sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Primeiras Impressões: Temporada de Outono 2017

Olhando séries atrasadas no MAL.

Depois de quase um ano sem primeiras impressões de temporada, cá estamos nós. Dessa vez um pouco diferente, o post vai ter as impressões da Chell e do Gus, sendo que algumas séries foram assistidas por nós 2 e outras (*cof* Medaka china, otaku siscongarotas motoqueirasbitch harem, Kino ripoff, garota alcoólatraThe Fuck Even *cof*) ignoradas por ambos, e algumas ainda é possível que eu atualize depois com impressões futuras. Então espero que tenhamos coberto ao menos os títulos mais interessantes da temporada, descontando as continuações.

Uma das coisas que queria falar também antes de começar o post é fazer uma propaganda gratuita do HIDIVE, novo serviço de streaming legal. A assinatura está $3.99 por mês, o que no momento é mais barato que a do CrunchyRoll mas pode vir a ser mais caro com o aumento do dólar. Ainda assim, nunca vai ser tão diferente do CrunchyRoll - espero - por um serviço de qualidade. Com todo o respeito aos fãs eu não sou grande fã do CrunchyRoll desde sempre - desde sempre mesmo, desde quando... tinha que escolher entre Youtube e CR para piratear anime - então o HIDIVE foi o primeiro serviço de streaming de anime que eu realmente assinei. O catálogo basicamente cobre tudo aquilo que o CrunchyRoll ou a Netflix não pegaram, e o serviço conta com HD, tamanho de tela ajustável maravilhoso, simulcast, dublagens, enfim, tudo que o CrunchyRoll fornece e mais um pouco com a desvantagem de que até o momento só tem em inglês - o serviço está em Beta. Não quero fazer merchan gratuito, é só que tem valido a pena e gostaria de recomendar então para vocês que também pensam em assinar serviço de streaming de anime mas tem suas restrições com o CrunchyRoll. Vai que né.



Chell:
Soava como o bom e velho "romance escolar shounen aparentemente promissor" da temporada, mas até que pareceu original? Primeiramente, pitcha bibiteru heihei. Só aí já foi um anime de referências melhor que Animegataris. Enfim, a paleta de cores parece um pouco datada e tem alguns aspectos que fazem o anime parecer um produto de 2005, mas a animação é fluída. Um bom resumo por enquanto é "o melhor de Hibike! Euphonium [resenha] e o melhor de Battery em um só anime". Episódio 1 foi feijoada, mas curtindo.




Chell:
Melhor que IM@S [comentários] só SideM. Jogarei e verei, sim ou certamente? Em termos - e tempos - de anime vazio de idols masculinos é definitivamente top. Falando sério, é um slice-of-life interessante e bem animado que até não-fãs de bishounen podem curtir. Dá para tirar até uma discussão ou outra de ética no trabalho de idols de um anime que poderia ser vazio, mas acabou sendo bem produzido e interessante. Ansiosa para ver mais e quiçá resenhar sobre um ângulo diferente do possivelmente hegemônico "adorei, gatinhos".




Chell:
BL de 3 minutos por episódio, ponto. Aliás, eu queria muito um anime de Men of Yoshiwara. Qual o sentido de falar disso agora? Nenhum, que é exatamente o mesmo de um anime de 3 minutos com uma abertura na metade do episódio. Aparentemente não faz nenhum sentido mas nossa, tem 3 minutos, é BL. Vou assistir obviamente.



Gus: 
Blend S é uma comédia/slice of life com uma premissa interessante, onde a protagonista terrível com expressões faciais não consegue um emprego, isso se resolve quando ela consegue um emprego em uma cafeteria onde os personagens atuam como clichês comuns dessa cultura de animes e mangás, como tsundere, imouto e etc. A protagonista pega o papel de "sadistic", e graças ao seu terrível olhar ela acaba se encaixando perfeitamente no papel, e assim segue o enredo, trabalhando a relação entre os personagens e com o trabalho, ele tem um tom muito forte de Working!! no seu DNA, principalmente na sua forma de humor, que por hoje chamaremos de "comédia de mal-entendidos", que é uma forma de comédia mais comum em ecchi do que em slice of life. Em ecchi sempre há o acaso, algo acontece e punch cômico, porém, isso aplicado a um anime "family friendly" se resume a conversas e desconversas, pessoas entendendo coisas erradas e isso gerando um punch cômico, o que pra mim é uma fórmula muito engraçada, não se enganem, eu sou um grande fã de manzai e adoro a relação de tsukkomi e boke, porém, nem todo anime trabalha ela tão bem. Essa forma de humor de mal entendido tem um punch não tão demarcado, a graça já está presente antes mesmo do punch cômico, e isso faz um anime incrivelmente divertido, porém ainda sim leve. Seu design é totalmente moe e bonitinho, perfeito para uma completa venda de waifus e bem, faz bem aos olhos quando se trata de um anime desse estilo. Em questão de direção e quadro ele não é nada excepcional, ele faz o suficiente na maioria dos casos apensa para gerar a graça, o mesmo se reflete na animação. A trilha sonora dele é um pop padrão de comédia, nada muito lembrável eu diria, porém, a abertura do anime em si é bem animada e apresenta bem o que há por vir, então pontos pra ela. Resumindo, Blend S é uma perfeita comédia de temporada, que faz muito bem seu trabalho de tirar uns risos e ajuda os órfãos de Working, trazendo um tipo de humor e caracterização parecidos.

Chell: 
Sinceramente não é meu estilo esses Working!! da vida mas também não sou contra então resolvi tentar. E uma grande relação de amor e ódio surgiu no primeiro episódio. A abertura foi um grande "uau, seria muito legal se não fosse literalmente a milésima vez que assisto algo bem parecido, é quase um Every Anime Opening Ever versão 2017!", e então eu adorei a personagem principal e o bishounen, eu me senti um pouco mal com a piadinha de que é surpreendente ela estar mais interessada no trabalho que no sujeito (qualquer desempregado entende) mas aí eu adorei o tratamento e confesso que literalmente ri altíssimo quando ela começou a atender. Os cenários são bonitos também, então sinto que vou acabar vendo como Bokura wa Minna Kawaisou [resenha] e outras comédias shounen bem produzidas que 200% não faziam o meu estilo mas de alguma forma me ganharam. Posso estar errada e enjoar dos gimmicks, porém.




Gus: 
Uma mulher de 30 anos se desilude da vida assalariada e resolve se tornar uma reclusa socialmente e passa a jogar jogos de multiplayer online (MMO), em um desses jogos, o personagem (homem) dela conhece uma personagem dentro do jogo que é bastante atenciosa e meiga, eles viram grandes amigos e jogam juntos por um longo período e começa a rolar um clima romântico fofo entre eles, sem saber o real gênero um do outro. Com o passar do tempo eles formam um tipo de party e sem querer acabam se conhecendo aos poucos fora da internet. É uma premissa bem divertida e o fato dos personagens serem adultos me atrai mais, confesso, nem sempre eu quero ver adolescentes serem adolescentes. A história caminha basicamente como uma comédia de MMO mas insere o contexto de comédia romântica entre seu andar, e o fato de se conhecerem fora da internet sem saberem quem são seus alteregos só deixa a premissa mais interessante, porém, o anime não parece que andará muito longe com seu enredo considerando a maldição das comédias que não se desenvolvem tão bem quanto o público gostaria, mas o simples fato de ser um anime leve com eventos interessantes ele já prende o pessoal que gosta desse tipo de anime, porém, o ritmo do anime é terrível e ele não demora muito a soar tedioso, não sendo recomendado muitos episódios desse anime em sequência. Seu design é um tanto colorido e pra mim soa um pouco saturado, mas é uma estética que tem aparecido em bastante animes, então não é um choque visual grande para quem já acompanha algumas temporadas de anime. A trilha sonora é o básico e na maioria dos casos ela passa despercebida, sua abertura e encerramento segue o mesmo padrão e não é nada impressionante, é um pop leve que todos nós já ouvimos parecido em algum lugar (não desmerecendo as músicas). Net-juu faz bom trabalho com sua premissa inicialmente porém peca no seu na sua direção tornando o anime um tanto cansativo para quem for assistir ele mais tarde, ele é bom e é melhor se acompanhado semanalmente, sendo descompromissado e, se o roteiro ajudar, terá uma boa relação de personagem.

Chell: 
Eu sou uma MMOzeira graduada e às vezes sinto saudades, só assisto Sword Art Online [comentários] e afins por causa disso, mas geralmente me sinto decepcionada. Confesso que me ajudou a sentir nostálgica e reviver um pouco das velhas paixões já que nunca conseguirei jogar um MMO 3D moderno no meu PC antigo e ao mesmo tempo me identifiquei muito com a protagonista que é uma adulta NEET e apaixonada por conhecer pessoas no MMO, e vi outras pessoas concordando. Enfim, é um anime interessante e os protagonistas me deixaram curiosos por futuros episódios.




Chell:
Sinceramente, esperava menos. Esperava quase nada. A animação malfeita é de praxe de adaptações de otome games - sou capaz de escrever um textão sobre adaptações de otome games que não deviam existir - mas ainda assim dá para perceber que a história em si não há de ser tão terrível, os personagens são decentes e se tivesse a animação de SideM teria sim um notão similar. Não tem, e mostra vários clipes jogados no meio do episódio que não são totalmente ruins por conta das músicas j-rock padrões apesar de serem praticamente slideshows de imagens. Ainda assim, me entreteu vagamente e talvez assista.




Chell:
O primeiro anime baseado em uma das séries de Light Novels mais aclamadas era uma daquelas séries na minha Plan to Watch literalmente há 10 anos - que nem LoGH, aliás, viu - que eu amo o universo por me dar um remake para acompanhar semanalmente. E eu estou mais empolgada do que imaginava. Eu não me arrependo de não ter visto antes e ter esperado tanto porque parece que foi sorte mesmo. Ser introduzida à narrativa de Kino, uma incrível viajante e motoqueira, com uma animação moderna e visuais lindos e músicas da Nagi Yanagi é tudo que eu precisava. Muito empolgada com as prospectivas.




Chell:
Eu assisti Sengoku Basara quando passou. Assisti Hakuoki. Gente, até Bakumatsu no Rock [comentários] eu digeri. Eu não tenho nenhuma predileção por anime histórico então sinto que já estourei minha cota de anime histórico de bishounen (aliás enrolei até Touken Ranbu) então sei que mesmo que eu diga "vou acompanhar!" não vai ser totalmente certeza mas espero que as rekijos se divirtam porque não achei tão triste.



Chell:
Shoujo artisticamente maravilhoso, meu tipo sim ou evidentemente? Acontece que é um daqueles shoujos de fantasia com protagonista masculino (deveria dizer, que nem Soredemo Sekai wa Utsukushii [resenha] ?) que tem muita poesia e beleza mas até agora parece ter pouca essência, e talvez se torne um Fractale ou talvez não. Gosto, queria poder acompanhar, mas infelizmente estou sem tempo e priorizo outros tipos de séries então verei mais 2 para ver se vale assistir.




Chell:
Uma daquelas séries de anime que fazem referências a outras séries e eu só gosto porque pareço informada. Sinceramente, se é para me sentir informada ainda tem outras séries muito melhores e sem ar de "kodomo anime" na animação 3/10 da WAO World. Não vou mentir que dos que assisti não estava nos 50% mais memoráveis, e eu preferia Genshiken Nidaime porque já achava pedante demais, então.



Chell:
Houseki no Kuni é um seinen extremamente famoso e que escutei falarem bem antes mesmo de ter anime, sendo que o primeiro foi uma adaptação em OVA de 2013, então resolvi dar uma chance. O estilo visual é incrível, reminiscente um pouco de Kaiba, com CGs dignos de Aku no Hana e concepção reminiscente de Shinsekai Yori [comentários]. Não diria que não é para mim mas estou achando a história um pouco densa para quem ainda não conhece - e continuo incomodada com CG - e não sei se vou continuar por falta de tempo.




Chell:
Não terminei Tsukiuta. Não consigo sentir nenhuma apreciação pelos personagens até porque nunca joguei Tsukipro e o anime nem tenta fazer um bom trabalho em apresentá-los. O bom é que essa temporada eu tenho ao menos uma razão para assistir anime de bishounen idol entediante, que é: eu sempre preciso de mais IM@S SideM quando termino o episódio da semana de SideM, então esses servem de fix. Sério, produtores, melhorem.




Chell:
Como quem sabe dos meus amores por Code Geass [resenha] e Owari no Seraph [resenha] e afins, meu fraco é osananajimi shipping.  Então foi exatamente o que eu tive. Na verdade, não sei se o shipping já começou porque na maior parte do episódio o cabelo-preto-kun (qual o nome dele mesmo?) ficou sendo tsundere, mas também gosto de tsunderes. ...Ah, sim, a história! Então, tem um universo em que os personagens recebem grimórios para lutar com poderes mágicos e coisa e tal, e todos querem ser grandes magos, porém poucos são Os Escolhidos e menos ainda aqueles escolhidos que chegam no ranking mais alto. Claro que os nossos protagonistas querem chegar, e um deles é Escolhido e o outro não é minimamente escolhido, até que reviravolta. O primeiro episódio foi excelente, vou acompanhar sim ou com certeza? Com certeza. Esperem por posts.




Gus:
Eu já pretendia assistir esse anime esperando tudo de pior dele, não foi tudo de pior mas ele não é lá tão bom. Ele se situa após os acontecimentos da história do qual ele se baseia, onde uma turma de uma escola começa a receber ordens vindas por mensagem de celular, e quem não as cumprir acaba por morrer. É um tipo de jogo de sobrevivência sem tanta tendência de conflito, mesmo os tendo, porém, seu enredo é apenas um conceito, a relação de personagens não é tão boa e realmente está ali só para gerar as regras e desenvolver para um clímax, que é incrivelmente terrível - lembrando que essa história que antecede os eventos do anime foi lançado no Brasil pela JBC sob o nome de Jogo do Rei. O anime não faz nada de diferente do seu antecessor, porém, o protagonista é um típico Sasuke com fator choro aprimorado, ele tem essa personalidade por ser o protagonista da história original e os eventos da mesma explicam essa personalidade exagerada, seus colegas seguem um padrão parecido com a história original, é praticamente um repeteco com um personagem pra dar spoiler na própria história, então o padrão de enredo é o mesmo em seus conceitos, fraco porém suficiente, mas nessa continuação eles estão tentando dar uma carga maior para os personagens, mas o enredo não tem feito isso tão bem assim, as vezes soando meio pastelão, o que é típico da maioria dos killing games. Sua animação é mediana, nada muito notável e por enquanto nem é tão necessário, seu design de personagens é o típico "moe que passou do ponto e ficou saturado", remetendo visualmente à animes como Highschool DxD, o que pra mim são pontos negativos, mas vai de acordo com o que seus olhos gostam de ver. A trilha sonora é principalmente música pesada, fazendo a felicidade do pessoal que gosta de um rock mais pesado, lembrando um pouco Avenged Sevenfold e Maximum the Hormone, pessoalmente não é minha preferência mas não são músicas ruins. Ousama Game é recomendado para quem quer ver umas cenas de morte, porém, tudo aponta para um péssimo final se relacionado com seu material de base, e se esperar muito dos personagens pode acabar se decepcionando mais ainda, provavelmente um anime para assistir comendo pipoca e não prestando tanta atenção assim (mesmo que assistí-lo talvez vá ser perda de tempo).

Chell: 
Na vida nós escolhemos batalhas. A batalha para engolir Ousama Game foi uma que não escolhi.




Gus: 
Só ele comentou, na verdade. Vai lá ler os comentários




Chell:
Só eu que fiquei rindo com a abertura que diz "watashi wa koko" porque provavelmente ia ser cocô? Mas no final das contas nem foi... tanto. anime começa com a Hatori escrevendo seu sobrenome com os kanji de Fraco e Pássaro que ajuda a contextualizar a personagem com síndrome de inferioridade que ela é e o CrunchyRoll nunca se deu ao trabalho de traduzir. E assim resumo a experiência. Ninguém provavelmente entendeu as fadas por boa parte do episódio, e todas as coisas ficaram muito confusas por boa parte do episódio. Não foi horrível, mas eu não estou com tempo para esperar vários episódios até me situar.



 E era isso, povinho! Espero que tenham gostado do nosso post-surpresa de impressões da temporada. Deixem aí nos comentários o que estamos achando, já que já estamos no terceiro episódio da maioria das séries, e não esqueçam de mandar a gente postar semanalmente sobre os favoritos! Até a próxima ~

3 comentários:

  1. OUSAMA GAME É AQUELE FILME TRASH QUE TU SABE QUE É RUIM MAS NUNCA PARAMOS DE ASSISTIR.
    Na verdade o anime da mulher bêbada eu assisti MAS EU ESQUECI E EU LEMBREI AGORA AAA, porém, ele é a premissa dele basicamente, a mulher chega em casa, bebe um drink diferente todo dia e tem um marido bonitão, e é literalmente isso, ele não tem nem plot eu acho incrível que isso tem mais de dois minutos por episódio.
    Sou a vadia dos Working da vida, confesso.
    Eu ia comentar Ordinal Scale amanhã, porque também sou graduado em MMOs da vida e confesso que eu era super edgy jogando solo e não respondendo as pessoas que queria fazer party... *dies*
    A única coisa que vi de Black Clover foi um compilado de gritinhos do main character e foi por causa desse vídeo que eu ignorei o anime, desculpa humanidade eu era melhor que isso ;;

    Nippan -
    (eu acho que quando eu for comentar por aqui seria bom usar Gus em vez de Nippan porque quem diabos me conhece por esse nick constrangedor ????)

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    1. Ousama Game é uma TORTURA e eu merço melhor Gus, você merece melhor e a indústria de animes merece o Miyazaki reclamando :V #exagero
      Eu gostava mais do anime da mulher bêbada quando se chamava Wakakozake ... mas ultimamente qualquer coisa vira anime ne
      Por mim comente o que quiser que eu só sou muito grata rs
      Black Clover tem essas coisas engraçadas de gritinhos e tal mas não parece que vai ser péssimo ... eu sei que sou suspeita mas em termos de shounen é mais fofinho que a média ao menos então vou curtir provavelmente
      Obrigada pelos comentários EU SUPONHO e até oS TEU COMENTÁRIO

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    2. Eu sou masoquista -n
      Anime was a mistake
      Wakakozake é divertido pois ele é singular no que faz, ele tem o food porn porém a protagonista é engraçadinha e mais relatable, já essa do anime da mulher bêbada é meio sem graça, é uma mulher séria que bebe e fica parecendo a Umaru.
      Eu gosto de uns shounenzinhos aqui e ali, mas acho que é mais provável eu esperar ele terminar para assistir do que acompanhar ele.

      Gus -

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