que nunca me apaixonaria por Superstar e, apesar de ser fã de vários grupos e músicas da SME não baixei o Superstar da SME quando foi lançado. Nem o do BTS, aliás, que não detesto.

Entretanto, eu sou fã da Pledis. Não importa o quanto eu deteste o tratamento que dão a todos os idols - talvez o negócio de ser fã da Pledis seja justamente que ninguém detesta a Pledis tanto quanto fãs da Pledis... - eu sou fã de todos. Tenho os CDs do Seventeen, escutava Healing e Mansae para me acalmar na faculdade, Lipstick e My Copycat ainda me ganham em qualquer apresentação de cover, Wee Woo é minha dança favorita e... bom, na minha mente sou casada com Minhyun Hwang, então vamos lá. Vamos descobrir a graça desses... Superstar.

Fui com a cara e a coragem sem olhar qualquer guiazinho de Superstar antes de começar a jogar. Funcionou, porque é um mecanismo suficientemente intuitivo para aqueles que já são fãs de jogos de música, mas tem uma ou outra coisa que confunde. Um exemplo é a questão de subir cartas de nível, porque eu vendi um par de cartas ótimas porque não sabia que juntando 2 no nível máximo era possível fazer upgrade, infelizmente. Outra coisa é a questão da pontuação, porque os bônus são somente para grupo de carta de mesma era/album/música e níveis das cartas. Pensei que a música influenciasse na pontuação, mas não. Traduzindo: se o seu grupo é bom para uma música, será em todas. Daí meu grupo não tão bom apesar de já estar jogando há 2 ou 3 semanas, enfim.   

De resto, a mecânica lembra menos o famigerado Love Live do que o próprio O2Jam Mobile, com a coisa de missões diárias e afins que me faz pensar se o desenvolvedor tem alguma coisa a ver. A semelhança em termos de jogabilidade é que diferentemente dos beatmap estilo osu, temos em Superstar o estilo com notas caindo, que pessoalmente prefiro. E, da mesma maneira que Love Live e tantos outros mobage de sucesso, Superstar conta com cartas colecionáveis. Cartas colecionáveis e missões são dois elementos que fazem qualquer joguinho casual ser bem sucedido, e Superstar não é diferente. Confesso que já estou enjoando até porque por enquanto o jogo só conta com umas 25 músicas, e já fiz 3 estrelas em metade no nível mais difícil, porém o vício por completude me mantém jogando.

O outro elemento que vicia, claro, é gostar dos idols em questão, porque eles não param de postar vídeos das jogatinas nas redes sociais. Querendo ou não, torna-se mais uma comunidade em que os fãs de um determinado grupo ou, no caso, empresa poderão interagir. Não é possível enviar mensagens, mas há rankings semanais em que os fãs competem e não raramente é possível encontrar os jogadores no Twitter ou no Reddit. Assim, por mais que não tenha uma jogabilidade incrivelmente inovadora, Superstar se destaca mesmo no aspecto de comunidade e confesso que sou muito feliz por ser fã de k-pop em uma época em que, não somente podemos jogar músicas de k-pop em jogos de música, como temos jogos inteiros dedicados a nossos artistas favoritos e que ainda por cima os artistas jogam, que dão prêmios como CDs autografados para jogadores pro e coisa e tal. ♥     

Em síntese, são séries de rhythm games, com a diferença que eu já conheço e adoro as músicas. Lembrando que na Coreia do Sul k-pop é só pop e que os sul-coreanos são viciados em jogos online de maneira geral, não é de surpreender que Superstar esteja fazendo tanto sucesso e gerando tanta renda para a Dalcomsoft. Acaba se tornando muito viciante para aqueles que são fãs, especialmente fãs estrangeiros que raramente tem a oportunidade de compartilhar alguma coisa com os ídolos (cometobrazil, vagabas) e acaba unindo fãs em uma diversão. Meus parabéns à Dalcomsoft por uma ideia maravilhosa, e por favor lancem Superstar Cube. É só, obrigada!!!  

Nenhum comentário:

Postar um comentário