domingo, 17 de janeiro de 2016

Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu 2 - Caindo de paraquedas no período Shouwa Genroku.



Enfim, o post do episódio 2 saiu! Depois de atrasar uma semana o post do episódio 1, mas, ei - desculpa se eu queria escrever muita coisa! Eu fiz também algumas pequenas correções e observações no post do primeiro episódio, além de ter respondido os comentários, então confiram lá se tiverem curiosidade!

O episódio 2 foi um episódio de flashback da infância do mestre Yuurakutei, cujo nome é...? Não sabemos, mas ele é chamado de "Bon", uma abreviação para Bonbon, mimado, e é assim que vou chamá-lo aqui portanto. Ele passa a infância junto com o famoso Sukeroku, à época chamado de Shin, pai supostamente assassinado de Konatsu. No final do episódio 1, o mestre pede para que Yotarou e Konatsu façam a promessa de se dedicarem ao rakugo e "não morrerem antes dele", e ele começa então a contar sua história para os dois.

Era um verão de um ano indeterminado no período Shouwa Genroku (anos 70, provavelmente, a julgar pela idade aparente de Yuurakutei no episódio 1) - tempos ruins, segundo uma senhora, a ponto de dois jovens rapazes terem ficado sozinhos: Bon (o mestre Yuurakutei do episódio 1, como ele era chamado antes de ser o Yuurakutei) foi abandonado pelos pais, e os pais de Shin faleceram. É assim que eles acabam se encontrando. A história exata, confesso, ficou pouco clara para mim porque requer um bom conhecimento de história japonesa, mas o primeiro ponto que eu queria destacar aqui é justamente a questão dos nomes: Bon e Shin são crianças tecnicamente sem pais. "Bon" é o nome pelo qual ele é chamado, acredito, por ser filho de uma família um pouco mais rica e um pouco mais mimado - no meu não tão vasto conhecimento, sei apenas que "bonbon" é uma gíria usada no Japão para pessoas muito mimadas, e em anime como Sakamichi no Apollon (Obs.: cuja amizade do Sentarou e do "Bon", Kaoru, me lembrou muito esses dois, aliás!) o jovem mais rico é chamado assim. Então, eu nunca estudei sobre isso, mas creio que ele seja chamado de Bon por isso. Shin provavelmente recebeu esse nome dos seus pais falecidos, mas isso nunca fica claro.

Mas, no lar Yuurakutei, eles recebem novos nomes, dos quais eu trato mais pra baixo no post. É interessante comparar isso com o fato de, no presente, também não sabermos o nome real do "Yotaro". Uma escolha interessante de deixá-los sem nome para provocar mais impacto no ponto da "falta de identidade", acredito eu. Então, chamarei-os aqui pelos nomes típicos, mas na verdade esses ainda não são os nomes pelos quais eles são conhecidos, ok?

Então Bon é levado por uma senhora (presumidamente uma parente) até o lar do mestre da geração atual de artistas do rakugo, a família Yuurakutei. Bon tem trejeitos de um garoto tímido e mimado (enquanto esperam o mestre, a senhora nota que ele sabe ler, e diz: "que garoto inteligente você é") e já anda com uma muleta, mesmo sendo tão jovem. Nesse momento, chega um outro rapazinho, aparentemente da mesma idade de Bon. O rapazinho, entusiasmado e maltrapilho, se coloca na frente da porta e diz para ele: "se você vai ficar aqui agora, então você é meu irmãozinho, já que eu sou o primeiro aprendiz do mestre!". Esse rapaz é Shin, futuramente chamado de Sukeroku, e vemos aí que ele sempre foi essa pessoa... espontânea.
E então Bon dá um tapa na mão dele.

É assim que as coisas começam. Descobrimos, então, que Bon vem de uma casa de geishas onde sua mãe trabalhava, então podemos supor que sua mãe era uma geisha - assim como a mãe de Konatsu, aliás, como vimos na semana passada. Ele foi abandonado pois era dançarino, mas machucou sua perna e não pôde mais dançar. Assim, tornou-se "inútil". (Lembra quando eu comentei da sua estranha tendência a abrigar pessoas que não tem para onde ir, por mais que ele fosse aquela personalidade estóica toda? É...) Foi por isso que a senhora pediu para que Yuurakutei o tomasse como aprendiz, falando para convencer a si mesma e para ele que, como um garoto dançarino nunca se destacaria entre as geishas, talvez fosse melhor para ele ir para o rakugo afinal.

Enquanto Bon conta sua história para o mestre, no seu tom baixo e tímido usual, Shin, seu completo oposto, grita sem parar pedindo para ser aceito como aprendiz também, afinal ele "também é um moleque". O mestre, muito irritado e achando que ele é apenas uma criança maltrapilha que quer comida, o chama de "ninguém". E aí Shin manda: eu não sou ninguém, eu nasci para fazer rakugo. Depois de citar os nomes de vários mestres do rakugo, o homem deixa que ele mostre seu talento. E ele apresenta um rakugo incrível (e muito fofo, aliás!) que faz o tímido e contido Bon conter fortemente um riso.

Então, ele é interrompido pelo mestre, que diz basicamente isso: "não é grande coisa, mas já que fez o mal-humorado do Bon rir, não é pouca coisa também". O homem pergunta então onde estão seus pais para que peçam que ele seja um aprendiz, afinal ele não toma aprendizes sem responsáveis (e sem dinheiro, supomos). E então é a vez de Shin contar sua história: seus pais faleceram, e um homem do teatro passou a cuidar dele. Ele gostava muito de rakugo, e os dois ensaiavam juntos. E então esse homem faleceu também. É importante notar que ele conta isso logo depois de apresentar um pedaço de uma peça cômica sobre temas mórbidos demais pra qualquer criança com todo o humor do mundo. Bon só observa toda essa história ridiculamente triste com a maior cara de quem provavelmente se identificou - afinal, naquele momento, para ele sua situação era definitivamente o fim da linha. (Desnecessário dizer que esse momento é extremamente doído, e me fez rir de nervoso só de imaginar a desgraceira que provavelmente está por vir.)

Bem, diante da insistência do pequeno rapaz o homem tem que desistir, e decide dar moedas para ele ir tomar um banho numa banheira pública, e então eles vão. E é aí que eles tem a primeira conversa deles. Shin chama Bon de "frufru", e pede para que ele recite um poema de geisha, enquanto Bon se mantém na postura de "vai perturbar outro, eu nem queria estar aqui". Shin começa a tentar manipulá-lo, mas logo fica claro que o garoto apenas faz o que quer - e isso inclui tocar exatamente na ferida de Bon: "você foi abandonado também, né?", ele pergunta. E, com essa pergunta horrível que faz com a maior naturalidade do mundo, faz o outro desabar em choro.

É por causa do jeito espontâneo e honesto até demais de Shin (se lembrar um certo Yotaro, é mera coincidência... ^_^) que Bon acaba se abrindo para ele e contando toda a sua história. E foi então que Bon começou a juntar as peças, e perceber o quão sem alternativas ele se encontrava naquele momento. Pois sua perna havia quebrado, ele não teria quem o elogiasse sendo um garoto dançarino de qualquer jeito, e sua melhor chance de sobreviver agora seria tornando-se artista de rakugo, pois assim ao menos teria um teto. Para ele, tudo era desgraça naquela época, e ele confessa em sua narrativa que não tinha nenhuma esperança de nada durante a juventude.

De outro lado, seu completo oposto: o sempre sorridente e brincalhão Shin. Nas palavras dele, de uma frieza incrível de uma criança que passou por poucas e boas, e não teve ninguém que o protegesse nos piores momentos: "uma criança abandonada deve ser esperta e usar sua cabeça, ou vai morrer logo", "você deve começar sorrindo". "Como sorrir quando não tem nada engraçado?", Bon pergunta a ele, e ele diz: faça como eu!

Sempre opostos, como o próprio mestre nota ao entregar-lhes seus nomes artísticos, Kikuhiko e Hatsutaro, respectivamente, para Bon e Shin: Shin detesta seu nome, mas fica muito feliz porque irá apresentar seu rakugo, enquanto Bon adora seu nome, mas detesta a ideia de apresentar-se - os dois crescem e continuam sendo aprendizes juntos. Anos depois daqueles primeiros eventos transcorridos, chega a hora de suas primeiras apresentações. No dia antes de se apresentarem, o mestre faz algumas recomendações: Kikuhiko precisa deixar seu rakugo mais interessante, e Hatsutaro precisa melhorar seu comportamento abrasivo.

E então chega o tão aguardado dia da apresentação; motivo de grande apreensão para Kikuhiko (ou Bon), que tem 100% de certeza de que não quer ser artista de rakugo, mas não se vê com muta opção, e de grande alegria para Hatsutaro (ou Shin), que aguarda sua estreia há anos. A primeira apresentação é de Kikuhiko, que sobe ao palco tremendo e com muita ansiedade para contar um rakugo de como é importante saber como e quando elogiar alguém. Sua voz baixa e trêmula gagueja ainda mais neste dia enquanto recita palavras minuciosamente gravadas (e eu sei que já fiz elogios demais ao Akira Ishida na semana passada, mas vamos falar sobre como o trabalho dele de atuação foi incrível aqui também, afinal, ele realmente soou nervoso!) e, exatamente como Hatsutaro já o havia alertado - "se você não rir, as pessoas não vão rir com seu rakugo!" - a platéia estava dormindo ou pouco interessada. A apresentação sofrível faz com que o mestre, vagamente no campo de visão de Kikuhiko, apenas balance a cabeça desaprovando-o.

Ao sair do palco, Kikuhiko encontra Hatsutaro, que estava gostando... bem... dez vezes menos, provavelmente, e sorrindo com um ar debochado. Kikuhiko pergunta: "o que foi, gostou tanto assim da minha apresentação patética?", e ele diz: "veja como se faz", subindo ao palco com um ar de quem acredita que nasceu para o rakugo. E ele dá um show, obviamente. Primeiro, ele sobe ao palco gritando - para que as pessoas acordassem - algo como "parabéns pelo feito", ou seja, zoando a apresentação do outro ainda por cima. Ele, como Hatsutaro, apresenta um rakugo sobre puxa-saquisse; era um rakugo sobre, literalmente, uma pessoa saber fazer elogios, e uma outra, avoada tentar imitar e falhar miseravelmente. Vale lembrar que ele tinha dito que Kikuhiko era "tão avoado que vai acabar morrendo" no começo do episódio; mais indireto, impossível. Então, apesar do tema semelhante ao de Kikuhiko, ao contrário deste Hatsutaro faz todo mundo na platéia se envolver e rir.

E não só na platéia: seu amigo Kikuhiko também ri; só o mestre, que não foi sequer nos bastidores assistir, está emburrado com as risadas. Isso, no entanto, não abala a amizade deles. Ao voltar para os bastidores e ver um Kikuhiko sorridente, a primeira coisa que Hatsutaro diz para o rapaz, geralmente emburrado e que dizia não ter motivos para sorrir, é: finalmente você sorriu.

Sobre essa parte do episodio, queria comentar algumas coisas. A primeira é que, mesmo sendo um episódio de apenas 24 minutos, o rakugo de Kikuhiko dura 4 minutos, e o de Hatsutaro dura mais 1. Ou seja, é um anime evidentemente sobre rakugo, com grande foco nessa arte e não é a toa que houve até um aumento nas pesquisas sobre rakugo no Google. O tempo longo é compensado pelas risadas: eu vi até pessoas que haviam anteriormente comentado que não conseguiam gostar do rakugo, admitirem que riram com a apresentação do Hatsutaro, e eu admito que sou uma dessas pessoas! Claro que isso pode ser porque muita coisa fica "perdida na tradução", mas até a apresentação do Yotaro no episódio 1 não me fez rir exatamente, ambas apenas me fizeram sorrir; por outro lado, achei bem engraçada a do Hatsutaro, futuro Sukeroku, nesse episódio. E podemos falar sobre como o dublador parece ter nascido para o rakugo?

Quanto à parte técnica, é interessante notar também como ela ajuda a tornar o rakugo algo que entrete: toca um música de tensão, por exemplo, durante o rakugo demorado e penoso de Kikuhiko, para ao mesmo tempo representar a tensão que ele está sentindo e entreter os espectadores do anime, que não gostariam de pagar pra ver uma apresentação horrível; enquanto, na apresentação de Hatsutaro, o anime foca nas suas expressões sempre muito dinâmicas e vivas, sempre fazendo bom uso dos instrumentos à sua disposição, que emitem sons... de forma geral, a parte técnica do rakugo, como já havia notado no episódio 1, continua muito bem trabalhada.

No mais, é interessante ver as personalidades de Kikuhiko e Hatsutaro através da ótica de como eles lidam com os desafios impostos pela vida, como os conselhos dados pelo mestre, por exemplo. Kikuhiko ouve com atenção, e fica nervoso; já para Hatsutaro, o conselho literalmente entra por um ouvido e sai pelo outro, já que ele faz exatamente o contrário ao subir ao palco. Outro fato interessante: Kikuhiko treina até a noite, e acusa Hatsutaro de ter saído a noite e não ter sequer treinado - o que como vemos também não é verdade, pois Hatsutaro estava escondido ouvindo o outro treinar o tempo todo.

Bem... para falar agora do episódio de uma forma mais geral. O episódio termina assim, com esse tapa na cara. Eu gostei muito das mensagens transmitidas por esse episódio de forma geral - sobre boa vontade, sobre sorrir mesmo em face das dificuldades, sobre... muitas coisas, muitas mensagens fortes e extremamente tristes transmitidas nas histórias de dois garotos sem pais. Eu sinto que vou demorar um tempo para digerir, mesmo depois de ver o episódio duas vezes com a desculpa de que era para escrever o post mas que valeu muito a pena porque foi muito bom. O episódio foi muito bom, a história continua muito boa, a produção continua ótima. Aliás, um fato interessante que eu descobri sobre a produção: todos os personagens principais foram dublados por dubladores que estavam em Neon Genesis Evangelion (1995), o que diz muito da experiência deles! Além do dublador do Yotaro ter dublado o amigo de Shinji, Toji, o dublador do Kikuhiko dublou o Kaworu meus amo-- e o do Hatsutaro dublou o Kaji; e teremos ainda a mãe da Konatsu, provavelmente no episódio 3, dublada pela dubladora da Rei. Bem interessante, não?~

Mas voltando a Rakugo Shinjuu: Em termos de desenvolvimento da história, tivemos uma primeira noção das infâncias sofridas dos dois. Descobrimos que já desde pequeno o Kikuhiko precisa de uma muleta para andar. Vimos como ambos cresceram como duas crianças sem pais, sozinhas, que tinham apenas à uma "família" de criação, que não os considerava como filhos, e um ao outro como amigos - e bons amigos, apesar de todas as dificuldades, rivalidade e conflitos naturais da situação. Não sei quantos episódios serão de flashback, mas o preview do episódio 3 mostra que o 3 provavelmente também será. Espero que não gastem muito tempo nos flashbacks, porque por mais interessante que a história deles esteja sendo, eu pessoalmente confesso que gostaria de ver mais do Yotaro e da Konatsu, que foram personagens que eu gostei muito logo de cara... Ouvi dizer que talvez seja o anime inteiro de flashbacks, e eu não costumo gostar desse tipo de série, então só espero pelo melhor.


Ah, e falando no passado deles e nos flashbacks, e em coisas que eu ouvi dizer... eu devo dizer que, como fã das histórias yaoi da Haruko Kumota, me dá uma sensação muito estranha ver uma história de amizade entre dois rapazes, mesmo em anime, com o traço dela, porque... sabe, a gente acaba esperando o yaoi onde muito provavelmente não vai ter yaoi. E eu poderia achar que é só piração de fujoshi, mas já vi gente não-fujoshi comentando que viu potencial pra yaoi em alguns momentos do episódio. De fato eles são parecidos em aparência, mas muito diferentes dos personagens que eu conheço dela em personalidade (que são todos muito maduros e seguros em termos de sexualidade) então me dá uma aflição do tipo, "não é pra shipar! Definitivamente não shipe esses dois!!". ^_^" (spoilers em potencial) Ouvi dizer por aí também que eles diminuíram as BL-vibes no anime, e que o mangá tem mais. Não faço ideia do quanto isso é verdade.

O anime continua sem abertura, mas essa semana tivemos um encerramento diferente: "Kaha, Taredoki" (かは、たれどき) cantada por Kana Shibue. É uma música meio jazz, bem agradável, e mostra uma imagem curiosa da "família" Yuurakutei como provavelmente a conheceremos no próximo episódio. Falando de outras coisas: eu descobri (vendo o encerramento...) que Rakugo Shinjuu é o nome que a equipe de produção deu pro projeto. Não faço ideia de como os japoneses chamam, mas, por falta de um nome mais curto ou um acrônimo popular, vou passar a chamar o anime de Rakugo Shinjuu por aqui, OK?

No geral, em relação ao episódio 2, preciso dizer que apenas concordo com a maioria das opiniões que li por aí: continua fantástico, bastante imersivo, com exceção talvez dos momentos de rakugo para alguns espectadores - apesar de não ser nada que chegue a atrapalhar, justamente por causa das músicas, da animação e tudo mais serem muito bem feitos. Eu li muita gente falando que o episódio passou tão rápido que não parecia ter 20 minutos, assim como o primeiro, e preciso concordar plenamente. (Não foi à toa que quis ver duas vezes! ^_^;) 

No mais, preciso dizer que fico muito feliz de ver que uma série josei - um gênero para mulheres, geralmente subestimado por isso... - está sendo tão bem produzida, e espero que essa tendência só aumente nos próximos episódios. Pelos quais eu estou extremamente ansiosa, sim, definitivamente já estou totalmente apaixonada. E você? Por favor, deixe aí nos comentários o que achou desse episódio e do post que peço desculpas se ficou longo demais de novo..., e até o próximo post!~ ♥



Preview do episódio 3:

   

2 comentários:

  1. Saudações


    Sabe, Chell, além do retorno ao passado que foi importante (e continuará no próximo episódio), parece que a cena mais temida (porém de fato, acontecerá) tem tudo para ser um primor neste anime.

    Gostei da abordagem, da linguagem, da maneira como tudo ocorreu neste segundo episódio. Não houve superficialidade alguma, ao contrário. A obra cativa sabiamente nos detalhes importantes do enredo.

    Realmente, o anime ainda não apresentou uma abertura, mas o encerramento é bem reconfortante, sem dúvida alguma.

    Ótimo post, nobre.


    Até mais!

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    1. Saudações, Carlílio!

      Sim, já vimos pelo preview que o flashback continuará no próximo episódio, mas não sabemos ainda até quando ao certo. Mas já é certo ao menos qual foi a grande reviravolta na história de vida do Yakumo...

      E sim, é uma obra muito bem elaborada, cuidadosa... cada episódio que passa vejo que não é a toa que conquistou fãs e prêmios no Japão até virar anime, né. ^_^

      A ideia do encerramento diferente cada semana tem sido bem interessante! Eu gostei bastante desse encerramento também, e gostei bastante das imagens, que só me deixaram mais ansiosa para ver o próximo episódio.

      Muito obrigada pelo elogio, Carlílio! Até mais!

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