domingo, 17 de janeiro de 2016

Primeiras Impressões: Temporada de Inverno 2015/2016 - Active Raid, Akagami no Shirayuki-hime 2, HaruChika, Macross Delta, Musaigen no Phantom World, Nijiiro Days, Norn9, Prince of Stride, Sekkou Boys, Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu, Yami Shibai 3


A solidão o fez moleque piranha.

Olá!~ Uma semana de atraso que supresa, Chell, mas finalmente terminei de escrever a resenha de cada uma das estreias da temporada, e mais Macross Delta, cuja estreia oficial (como descobri só no final do episódio) será só na temporada seguinte, de Primavera. Mas, como o primeiro episódio saiu no final do mês passado, resolvi adiantar e já deixar aqui minha impressão também.

Eu tinha grandes expectativas para essa temporada, e não fui nem um pouco decepcionada, no geral. Também, pudera: todos os estilos e gêneros que eu gosto estão reunidos nessa temporada. Sim, tem um monte de "porcaria" - anime de bishounen, harém... - mas tem coisa com muito conteúdo como não vejo há coisa de um ano ou mais. Mesmo as porcarias parecem estar acima da média, e vou explicar direitinho os porquês. Mas, no, geral, só posso dizer que estou muito feliz e satisfeita com essa temporada, e espero não me decepcionar ao longo dos próximos meses!

Vem ver o que eu achei de cada uma dessas séries?~ ☆彡

Active Raid foi uma das poucas estreias que não me surpreenderam nem um pouco, talvez porque eu já sabia muito bem o que esperar pela equipe de produção, como postei no post de expectativas. A equipe de produção é insana, e não digo isso da melhor forma possível. Eu confesso que gosto de acompanhar trainwrecks, então fui ver animada.
Active Raid me passou uma certa vibe que me lembra Samurai Flamenco [resenha] na sua segunda fase: tudo é meio maluco, você não sabe como os personagens acompanham, e até se diverte com a loucura toda. O problema é que falta um pouquinho de substância. É como se parte do sentido tivesse se perdido no meio do caminho, e então o espectador fica tentando preencher lacunas que não tem como serem preenchidas com o que está no texto. Então, foi algo assim que aconteceu para mim. Apesar de o primeiro episódio de Active Raid ter muita coisa acontecendo a todo momento, não tem muita coisa interessante acontecendo a todo momento, porque tudo fica meio jogado. Aparentemente pelo episódio 2 o anime vai seguir o estilo "super sentai", então acho que eu bati na trave na minha impressão inicial.

 
Mais Akagami no Shirayuki-hime [comentários]. Eu gostei moderadamente da primeira temporada, e espero gostar dessa também. Akagami no Shirayuki-hime, em poucas palavras, é: doce, atual, bem colorido, e arriscaria dizer "feminino" porque é um shoujo bem shoujo. A Akagami do título é uma personagem forte, mas extremamente doce também. O começo dessa temporada conta com vários personagens novos e a volta de personagens muito queridos, também, como o irmão do Zen, o príncipe Izana, e o príncipe Raj. Não sei se tenho muito a dizer, porque nada "mudou" de fato. Para quem gosta, certamente está bom!


Essa é uma das estreias mais queridas dessa temporada para mim, e eu só espero sinceramente que mais pessoas curtam esse anime! ♡ HaruChika, segundo minhas previsões mais otimistas, podia ser um slice-of-life delicioso sobre jovenzinhos lidando com adultos, crescendo juntos e quiçá se apaixonando; e, segundo as mais pessimistas (ou até realistas?) um romance de amigos de infância daqueles que vemos nos haréns shounen mais clichês.
E eu me enganei nas duas previsões: HaruChika é lindo. Esqueça o clichê do "osananajimi"; Haruta e Chika são amigos de infância sim, mas eles são só isso, amigos. Ótimos, grandes amigos. Eles se zoam, mas sem serem "tsundere"; eles se conhecem profundamente. Chega a ser fácil de se identificar pra qualquer um que já teve uma amizade de verdade com alguém do sexo oposto: amigos são amigos, independentemente do sexo, e HaruChika reconhece isso como eu vejo poucas séries reconhecerem. Pessoalmente me trouxe paz, porque é muito diferente apesar de muito simples! Acho que foi isso que eu concluí do primeiro episódio de HaruChika: é terno, tem um cuidado ímpar com seus personagens, e a estética fofa traz paz, nesse sentido me lembrando um pouco Hibike! Euphonium [resenha]. Eu recomendaria esse primeiro episódio para qualquer fã de slice-of-life escolar, e espero apenas que mantenha o nível!


Eu assisti esperando bonitinho, e tive "bonitinho". Muito, muito bonitinho. Então eu absolutamente não tenho do que reclamar. Macross Delta é extremamente fofo; minha única reclamação é que as músicas do começo me fizeram perguntar "isso é mesmo Macross?" - afinal, essa é uma série reconhecida pela sua trilha sonora, e aquelas músicas não tem muito de especial, mas a música do final do episódio me fez ficar "ah, sim". ♡ Divertida e fofa, porém tensa, ela é tocada em um momento especial e carrega o espírito do episódio todo, o que é bem legal. O momento especial, aliás, é o "fator surpresa" de um determinado acontecimento. Um que só é surpresa para os personagens, porque qualquer um que viu o cartaz do filme (ou seja: qualquer um que foi no cinema assistir) já sabe que vai ter aquela surpresa. O que é irônico.
A propósito, fiquei com a sensação de que o episódio todo foi muito óbvio, mas eu lembro de ter sentido a mesma coisa com Macross Frontier e mal sabia que reviravoltas me aguardavam. Fiquei muito ansiosa para os próximos episódios, mas no fim de episódio eu descobri que a estreia do anime vai ser só na temporada seguinte... aw. :(
Apesar de só ter assistido Macross Frontier da série Macross, como muitas pessoas que não são fãs da série Macross em particular, preciso dizer: não ouçam quem diz que Macross Delta é apenas outro Macross Frontier. Sim, é Macross, tem invasões galáticas, músicas e "decultura". Sim, também fala de idols e de sonhos, alguns temas comuns da nossa época, talvez? Mas o clima é totalmente outro, e eu acho fascinante como Macross é uma série que procura se adaptar ao espírito de sua época, e talvez por isso permaneça tão viva para os fãs mesmo depois de décadas. Macross Delta tem conteúdo, e se parecer "moe e vazio" demais, culpe a época e não o anime. Sem mais.

Musaigen no Phantom World
(Em 01 imagem que me representa)

Eu nunca deixo de ficar surpresa com o quanto o estúdio Kyoto Animation tem o dom de transformar as histórias de fanservice e harém mais esdrúxulas em coisas espetaculares. O diretor de Haruhi Suzumiya conseguiu, de novo. Poderia dizer que é só por causa da animação, sempre rica, bonita, com escolhas de cores ótimas... mas é mentira. Desculpa pelo meu momento super-fangirl do estúdio aqui, que eu sei que sou. Eu gosto demais, não vou negar. Perdôo os peitos pulando propositalmente e por um "bom" motivo, o clichê do "somos crianças especiais" ou o do "precisamos recrutar membros", os dubladores clichês, e todas as outras coisas que eu normalmente não gostaria nesse primeiro episódio. Porque o episódio passou tão rápido que não deu sequer tempo de preparar, em meio à beleza estética, comentários aleatórios sobre curiosidades desde escritores romanos a fenômenos psicológicos, comédia irônica e uma lucidez incrível de todos os seu clichês. Aliás, uma coisa que me surpreendeu foi optarem por vocais masculinos numa abertura de um anime de harém - é uma escolha ousada mas quem pode, pode. Eu te amo, KyoAn--


Aqui, mais uma grata surpresa. Eu comentei no post de impressões da temporada que eu sempre quis um shoujo com garotos, e que um slice of life com garotos é algo que pode dar muito errado, como já deu outras vezes. Nijiiro Days é o anime shoujo com garotos que eu sempre sonhei. (Em nota: pra quem mais curtir o estilo, recomendo o mangá Cyboy [resenha]; por favor compartilhem suas recomendações também se quiserem!). Os episódios são curtos, tem treze minutos cada, então Nijiiro Days não se leva tão a sério quanto provavelmente tentaria se tivesse episódios com duração maior. O episódio foi leve e divertido, mostrou um garoto se apaixonando (sim, eles são heterossexuais! *gasp*...)  e sendo zoado pelos amigos. Tudo é muito simples, é um slice-of-life shoujo, então os garotos são bishounen e... personagens educados e interessantes, digamos. (Digamos que não são o protagonista de harém shounen padrão.) 
Por outro lado, é diferente de um Kimi to Boku. porque os personagens não são "feitos para serem shipados" nem nada. Eles são amigos, e a história propõe que nós os conheçamos e acompanhemos as conversas deles e coisa e tal. Acho que a grande questão é que a masculinidade deles não é importante aqui, mas sim as personalidades em si: às vezes eles falam de garotas, às vezes eles falam de estudos, às vezes eles falam sobre o nada. Eu gostei muito do que vi, ri mesmo não sendo uma comédia, e gostei de como a equipe de produção optou por fazer algo leve e episódico em 13 minutos. É bom e eu recomendo demais aos fãs de slice-of-life!


Essa aqui foi a minha grata surpresa da temporada. Por que? Porque eu esperava um shoujo de harém muito típico, daqueles que normalmente surgem de adaptações de otome games de sucesso: uma garota sem sal cercada por um monte de rapazes, e... bom, não que não seja isso, mas é bem mais que isso. É uma garota sem sal cercada por todos os lados por um moleque piranha, uma série de cenários que parecem o paraíso na Terra (ou seja lá onde eles vivem), e uma animação extremamente bonita com alguns efeitos baratos porém extermamente fofos e notáveis. Uma história de fantasia e resquícios-"acredito-que-alguém-realmente-tentou" de ficção científica que provavelmente não vai dar muita liga, mas quem precisa de liga com um bishounen que manda uma pedreiragem nível "quer meu último nome emprestado" no primeiro episódio? Tweet meu: "Tudo é bonito, nada parece fazer muito sentido e o mlk se chama kakeru. Quase um Glasslip s2. Adorei". 'Tá aí o resumo do episódio.


Prince of Stride foi a estreia favorita de muita gente, mas... não que eu não tenha gostado, mas diante de todos os comentários positivos que li na Internet sem nem procurar, devo admitir que senti um pouco de "preferia quando se chamava Free!". Porque lembra bastante Free!, mas aquele 1% é um enredo de verdade. O clube de Stride é falido, e aí eles dão um jeitinho de fazer o clube acontecer, o que não é uma proposta muito original. Fato é que o ritmo do episódio não me cativou tanto quanto o de Free!, e não tem a animação do KyoAni (desculpa, fãs do Madhouse!), então foi algo de gosto pessoal mesmo, porque não posso reclamar do episódio em si. Entre os pontos fortes, tem um character design bem legal , um estilo visual colorido bem cativante, e a abertura e o encerramento são sensacionais. Aliás, o esporte Stride em si é muito bem animado e produzido no anime, o que o faz parecer super divertido. (Nota: eu até pensei "caramba, queria jogar um jogo disso" até lembrar que Prince of Stride era um jogo originalmente. HAHA.) Então, foi isso: gostei bastante, mas para mim que sou fã incondicional do KyoAni ficou uma pegada amarga de "Madhouse tentando fazer Free!, medo de que os fãs migrem". Pronto, confessei meu #recalque.



Ideia genial genialmente executada dá em que? Veja Sekkou Boys para a resposta. A produção de Sekkou Boys é composta de gênios, sem mais. Puxa-saquisse? Talvez, mas esse primeiro episódio mostrou que a proposta do anime é muito menos banal do que eu imaginava inicialmente. É o seguinte: tem uma garota que estudou Artes, e ela tem trauma de estátuas. Ela teve que desenhar muitas estátuas ao longo da vida, e nunca podia ter liberdade para desenhar o que queria porque: estátuas. (Quem mais já tentou estudar anatomia para desenho na vida provavelmente consegue entender esse trauma em algum nível.) Um belo dia, frustrada com sua carreira artística, ela se torna uma produtora de idols. "Puxa, que legal, vou produzir uma boyband!" ela pensa, até descobrir que os "boys" são estátuas. Falantes. Pesadelo na Terra estabelecido, ela tem que seguir em frente e, bem, ter sucesso com essas estátuas. Sekkou Boys tem tudo para ser hilário, e espero que se mantenha assim nos próximos episódios. O fato de ter uma dimensão "pé no chão", por mais absurda que a história seja (afinal, a história de como a moça chega naquela agência é bem plausível) é onde reside a comédia da coisa. Confesso também que sou tendenciosa com animes com personagens adultos, e por isso curti muito essa estreia aqui. ^_^; Para quem mais gosta, e gosta também de um bom anime curto, recomendo conferir esse aqui!~


Eu já escrevi um post inteiro só sobre o primeiro episódio de Shouw-Showa-o quê?, então vou deixar aqui só as minhas breves impressões do que eu senti assistindo esse primeiro episódio. O anime é muito, muito bom. A história do mangá ganhou muitos prêmios, e só por esse primeiro episódio foi possível sentir que não é a toa: a autora do mangá, como já havia dito, é versátil e sabe trabalhar diversos sentidos e emoções. E Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu, pelo seu primeiro episódio, parece ser muito sensível. É difícil fazer uma história tão parada, sem nenhuma ação, baseada em uma arte notável pela sua falta de ação, ser tão envolvente em vinte minutos. E ela consegue. Para saber o que eu achei, recomendo dar uma olhadinha no postenorme, eu sei, mas eu escrevi só o que eu precisava dizer - é que realmente tinha muita coisa a dizer)!



A primeira história da terceira temporada de Yamishibai tem um feeling menos psicológico, mais similar à segunda temporada do anime - como eu já comentei na resenha dele aqui no blog. Eu gostei bastante da parte visual, que está mais elaborada também; fiquei com a sensação de que o anime já adquiriu um estilo visual próprio e muito legal. Espero poder acompanhar semanalmente essa temporada, depois de ter maratonado as outras por uma grata recomendação do blog Gyabbo!! ^_^



E era isso que eu tinha para comentar por enquanto! Na verdade, eu também assisti os primeiros episódios de Boku Dake ga Inai Machi, e Ao no Kanata no Four Rhythm, que são duas séries incríveis, cada uma com suas características peculiares que pessoalmente não me agradaram. Boku Dake ga Inai Machi é um tipo de história muito densa (e tensa), que no momento eu confesso que amarelei, e Ao no Kanata no Four Rhythm é um shounen de romance fofo, mas claramente não é pra mim - é, provavelmente, pra garotos mais jovens que eu, ou pro público de Sword Art Online (eu admito que as cenas me lembraram muito a segunda metade da primeira temporada). Enfim.

Espero que tenham gostado dessas impressões! Ah, e quanto aos posts semanais, eu os escreverei sobre Prince of Stride: Alternative, ganhador da enquete do post, e Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu, cujo primeiro post já saiu. Espero que tenham gostado desse post, e que curtam os posts semanais também! (ノ◕ヮ◕)ノ*: ・゚✧  Por favor, deixem aí nos comentários suas impressões sobre cada uma dessas séries, também: gostaram? Não gostaram? Corresponderam às expectativas? Quais vocês estão acompanhando?

Muito obrigada pela visita e pela leitura, e até a próxima!~ ^_^

3 comentários:

  1. Saudações


    De todos os animes que tu citou em vosso post, tenho por mim que YamiShibai 3rd soou decepcionante aos meus olhos. A primeira temporada (2014) continua sendo disparada a melhor, muito embora a estreia da nova fase do anime tenha sido melhor que a da temporada antecessora (2015).

    Haruchika eu gostei muito, com direito a um segundo episódio simplesmente dramático e cativante. Prince of Stride é divertido (muito embora o anime faça aquela curva no meu gosto pessoal). Norn9 entra no mesmo mérito da obra anterior que citei.

    Active Raid não é pomposo, mas diverte bastante. Como será split-cour (terá a segunda temporada em julho), acredito que a obra terá muito o que mostrar até lá. Por sua vez, Sekkou Boys é diversão garantida do início ao fim, com seu nonsense caprichado e muito interessante (não é sempre que os deuses descem à Terra em forma de bustos, para se tornarem ídolos).

    Musaigen no Phantom World é algo que ainda desmistificarei todas as semanas à fio, hehe...

    Showa Rakugo e Shirayuki-hime 2nd são obras nas quais não me faltam palavras. Dignidade acima da média. Os demais animes por ti citados/comentados não pretendo ver, ao menos de momento.

    Muito bom o seu post, nobre. Continue assim.


    Até mais!

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    1. Saudações, Carlílio! ^_^

      Preciso dizer que concordo com a maioria das suas opiniões, apesar de termos alguns gostos para gêneros diferentes! Concordo plenamente com sua opinião sobre Yamishibai, como escrevi na minha resenha: a primeira temporada do anime, que tinha um terror mais psicológico e um feeling mais experimental na minha opinião foi a mais interessante, e o nível decaiu bastante na segunda, apesar de a produção ter ficado mais cara. Esse continua com uma produção boa, apesar de na minha opinião a história não ter me agradado tanto.

      Eu ainda preciso ver os segundos episódios de Haruchika e Norn9, mas concordo que essas três séries de slice-of-life com uma estética doce (tem um quê de semelhança aí, afinal, né?) tem sido bem divertidas! (Apesar de que eu sou suspeita para falar... ^^; otome game é um dos gêneros que eu mais curto!)

      Active Raid terá bastante tempo para se fazer ser visto, sim. Eu acho que minha opinião não tende a mudar, no entanto, porque o anime está adotando cada vez mais o estilo dos super sentai. Também, pudera, já que Naruhisa Arakawa, um grande nome dos super sentai, está no roteiro. Eu pessoalmente não sou fã de super sentai - se muito, gostei de Samurai Flamenco, mas só depois que virou pura zoeira... - então é bem improvável que eu acabe gostando desse título, a menos que resolva ir pelo mesmo caminho de SamuMenco...

      Concordo sobre Sekkou Boys, e Musaigen no Phantom World também, o qual espero muito acompanhar e ler seus posts semanais sobre! E Showa Genroku Rakugo Shinjuu também, claro. E, apesar de não ser tão de Shirayukihime, também é uma série que eu gosto muito. ^_^

      Queria agradecer pela visita e o comentário, e muito obrigada pelo elogio também! Até mais!~

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  2. Oi, Chell!

    Ainda não assisti muitos animes dessa temporada, mas dos que vi, Rakugo Shinjuu é disparado o melhor. Estou adorando o anime (e os seus comentários semanais também).

    HaruChika ainda não me conquistou. Gosto razoavelmente dos personagens, mas acho a parte dos mistérios meio sem graça por enquanto. Sekkou Boys está muito divertido.

    Não tinha dado muita atenção a Nijiiro Days, mas pelos seus comentários, acho que é o tipo de série que me agrada. Vou dar uma chance. :)

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