domingo, 19 de março de 2017

Anime: Flying Witch - Simples lições com uma bruxinha

 Kon kon kon kon kon kon kon kon kon

Olá!

Hoje eu vim trazer uma resenha de um anime que eu acabei não acompanhando quando saiu, mas me interessou. Sucede que eu estou doente e "de molho", e depois de ler um post muito interessante no little anime blog sobre a tendência de animes de bruxas que não são mahou shoujo, a la Majokko Shimai no Yoyo to Nene [resenha] ou Junketsu no Maria [resenha no Gyabbo], eu decidi ver Flying Witch, um slice of life da temporada de Primavera de 2016 sobre uma bruxa em um mundo como o nosso, daquelas com vassoura e coisa e tal. É um daqueles slice-of-life tranquilos tipo Amanchu!, que são ótimos pra acalmar qualquer pessoa estressada no melhor estilo Crunchyroll 'n chill.

Animado pelo estúdio J.C. Staff (Toradora!, Kaichou wa Maid-sama, Shokugeki no Souma) e baseado na obra em mangá de uma novata chamada Chihiro Ishizuka, a história do anime é: uma aprendiz de garota mágica ou bruxa (não sei a diferença em um sentido técnico, não questionem) chamada Makoto Kowata passa a viver em uma cidade no campo - em Aomori - com gente normal; são parentes distantes que não possuem poderes e não entendem de magia. Até aí, normal (ao menos pra ficção afinal). Ela parece uma cidadã acima de qualquer suspeita. O problema surge quando ela começa a fazer coisas que não devia, à exemplo da menina-dragão de Maid Dragon: ela voa na frente de criancinhas e faz outras coisas que certamente a colocariam em perigo. Dessa forma, a bruxa desajeitada acaba chamando a atenção das pessoas - sobretudo da sua prima Chinatsu, uma humana que se encanta com a vassoura voadora de Makoto! ^_^; - e passando por situações inusitadas em Aomori.

Flying Witch é um anime do estilo iyashikei, ou anime pra curar o espírito por assim dizer. Similarmente a outras séries que resenhei - desde Haruchika [resenha] até Barakamon [resenha] - é um slice-of-life que tem a intenção de transmitir uma certa paz e relaxar o espectador. É um gênero muito bem definido culturalmente e que tem Aria (e recentemente Amanchu, também obra imaginada e concebida por um senhor diretor de garotas mágicas chamado Junichi Satou) como representante importante. Eu admito que não são todos os anime slice-of-life que me agradam e que não tenho tendência a adorar iyashikei, mas Flying Witch me agradou. Demais.










Flying Witch é um anime que realmente cumpre seu propósito de curar. Similarmente às séries do estúdio P.A. Works (Tari Tari [resenha], Haruchika), não é uma série tão ambiciosa na sua apresentação ou mesmo no seu enredo, mas tem uma ternura ímpar que não se encontra em qualquer anime. A Makoto é uma garota normal, apesar de bruxa, que acaba morando em uma cidade japonesa que não está acostumada a ver gente voando ou tendo profundo conhecimento de ervas (surpresa, surpresa). Kei, seu primo, é um garoto estudante de colegial simpático e do bem que promete ajudá-la e não se mostra surpreso demais. A pequena Chinatsu é outra que acaba aceitando o fato de ter uma bruxa por perto, (spoilerse tão bem que ela mesma decide se tornar uma também. Todos os personagens são extremamente do bem e simpáticos, divertidos, sem exageros; basicamente pessoas que não me incomodaria de ter como amigas ou vizinhos. Sem exageros porque não são personagens de anime de moe, que beiram irrealistas de fofos, apenas personagens relativamente realistas e legais. Pra citar outros, temos a Akane que é a tiazona solteira pervertida local, mas com menos cerveja e mais zoeira e ternura em geral (acreditem, mesmo não sendo um anime de fanservice os buttshots não são de se ignorar. Francamente. Observar a screencap) e a hilária Inukai com quem shippei, confesso, porque elas são hilárias demais juntas. Temos o gatinho Chito que acompanha a Makoto Kowata - sim, um mascote! Sim, é preto! - e temos também o fofíssimo ratinho branco Al que é mascote da Inukai, entre muitos outros. Enfim, todos os personagens são extremamente fofinhos e simpáticos, e dão mesmo vontade de mergulhar na história deles.

A história deles é simples: como lidar com uma bruxa em uma cidade rural 101. "Como lidar com uma bruxa em uma cidade rural" não parece fácil porque realmente não é (Kuma Miko [comentários no Suco de Mangá] que o diga, né), e os costumes da menina realmente requerem um guia de 101 formas de lidar. Como lidar com biscoitos em formatos de dedos realistas que servem pra encontrar amores perdidos, passeios pra caçar mandrágoras que gritam a ponto de espantar ursos e treinos de vôo com vassouras (que incluem dicas a nível "não é pra se concentrar na vassoura, apenas no movimento, dá pra voar sobre qualquer coisa!") sendo um humano relativamente normal é um mistério. Mas o mágico é justamente que os personagens lidam super bem e todos acabam se tornando amigos felizes apesar das diferenças. Talvez a magia dessa amizade - improvável no mundo real eu diria - que torna o anime tão incrível no seu quesito iyashikei; é muita amizade, healing e amorzinho afinal. Chega a ser inspirador nesse sentido. Se até a medrosa Nao Ishiwatari, colega de classe da Makoto, se acostuma com essas ideias todas... bem, a gente consegue se acostumar com as estranhezas simples das pessoas que nos rodeiam, suponho.

Falando de uma forma pouco exigente e bem franca com vocês, Flying Witch não tem muita história - e não é um defeito que não tenha. A graça do anime ao meu ver é a caracterização, e eu confesso que até procuro ativamente anime com pouco ou nenhum enredo guiado pelos acontecimentos do dia-a-dia das personagens, a forma que eles decidem lidar com as coisas e a criatividade deles. Não é pra qualquer espectador, e mesmo no "gênero" slice-of-life de iyashikei existem histórias bem melhor estruturadas. Mas se o seu negócio é só pegar uma pipoquinha e acompanhar gente normal (ou personagens) interagindo com bruxas e mascotes em um local deliciosamente rural e muito realista, inclusive com localizações no mundo real, e expandir as ideias criativas na sua mente com um momento de escapismo... é um anime que deixa pouco a desejar. Tem que gostar das tendências que ele apresenta, porém.

Ademais, queria apontar novamente a postagem que eu li e adorei no little anime blog, que falava sobre as mudanças de anime de garotas mágicas e etc. gicas e etc. Realmente o caráter de anime de garotas mágicas tem mudado muito desde então, e não é possível que as meninas tenham simplesmente enjoado de garotas mágicas (se você tiver a minha faixa de idade, dos 20 e poucos anos, diga que não queria ser uma WITCH ou uma sailor e eu vou te chamar de mentirosa), mas houve um declínio do gênero nos anos 2000 enquanto os anos 2010 tem visto uma emergência de anime de garotas mágicas das antigas - não propriamente garotas com sequências de transformação e poderes lindamente coreografados e cor-de-rosa, mas garotas que se definem como "bruxas" e assim como Sally the Witch e outras precursoras do gênero mahou shoujo tendem a ter gatos por mascotes, criar poções e afins. Eu não sei se considero esse revival "bom" ou não (admito que adoro as garotas mágicas criativas e cheias de glitter, glamour and spazz dos anos 90) mas é interessante que ele esteja acontecendo e me parece que se alinha com o surgimento de séries à la Stranger Things no ocidente, que misturam influências de diversas décadas e buscam arquétipos na tentativa de agradar e encontrar novos públicos, recuperar públicos ou mesmo criar novas tendências que sejam o norvana que une todas as tribos.

Ok, de certa forma, é verdade que não existe muitas séries de anime que contemplam fãs de anime de garotas mágicas de qualquer gênero, orientação sexual ou preferência estética surgidas na década de 2000, então eu considero bom que tenham surgido novas tendências na garota mágica da última década que conseguem atrair tanto os fãs de moe quanto os fãs de poções e habilidades fantásticas em geral. Talvez a influência dessas séries seja capaz de tornar o gênero relevante novamente. Enfim, curiosos de plantão podem conferir também Majokko Shimai no Yoyo to Nene [resenha], Junketsu no Maria [comentários] e outros que tem surgido em anime na última década. São animes interessantes e sinceramente feliz que estejam surgindo séries de garotas mágicas que também me visam como público óbvio.

Voltando a Flying Witch então, a qualidade artística é uma das qualidades que eu considero especiais no anime. O character design reminiscente de um Yoshiyuki Sadamoto (Evangelion, Toki wo Kakeru Shoujo) na verdade é adaptado da arte original da mangaka Chihiro Ishizuka, com modificações. Sob a direção artística de novatos chamados Yasuhiro Okumura e Yoshio Ookouchi - #fikdik pra prestarmos atenção nesses nomes no futuro - o anime usa cores muito felizes a exemplo de outras séries recentes de slice-of-life em ambiente rural (Kuma Miko e Barakamon me vem à mente, mas tem várias) e que ajudam no clima de healing. É realmente uma delícia de assistir e mesmo sem entender muita coisa, eu eventualmente desligava das legendas - que acabam tirando um pouco desse potencial de distrair que o anime tem - e percebia o quanto ele podia ser relaxante para os japoneses que assistiam. ^_^ A música também é bastante relaxante, e admito que eu comecei a cantarolar a abertura fofíssima tanto que irrito as pessoas em volta.

Enfim, eu só queria mesmo tecer elogios a Flying Witch, que me desestressou de verdade. Não é um anime que eu assistia pensando "ah, preciso fazer outras coisas úteis", mas eu conseguia realmente assistir e desligar das coisas porque é um anime que tem uma história bobinha, mas em contrapartida personagens e caracterização bem densas e coesas. Eu recomendo demais o anime para as pessoas que tem curiosidade por bruxinhas, ambientes rurais, vontade de assistir um bom anime capaz de relaxar e tranquilizar, sem muita preocupação com um enredo ou qualquer outra coisa que não a sua leveza e divertimento. Não é um Barakamon de lições de moral, não tem análise nem crítica. Se qualquer coisa, é um estudo indireto em fenomenologia. E é realmente muito mágico.

4 comentários:

  1. WHAT THE FOX SAY
    ...
    Desculpa, eu precisei.

    OiOi
    Eu tava escrevendo, mas resolvi fazer uma pausa para procrastinar, então resolvi procrastinar por aqui, até porque o Twitter hoje só tem fã de BTS chorando e o Temer comendo churrasco.
    Resolvi comentar sobre Flying Witch justamente porque ao mesmo tempo em que eu gosto, eu não suporto o anime, é estranho.
    Bom, primeiramente, acredito eu que o anime que começou a fazer essa ligação de bruxas a mahou shoujo foi Majokko Megu-chan, que é sobre uma bruxa aprendiz que vai morar com um parente para concluir seu estudo de bruxaria (meio parecido com Flying Witch kakaka), porém uma bruxa random que não gosta dela começa a ferrar a vida dela e ela precisa escapar altas peripécias, enfim, é um anime que sempre quis assistir mas só tem raw dele na internet e só o primeiro episódio é legendado (dependendo do dia eu dou sorte de achar o segundo, lembro que foi a mesma briga pra assistir Kashi ki no Mokku depois de velho, mas ele eu achei).
    Enfim, vamos começar: Eu assisti o anime semanalmente, até comentei ele no falecido (provavelmente a temporada de animes que mais teve reviravoltas no meu gosto do começo para o fim dela), e eu falei bem do anime até, não exagerei em nada mas também não falei mal, enfim, é. Basicamente meu problema com esse anime é que ele não é tão bom para se acompanhar semanalmente, ele tem todo um passo vagaroso e realmente não foi feito para os mais fervorosos que ficam "eu preciso assistir isso no primeiro minuto que ele for lançado", o gênero dele nem pede por esse tipo de atenção. Aí que entra o problema, quando não se assisti ele em curto prazo, o fator "chill" dele acaba ficando mais fraco, eu não me senti tão mais calmo ou desestressado assistindo ele, e olha que era um tempo que eu vivia debaixo de estresse. Porém, mesmo com esse pequeno problema, eu gostava de assistir ele, eu não vejo os personagens como a coisa mais humana e real do mundo, mas de longe eles são mais relacionáveis do que um dragão de vestido ou uma humana bruxa que faz overacting pra todas coisas chupadas dos livros de Harry Potter (desculpa Gainax, Little Witch Academia tá ocidental demais pro meu gosto weeaboo elitista).

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    1. NINGUÉM COMENTA TANTO ASSIM EM UMA RESENHA GUSTAVO
      Eu me diverti muito com várias coisas deles e admito que adorei a Inukai, de longe a minha favorita do anime (desculpa eu adoro mulheres que bebem e fazem merda eu me divirto com isso). Enfim, mesmo com personagens bons, eu ainda acho que teve um esforço desnecessário para "eu preciso de um personagem pra essa posição", mesmo que não de forma tão definida e (GRAÇAS A MIDORI-SAMA) nenhuma tsundéri que me faria droppar o anime definitivamente (não tenho nada contra tsundere no geral, gosto de algumas, mas tá saturado parem de fazer mais dessas). Agora outro probleminha, ele tem uma forma bem episódica de andar, cada episódio tem um ou mais coisas do mundo da bruxaria e um pequeno how to relacionado a ele, não tem problema algum ser episódico, mas com o tempo eu não ficava mais com vontade de ver o que mais ela mostraria do mundo da bruxaria, é algo como "TÁ VENDO ESSA VASSOURA? SIM, IGUAL ESSA QUE VOCÊ TEM EM CASA, POR APENAS 15 PONTOS DE MANDA ELA PODE VOAR!!!! ISSO MESMO, VOAR!!!! SE VOCÊ SEMPRE QUIS VOAR EM UMA VASSOURA AGORA É A CHANCE, LIGUE PARA A WITCHSHOP NO NÚMERO SECRETO REVELADO POR UMA ORAÇÃO EM FRENTE A UM PRÉDIO VELHO!!! OBS: Em caso de dores na virilha o bruxo mais próximo deverá ser consultado", eu sei que é um exemplo bem forçando a barra mas eu me sentia olhando uma prateleira de feitiçaria. Mas não é de todo ruim isso, eu ainda gostava dos personagens novos que eram apresentados e adorava as formas humanoides de espíritos da natureza, eu costumo gostar desse tipo de coisa, tenho uma paixão estranha por tengus.
      Dou um ponto positivo para a amizade em si que, impossível como já foi dito, ela ainda progride de forma natural, não é algo muito comum de se conhecem na segunda e na quarta já estão fofocando sobre ex-namorados, é algo mais natural, dá pra ver que tem uma sensibilidade nesse quesito, especialmente para a relação da Makoto com a Nao, dá pra ver que no começo a Nao fica um pouco desviada em relação a Makoto por ela ser levemente bizarra, eu achei isso bem legal. Mas em contraponto, tem a Chinatsu, ela não é mal desenvolvida, e ela parece mesmo uma criança, e não uma loli (diz que me entende eu não sei se consigo explicar isso), porém, exatamente esse é o problema, ela é uma criança fascinada e alegre e saltitante e isso meio que me dá preguiça (?), eu apenas não lido bem com gente saltitante demais, eu me sinto triste perto de pessoas assim mesmo que a distância seja uma tela de LCD do meu quarto.

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    2. TRÊS PARTES É UM NOVO RECORDE desculpa eu sou terrível
      Bom, agora mais sobre os mahou shoujo atuais em geral. Eu gosto bastante de mahou shoujo desde moleque (tanto que eu devia ter citado isso no post de aniversário, bom lembrete), o primeiro anime que eu assisti foi Sailor Moon, ele talvez tenha me amarrado de alguma forma a gostar disso e Sakura Card Captors só concretizou (tanto que ainda é a única camiseta de anime que eu ainda gosto de usar). Mas dos anos 2000 pra cá tem vindo até bastante mahou shoujo, alguns bons, outros nem tanto, mas enfim. Eu acabei por gostar bastante de Nanoha, mesmo que a série tenha se perdido nas temporadas Vivid, e também gosto de um aqui e ali, e assisti Madoka no lançamento, e eu amo Madoka mas odeio o impacto que ele teve. Não sei se dá pra reparar em todos, mas mahou shoujo agora obrigatoriamente precisa ter pelo menos um leve toque de dark emo trevas para gerar teorias, alguns até bebem diretamente disso, como Mahou Shoujo Ikusei Keikaku e até Flip Flappers mesmo que ele seja um tanto mais original, e do mesmo jeito que isso se tornou meio que regrado, tem aquelas séries que insistem em não inovar mesmo já dando o que tinha que dar, e quando falo isso eu falo de PreCure, NOSSA COMO EU NÃO SUPORTO PRECURE, eu assisti por causa de amigos e eu não consigo gostar, até as cores me incomodam, e olha que eu gosto de Aikatsu. Enfim, ainda sonho com o dia que eu possa assistir Majokko Megu-chan pra comprovar que ele envelheceu muito mal e que ele é diretamente influenciado pela Hanna Barbera com um toque de ecchi inocente típico dos anos 70 (acho que o Cutie Honey de 73 também entra nessa, mas sei lá), eu adoro esse tipo de coisa alguém legenda isso por favor.
      E também, Madoka tornou o mahou shoujo um gênero de certa forma mais inclusivo, porque antes de Madoka o mahou shoujo era mais de nicho, e com super emo deep plot de Madoka o pessoal veio a se interessar mais, afinal, mesmo que todos não assistam, todos sabem como funciona um mahou shoujo (reforço que a melhor coisa de Madoka é a Walpurgs Nacht e deveria ter um mangá só pra mostrar a vida dela como menina mágica até o ponto de virar uma bruxa historicamente destrutora).
      E um breve adendo: Meu nome é Gustavo, tenho 20 anos e sonho em ser uma Sailor (de preferência com pernas tão lindas e longas quanto a Mars, também conhecida como Sailor Perna de Pau, Sailor Girafales e Sailor Kumo onna //se tu entender essa referência eu te idolatro como minha nova waifu// -engraçado que a música que tá tocando agora se chama Spider spins, é o destino-).
      Enfim, já dei o que tinha que dar, até porque eu procrastinei por MINHA MIDORI MAIS DE UMA HORA QUE TIME SKIP FOI ESSE. Mas mesmo assim, obrigado de alguma forma, eu sempre fico um pouco inspirado ao comentar algo que gostei de ler (e olha que tá raro eu gostar de ler algo que não seja mangá), eu iria voltar ao trabalho mas preciso dormir, até o próximo talvez breve comentário, desde já me desculpo por qualquer asneira, caso algo tenha ofendido alguém finja que não fui eu que escrevi.
      Aliás, tenho pensado em colocar um player como tem aqui no ItNN, porém me veio em mente agora, fora o intrometido aqui e o próprio criador de conteúdo, alguém realmente ouve algo da playlist quando não tocado automaticamente? (coisa essa que me irrita e me assusta sempre, imagina uma playlist mais emo do mundo e do nada um BOOM SHAKALAKA, não dá desculpa)Enfim, é, eu tenho uma necessidade fútil de colocar em uma placa grande as descobertas musicais que faço. Aliás, ler até mesmo uma resenha ao som de Secret Base se torna torturantemente triste, deviam fazer uma creepypasta de música com fórmula da tristeza.

      Nippan - - - - -
      Atualmente falando coisas que tu não entendeu bulhufas.

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    3. Mas Gu, CALMA, QUEISSONOVINHO. ASSUSTADA. OK, VAMOS LÁ.
      Hã, primeiramente pêsames por ainda estar no Twitter... minha qualidade de vida só melhorou depois que eu admiti pra mim mesma que eu não tenho paciência pra ele. Depois, não conhecia o Majokko Megu-chan mas parece fofinho, vou tentar dar uma olhada!
      Ah, eu detesto tsundere. Realmente, não é um estudo em psicologia humana (tm) mas é um elenco de personagens diversificado e fofinho, com jeitos adoráveis e pouco de "ué, por que raios ele faria isso?" etc. Problemas de caracterização andam comuns, ou então se prender a estereótipos, e então eu achei uma brisa de ar fresco mesmo. E entendo que ver semanalmente até estressa? Eu maratonei justamente porque achei que não ia dar certo ver semanalmente. E bem, eu gosto da parte da "prateleira de bruxaria", não posso reclamar... e sim, os espíritos da natureza também são uma fofura! Até a mandrágora me divertiu, se bobear todas as coisas nesse anime me divertiram. E beeeem, você está no Not Loli, nós não costumamos curtir lolis ...... LOL eu gostei mesmo da Chinatsu, parece uma criancinha de anime de parenting, então no fim das contas... é o que eu disse, é preciso gostar das tendências que o anime apresenta, eu gostei mas é pessoal.
      Eu sei que você citou isso em algum momento, eu sabia disso... e acho que é super legal sua história hahah. Eu concordo e também sinto que os mahou shoujo de agora estão diferentes daqueles até o começo da década de 2000, porém, não só em volume mas principalmente em conteúdo? Tem muito Madoka e pouco Sakura, "meninas mágicas peladas sofrendo vai" é o clima comum sinto, e ao mesmo tempo que tornou o gênero popular eu também achei que tornou o gênero banal, todos que não curtiam parecem achar que Madoka é o standard e o resto não se compara. Eu não odeio tanto Precure e gosto do colorido, mas é um pouco entediante, mesmo. (E a boa notícia é que vai ter aquele aparelho de tradução simultânea né, BAIXA MEGU-CHAN, VAI SER SUA CHANCE DE VER)
      Ahh... e podeixar, eu não entendi não lol. Desculpa ter te feito procrastinar tanto só pra comentar, mas super obrigada mesmo e eu me sinto lisonjeada, adoro saber que tem gente que curte o que eu escrevo!!! (ノ◕ヮ◕)ノ*: ・゚✧ (Duvido que o próximo comentário vai ser breve mas OK ww)
      Ah, eu coloco as músicas que eu gosto no aleatório porque às vezes a pessoa vem e pensa "pô, faz tempo que não escuto, vou ler ouvindo" e ler ouvindo... é melhor que ler sem ouvir eu acredito LOL. Mas eu ao menos gosto de escutar uma música nos blogs alheios (não sendo em autoplay claro) então eu colocaria.
      Enfim, desculpa por estar comentando um pouco rápido (eu precisava estudar... tô f*dida) e obrigada mesmo. Até a próxima! o/

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