segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Anime: Impressões da Temporada de Inverno/2018

Eu virei o que eu mais temia, o adulto de 4chan que não vê mais anime mas critica todos e finge ver. 

Olá! Chell aqui. O Gus também participará disso, mas queria escrever a introdução porque com certeza todos os leitores vão ficar chocados com uma postagem sobre anime nesses cantos. Pasmem! Nós escrevemos sobre... anime! 

Para variar eu não escrevi as expectativas para a temporada atual. A verdade sobre o motivo é porque eu não queria assistir, e não queria assistir porque não queria me deprimir por não ter a capacidade de acompanhar e terminar todas as séries que eu gostei no tempo devido, que foi o que aconteceu com 90% das séries que tentei assistir em 2017. Infelizmente conciliar trabalhos e faculdade com blog não é tarefa tão fácil. A saúde mental foi pesando, mas eu tô pagando Hidive, tenho um blog a cuidar e dessa vez resolvi escolher algumas poucas séries - apesar de querer acompanhar vinte - e comentar. Fria. Calculista. Direta.

A temporada poderia ser resumida em personagens fofos fazendo coisas fofas! *-* ^_^ '3' à exceção de mais Overlord, mais Nanatsu no Taizai, mais Basilisk, mais Touken Ranbu, mais Precure, mais Yowamushi Pedal, mais Dagashi Kashi, mais Gin no Guardian e Killing Bites ("mas é a primeira temporada!" gente, só o mangá disso já não nos bastou...) e por último e não menos importante, mais Gintama, que até hoje eu tenho que seguir a promessa que fiz para a Hinata e ver! De resto, é bem pouca coisa que sai de slice-of-life, o que me leva a refletir sobre como um gênero que só viu a luz do dia há basicamente 10 anos dominou a indústria de anime. Ainda não tão crítico quanto os booms de anime de idols ou anime de culinária mas, ainda assim, bem curioso. Boa sorte galera!



Chell: Assistindo. E finalmente foi lançado o aguardadíssimo Violet Evergarden, da rainha deste humilde recinto Kyoto Animation (Tamako Market [resenha], Hibike! Euphonium [resenha], Kyoukai no Kanata [resenha]). Tornado exclusivo da Netflix o anime prometeu desde o princípio - e não sei dizer se cumpriu porque sinceramente eu sinto que KyoAni não foi feita para fantasia... Na verdade, anime de fantasia com profundidade não dá muito certo provavelmente desde Escaflowne - cof, remember Fractale - mas ó Munto, ó todas as séries que falharam do KyoAni - exatamente quando tentaram fazer fantasia. Contos de fadas são bonitinhos, mas dificilmente anime com o feeling dá certo, o que é triste porque a estética de Violet Evergarden é maravilhosa. Hatenkou Yuugi segue sendo uma das minhas poucas séries de fantasia favoritas. Talvez no final eu tenha bastante a falar sobre Violet Evergarden mas por enquanto, próximo!




Chell: Assistindo. E falando em aguardadíssimo ganhamos também a adaptação animada de um dos mangás yuri mais queridos desse milênio! O famigerado Citrus da Yuri Hime ganhou o anime que os fãs da série esperavam há anos, e os fãs de yuri há uns nove, e o resultado é, em uma palavra, maravilhoso. Visualmente falando, o anime não está devendo para nenhum outro da sua época. Diria que compete fácil com o anime mencionado acima. Estou querendo assistir apesar de yuri não ser necessariamente minha praia, especialmente não picante, porque parece um bom slice-of-life de romance com méritos próprios.


Chell: Não continuarei. O que dizer dessa collab do Trigger (Kiznaiver, Kill la Kill) com a A-1 Pictures (Sword Art Online [comentários], Shinsekai yori [comentários]), com a maior parte do staff de Evangelion e que quase parece uma releitura para os tempos atuais? Que eu não esperava ter 3 potências do visual kei - Miyavi, Hyde e Daigo - fazendo músicas de abertura em uma só temporada. Alguém podia ter chamado o Gackt ou o Kyo... enfim, FranXX tem uma trilha muito boa e é por aí. Não sinto bem, nem mal. Confesso que já deu de garotos fracotes pilotando robôs mas adorei música e designs. Não vou ver mas devia.
  

Chell: Não vi e nem verei. Connect e Silver Link (Kokoro Connect [resenha], Yuri Kuma Arashi [comentários]) fazem um anime sobre um programador que foi transportado para um mundo de RPG e qualquer semelhança com Sword Art Online ou o maravilhoso Netojuu no Susume pode ou não ser coincidência.

Gus: Desde Sword Art Online agora nós temos um anime de mundo fantasioso alternativo obrigatório, sendo eles ruins ou não. O dessa temporada é Death March kara Hajimaru Isekai Kyousoukyoku, eu não me interessei nem um pouco por esse anime desde que vi ele nas listas de lançamentos, tudo nele apontava para mais do mesmo - assim como o do Smartphone que nem tentava fingir que era de ação - e sinceramente, foi exatamente o que tive, mais do mesmo. Sua história segue o básico de trazer o protagonista do mundo normal para o mundo fantástico foco da obra, nesse caso, aparentemente um mundo do jogo do qual ele estava programando, o mistério inicial da história é apontar "olha só pessoal, ele pode estar sonhando porque trabalhou muito", e bem, se for isso mesmo eu nem ficarei bravo, pois no fim terminará com "E voltei para o meu mundo e viverei normalmente mas nunca esquecerei minha aventura!!", eu sei que é um comentário um tanto cínico da minha parte, mas o anime foi bastante entediante pra mim (provavelmente porque eu já esperava tudo que ele me mostrou), porém, os personagens dele são até carismáticos, nada muito "nossa que gente simpática né", mas são suficientes, pelo menos nesses primeiros três episódios. Sua animação é bem básica, e seu design de personagens é bem bonito, mas nada que o destaque de outros animes dessa mesma temporada com traços mais diferentões, e o demais é o pacote iniciante de anime de temporada, abertura com música pop, harém, protagonista magicamente super forte eliminando quaisquer perigos, isso se o perigo não começar com "sequestro". Tedioso, mais do mesmo, assista só se gostar muuuito desse tipo de mundo fantasioso alternativo, ou assista qualquer outro anime desse estilo que veio antes de Sword Art Online.




Chell: Não vi e nem verei. É um anime sobre um garotinho que faz bullying com a garotinha que ele gosta. É difícil ser menos a minha cara que um shounen de romance com criancinhas, mas ei, tem quem curta. E o Shin-Ei Animation deu certo então estamos aí.

Gus: Toda temporada saem pilhas de animes de daily life com comédia, e também saem muitas comédias românticas que chegam a embrulhar o estômago de tão rasas, porém, Karakai Jouzo no Takagi-san é um ótimo exemplo de como balancear tudo isso, ele tem um ar despretencioso na premissa dele e dá pra notar o romance sendo desenvolvido ali aos poucos, de uma forma bastante inocente, junto com um humor que não visa dar gargalhadas a fio, e sim a acalmar quem assiste, um anime tipicamente relaxante, ótimo para um anime de temporada. Não descartando o carisma do casal de protagonistas, a relação de deboche entre eles é bastante fofa e é o que traz boa parte da graça da obra. Em questão de design de personagens não há tanto o que comentar, se tratando de um anime de comédia que não exige tanto da animação então o que pesa mais é o seu visual geral, os traços seguem o do mangá, que são "moe" da sua forma mas com consciência, sem cabelos arrepiados ou cores gritantes, apenas o essencial para destacar os personagens principais na tela junto de suas testas grandes que eu adoro. A dublagem segue o mesmo ritmo e a dublagem da Takagi em especial passa muito bem todo deboche da personagem, adoro deboche. Sua trilha sonora é discreta e está ali só para não ter o puro silêncio, porém, a abertura é cantada pelo fhána, eu pessoalmente não gosto mas é um grupo até popular, fizeram a abertura alegrinha do Maid Dragon [resenha] como referência. Com certeza irei acompanhar ele nessa temporada, sempre é bom umas risadas casuais e um romance agradável.




Chell: Assistindo. A princípio olhando a arte incrível e diferentona e o character design alongado eu imaginei que fosse um josei, mas aí eu percebi meu preconceito estético quando percebi que era um seinen popular. Eu não sou fã de histórias em que um jovem se apaixona por alguém mais velho e especialmente não quando a diferença de idade é de 15 ou 16 para 45 anos, mas dei oportunidade pela estética. E me apaixonei. Claro que eu assisto com muita cautela porque eu não quero de maneira alguma comprar o romance... Mas é uma ótima reflexão. Sobre o estado da sociedade, mesmo. Várias coisas, adoro josei diferentão.

Gus: Eu peguei esse anime para assistir apenas para ficar bravo, parecia uma premissa preguiçosa para justificar um homem velho com uma moça colegial, e eu não fiquei bravo! O anime segue bem o tom de romance e ainda parece um pouco forçado o lance da adolescente apaixonada pelo chefe, porém, não foi nenhuma relação pornográfica e dominativa como eu achei que seria (e como normalmente é nesse tipo de premissa). O alvo romântico da protagonista é um homem bobão, que tem uma filha, eu estou interessado em ver como isso vai afetar a relação dos dois caso ela aconteça (espero que aconteça só para afetar, sou desses), e a nossa protagonista em si é uma menina quieta e atlética, do tipo que prefere silêncio à pessoas, ou então prefere seu chefe, afinal, seu alvo é justamente o dono do restaurante do qual trabalha meio-período, e é assim que eles vão se aproximando aos poucos. Tudo indica que será uma relação lenta, não duvidaria que fosse rolar algo só na segunda metade do anime (o que de certa forma me deixaria um pouco bravo, considerando o quanto eu gostaria de ver). A parte artística tem traços longos e muita purpurina em tela, a protagonista em especial parece ter saído de um josei dos anos 90, alta de pernas longas e toda fina, por pouco não vira xxxHOLiC, a trilha sonora é embalada por um pop chill, e eu pessoalmente aprecio músicas calmas. Caso diferença de idade por si só não incomode, até vale a pena dar uma olhada, porém, eu esperarei o fim dele e lerei algumas reviews, a fim de saber se o anime irá pelo caminho que me parece mais interessante.




Chell: Não vi e nem verei. Diomedea (Akuma no Riddle [comentários], Handa-kun), romance shounen, sci-fi de gosto questionável, Claris e Garnidelia e ar "seria avantgarde dez anos atrás". Já tinha ouvido falar de Beatless e confesso que não me chamou a atenção. Aliás, me deu um pesinho na consciência porque eu parei Guilty Crown e ainda não terminei... em 2018... nem Aldnoah.Zero, aliás. Nem Steins;Gate, aliás... Enfim, meu karma de sci-fi atrasado é suficiente.




Chell: Não vi e nem verei. Jornada, histórica, guerras. Há quem curta assistir um anime com carão de épico em qualquer temporada e para essas pessoas tem Grancrest Senki. Para todas as outras tem Violet. 




Chell: Ah, o seinen psicológico para garotos de 15 anos revoltados obrigatório da temporada. Confesso que o garoto de 15 anos revoltado em mim adora esses Mirai Nikki da vida - eu curti até Deadman Wonderland! Eu gosto mesmo desse ar! - mas Geno Studio é um grande "quem?" no meu conceito,  e adoro anime de gangster mas quando jogou aquela magia aleatória no meio eu fiquei incerta. Ainda preciso ver mas interessou.




Gus: Uma comédia sem sentido focada principalmente em parodiar elementos da cultura pop (em especial a japonesa, obviamente). Seu humor é pra poucos, afinal, é difícil pegar todas referências e há até mesmo piadas relacionadas ao idioma original e a porcarias japonesas que até nos dias de hoje são underground por aqui (como por exemplo, referência à Super Robot Taisen), mas ele não é lá tão complicado de se apreciar, afinal, muitas de suas piadas são apenas bestas, afinal, um nipônico que se preze precisa pôr humor pastelão em tudo que faz (humor esse que aprecio muito). A direção dele é bem interessante em vários níveis, além do básico "anime de vários curtas", ele tem trabalhos secundários feitos diretamente para o anime, como um curta feito por um estúdio francês (igualmente dublado em francês, sim) e até mesmo cenas stop-motion ou com pessoas reais (destaque para a cena dos dubladores do episódio 2, foi uma das coisas mais hilárias desse ano até agora). O design segue a mesma formula do mangá 4-koma do qual ele se baseia, inclusive os contornos grossos que demarcam bastante os personagens na tela. O uso de cores é super presente, tudo é muito colorido mas não muito saturado, pra não ficar gritante, apenas colorido. Enfim, Pop Team Epic é uma comédia de riso fácil mas com momentos difíceis, pode ser que não goste de nada, pode ser que goste de tudo, ou talvez um meio termo, tudo depende do senso de humor de quem assiste.

Chell: Assistirei. Olá, Shaft, senti saudades do seu Fate. É Fate, são 7 episódios, estamos aí.




Chell: Camping, desenhos lindos, Cute Girls Doing Cute Things. O tipo de coisa que eu acabo acompanhando e terminando mesmo que minha racionalidade julgue completamente bobinho e sem propósito. Ainda não assisti, vou evitar porque já tem muito CGDCT na minha temporada.




Chell: Assistindo. Olha, eu basicamente cresci com Sakura. Sailor Moon [comentários] era minha paixão, mas uns 20% da minha infância certamente foi CCS e eu não poderia não assistir.





Chell: Assistindo. E o outro anime da Madhouse (Death Billiards) da temporada é o CGDCT Sora Yori Mo Tooi Basho, um nome poético e fofinho tanto quanto o anime em si. O primeiro episódio me deu uma impressão de Hibike Euphonium! com garotinhas querendo se superar e um clima de paz e motivação muito maravilhoso. Confissão: me identifiquei profundamente com a protagonista, que é uma garota medrosa que ficou se guardando para o ensino médio e não fez muita coisa da sua existência até então por temer o mundo, porque essa era totalmente eu no começo do ensino médio.




Chell: Nem vi e nem verei. É sobre gangsters e coisas sérias e ramen, aparentemente, o que me lembrou Durarara!! de cara. Não que não tenha interesse, ainda que vagamente, mas o design é bem... ;;   




Chell: Nem vi e nem verei. Muita gente queria assistir aquilo. Sinceramente, caguei.




Chell: Senti saudades, confesso. Vou terminar a anterior e assistir se der.
  
Gus: Uma das estréias que eu estava mais ansioso, adorei a primeira temporada e anseava por mais curtas de comédia besta porém com jogadas inteligentes, e bem, ele não mudou nada mesmo, eu sinto que nem deveria comentar sobre ele, porque nada mudou, nadinha. Ele começa diretamente (ou quase) de onde a primeira temporada acabou, e já joga tudo para seus curtas humorados de sempre, então para quem gostou da primeira temporada é só seguir assistindo. Um destaque engraçado com ele dessa vez porém é a demora dele para sair pelos fansubs, tanto em inglês e ainda mais em português, o que é um caso raro, já que normalmente os animes já saem legendados em português (pelos fast-subs) no outro dia após seu lançamento, então aconselho que não fiquem muito ansiosos olhando calendários e tudo mais (igual eu fiz na semana de estréia).




Chell: Não vi e nem verei. Um slice-of-life sobre um garotinho que é mestre de um joguinho velho e sim, você já viu essa premissa em Sangatsu no Lion antes, exceto que mais bem feito. Se você não assistiu Sangatsu no Lion, vou deixar a recomendação e quem sabe você percebe o que tem de errado nessa proposta.

Gus: O harém pedófilo da temporada, nada mais que isso. Inicialmente eu achei que poderia ser interessante todo o lance de mahjong, porém, o mahjong desse anime é só para ter um objeto do qual possa tirar diálogos, afinal, o jogo tá lá, mas pouco se vê deles jogando, boa parte são diálogos retirados diretamente de linhas de Chuunibyou Demo Koi ga Shitai ou Kodomo no Jikan. Basicamente, o mestre de mahjong sem querer promete pra uma criança que vai treiná-la, então ela foge pra casa dele e abraça ele nua, porque é isso que crianças fazem. Eu sei, novamente totalmente cínico, mas vira realmente uma creche de workshop de mahjong onde o mahjong não aparece, até há um ponto interessante de hierarquia e sobre a menina principal ser algum tipo de super gênio com potencial infinito em mahjong, mas logo logo isso cai por terra e é soterrado por loli-jokes, ou seja, se quer ver o jogo em si, leia Kaiji ou assista o episódio de mahjong de Gintama, o legendado pela Hacchi, pois eles dão um básico de mahjong antes do episódio apenas para que as piadas tenham sentido (sim, bastante prestativos). Em questão de design e trilha sonora, novamente, o pacote básico, pop clichê na abertura,trilha sonora de sons não muito sonoros pra representar "olha olha, esse momento vai ser engraçado!!", parecido com a caixa de risos que a Warner usa há décadas descaradamente. Normalmente eu não dou notas mas esse anime leva a nota: Esquecível. 




Chell: Fofo, fofo, fofo. Cute Boys Doing Cute Things, no caso cuidar de criancinhas, o clássico shoujo de babysitting. Veria mais facilmente. Em nota, cuidar de crianças é quase que nem robôs em um universo apocalíptico com criancinhas que precisam salvar o mundo: só é legal e funciona em anime. Adorei os personagens sendo fofinhos e detestei as lembranças de quando dei aulas a crianças de pré-escola e acabei fechando por horror evocado por minhas lembranças.




Chell: É sobre gente com magia, torneios e batalhas, pô, bem leg-- *boceja*




Chell: Nem vi e nem verei. O anime acima mencionado nem fez um esforcinho para parecer mais profundo que CGDCT,  quer dizer, a sinopse é "garotas coloridas resolvem puzzles e vivem vidas felizes!". Não sei o que dizer, só "awww moe (◕‿◕✿)".




Chell: Não vi e nem verei. Nossa, não tinha um outro anime de ramen na temporada? Quantas pessoas já se perguntaram se a Nissin tá patrocinando alguém? Enfim, é sobre uma garota que procura restaurantes de ramen, o que provavelmente é melhor que o anime da garota que procura bares para embriagar-se que comentamos abaixo. Aliás, tem muito anime de comida agora, né... anime de degustação, tal... saudades, Masterchef.




Chell: É um anime sobre uma garota que repetiu um ano (!). Empolgante temática, eu sei.




Chell: Não vi e nem verei. Provavelmente, talvez, né. Tem cara de anime para criança, jeito de anime para criança, premissa de anime para criança mas é anime de bishounen aparentemente. Queria deixar claro que ainda tenho que terminar Kyou Kara Maou e definitivamente não vou deixar Miira no Kaikata na frente na lista de prioridades, mas para quem gosta disso... (alguém? Público? Existe?)



Chell: A premissa de garotas fofas em um mundo de magia e aventura não tinha muita coisa a ver comigo a princípio, mas eu resolvi dar uma chance porque achei o visual bonitinho e como disse tenho um fraco inexplicável por anime de CGDCT que ninguém gosta.    

Chell: Não vi e nem verei. É um anime de CGDCT em que o appeal é que elas são gnomos ou seres semelhantemente minúsculos. Se você pensou que só fizeram isso para vender bonequinhas, você pensou que nem eu.

  

Chell: Não vi e nem verei. Uau, um anime sobre garotas jovem-adultas morando juntas em um pensionato! E o que elas fazem? Ah, sim, elas bebem. Fui dar uma chance porque uma amiga recomendou, e... é... ainda prefiro Wakakozake [comentários] ou Kuragehime.

Gus: O único anime curto que assisti essa temporada (isso se Pop Team Epic não for considerado curto). Pegue Wakako Zake, adicione humor moe, mais mulheres e propaganda escancarada de álcool, esse é Takunomi. O anime tem um plot beeem fraquinho só pra justificar a casa estar cheia de mulheres, pelo menos metade dos 12 minutos de duração são puramente propaganda de cerveja, as palavras cerveja e Yebisu foram pronunciadas tantas vezes quando uma criança fala sugoi em animes slice-of-life, o humor é fraco, puramente humor moe e mulheres bêbadas, porém, acima de tudo isso, é um anime que pode agradar os menos exigentes, pois há um público para esse tipo de humor (que eu pessoalmente não acho tão ruim assim, porém, a quantidade de propaganda fez as piadas soarem um tanto falsas). Em questão de design ele entrega o decente e é até bem bonito para um anime curto (visto que o anime é puramente para propaganda, já sabem de onde veio o dinheiro de produção). Enfim, entre cerveja Yebisu e uma mulher bêbada, eu prefiro Wakako Zake, ótimo anime sobre uma assalariada com vontade de beber. Sim, propositalmente fiz propaganda de um anime que gosto mais, vingança pela propaganda forçada de seis minutos, não comprem cerveja Yebisu.  

Chell: Assistindo. Gente, eu confesso que eu quero assistir o anime abaixo desde que foi anunciado e sim, eu tenho alguma vergonha disso - é um anime sobre garotos novinhos que se sentem envergonhados por gostarem de coisas fofinhas! Eu não tenho nada a ver com esse universo! Eu nem gosto de bishounen novinhos! - mas ao mesmo tempo é um anime de CBDCT com um visual reminiscente de séries fofinhas à la Kimi to Boku, mas o assunto deles é Sanrio (admito, adoro personagenzinhos) e coisas fofas e eu ainda preciso do meu Otomen fix desde que a Panini desistiu de Otomen e ainda sinto saudades de Gekkan Shoujo Nozaki-kun [resenha]. Eu sou a rainha dos slice-of-life com garotos fofos que não conseguem cumprir expectativas. Eu provavelmente vim à Terra para ser a fã número um disso.




Chell: Vi e me arrependo amargamente. A premissa desse anime me ensinou que eu devia estar desfrutando da minha cara de criança pegando ex-colegas de classe que por acaso são professores na escola da minha prima inexistente que não gosta de estudar, mas a realidade é que a única diferença significativa entre uma mulher de 25 anos com cara de criança e qualquer outra pessoa é não poder comprar cerveja sem mostrar o RG. 




Chell: Nem vi e nem verei. É um shounen bem mediano que alguém provavelmente quis que tivesse Hakyuu no nome para ver se confundiam com algum spin-off de Haikyuu.




Chell: Eu queria muito ver Idolish7 na época em que estava jogando, apesar de nunca ter sido grandes fã nem do joguinho, mas agora eu meio que "eh... meh". Se nem meu queridinho SideM eu terminei ainda, pra que assistiria?



Chell: Assistindo. Vou ver o seguinte anime de um estúdio zé ninguém só porque tem um monte de bishounen com designs interessantes e diferentões que me lembram 10 anos atrás, sim ou com certeza absoluta? Com certeza absoluta. Nunca quero superar estética Olivie



Chell: Nem vi e nem verei. Lembra de gdgd Fairies? Então.  É gdgd Fairies com bishounen.



E era basicamente o que eu tinha a compartilhar a respeito das séries que por ventura assistimos neste maravilhoso mês! (Spoilers: meu mês foi uma merda e estou me acostumando a crises nervosas hardcore.)  Espero que tenham gostado da postagem que acabaram de ler e deixem aí nos comentários o que estão acompanhando, as resenhas que querem ter e coisa e tal afins. Até a próxima! ( ´ ▽ ` )ノ  

2 comentários:

  1. Saudações


    Nobre Chell, começarei com uma errata ao seu post...

    "Não vi e nem verei. É um anime sobre um garotinho que faz bullying com a garotinha que ele gosta. É difícil ser menos a minha cara que um shounen de romance com criancinhas, mas ei, tem quem curta. E o Shin-Ei Animation deu certo então estamos aí."

    É bem o contrário disto dito aí em cima. A garota é quem faz bullying no amigo dela, justamente pelo fato de que ele se permite provocar bem fácil. O rapaz tem o sonho de um dia devolver estas brincadeiras para ela, mas a garota sempre se sai melhor nisso.
    O anime não conota diretamente o sentimento entre eles (apesar das nuances faciais), mas existe um mangá feito pelo autor original, que conta a história do filho dos protagonistas deste anime (isto sim diz muita coisa).
    Verdadeiramente, é o Tonari Seki-kun (janeiro/2014) desta temporada, com a diferença de que agora as brincadeiras beiram o bullying, enquanto que no anime de 2014 a garota é que se sentia incomodada com as peripécias do rapaz em sala de aula (e que não visava atingir ninguém em especial).

    No mais, Miira no Kaikata é um anime agridoce, fofo e descompromissado. É para assistir e ficar sorrindo de um canto ao outro da boca. Similar resultado estou tendo com Yurucamp, mas este segundo é mais compromissado do que a história do cotidiano de uma simpática múmia e seu dono humano.E este Fate/Extra está me dando nos nervos (diferente demais de qualquer outro Fate que eu tenha visto).

    Bom post, nobre.

    Lhe convido a ver os [N! Drops] de meu humilde blog, onde vou comentando o que estou assistindo na atual leva de animes (para mim, está melhor do que eu poderia presumir).


    Até mais!

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  2. Aqui é a Escritora, como vai?

    Bem, tantas primeiras impressões e como fiquei feliz de ver algo aí, deixo meus pitacos dos animes desta Temporada de Janeiro 2018. Começo com os que ainda estão em exibição desde a temporada de outubro 2017, "Garo: Vanishing Line", terceira investida anime da franquia "Garo"; "Osomatsu-san S2", continuação da comédia de 2015 que conquistou meu coração e "Mahoutsukai no Yome", aquele anime que todo mundo tem hype,mas, que tem sido apenas OK! pra mim.

    Agora sim, vamos a esta temporada, começando com as continuações, a 4ª temp de "Yowamushi Pedal"; a 2ª temporada de "Dagashi Kashi" e que está com melhor ritmo por terem deixado como anime curtinho, surpresa que tenham posto abertura e encerramento neste (curtos possuem só abertura, em maioria) e a 2ª temp de "Overlord". As novidades ficam para os fofos e cuti-cuti "Miira no Kaikata" e "Gakuen Babysitters", o da múmia fofa e das criancinhas tão fofas quanto, este último me lembrou muito de "Aishiteruze Baby" e "Chibi Devi", principalmente deste último, muito pela sua narrativa e personagens. Desde "Koneko no Chi" que sentia falta de animes fofos pra assistir e olha só! vieram dois pra me animar.

    Bom saber que está vendo "Kyou Kara Maou!" é bem legal a série, gostei dos personagens e de sua comédia sem pretensões. Lembro que vi os vinte primeiros episódios em dois dias, mantendo o ritmo na maratona e vendo tudinho, até mesmo os OVA's, destes amei o segundo OVA. Ah sim, antes que me esqueça, obrigada pelo comentário na resenha de "Pokémon Advanced/Pokémon Battle Frontier", o Eric me avisou em e-mail sobre. Espero que tenha gostado.
    Até a próxima!!!

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