quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Jogo: Phoenix Wright - Ace Attorney

Oi! Eu sou a Patty K! ★ Agora eu vou escrever aqui no Not Loli também! Yay~! ᕕ(ᐛ)ᕗ  Vou escrever sobre... hm, sei lá, games e coisas kawaii. De acordo com a Chell, tudo que for kawaii tá permitido e eu acho digno. Aí, sei lá, resolvi fazer meu primeiro post sobre Phoenix Wright! "Mas Patty, por que cê tá escrevendo sobre um jogo velho que todo mundo já conhece?" Ah, eu nunca tinha jogado e conforme eu comecei a jogar muita gente me falou que precisava voltar a jogar porque não terminou etc e mais gente também nunca deve ter jogado então é legal falar a respeito, vai que alguém se anima. (?)



Fazia muito tempo que eu queria jogar PW mas nunca fui atrás. O que foi determinante e me fez pensar "Eu preciso jogar!!!!" foi que no Video Games Live de 2015 (você conhece? o VGL é um concerto com uma orquestra tocando músicas de gueimes!!!) (ali é um link pro meu blog porque eu fiz cobertura de imprensa!) tocaram as músicas de PW! <3 Olha só o vídeo que o Kenji gravou. Aí eu vi no grupo de vendas de jogos de DS/3DS um moço vendendo e não deu outra, precisei comprar. Mas porém contudo entretanto... comprei o Justice for all, que, descobri depois, é o segundo jogo da trilogia PW. Acho super confuso esses jogos que não tem uma numeração, poxa vida. ;__;

Bom, depois de perguntar no twitter se dava pra jogar fora de ordem e me aconselharem fortemente a não fazer isso (obrigada!!!!), fui atrás de comprar o primeiro jogo. Felizmente achei na Big Boy Games, uma loja de Campinas. (amo/sou não pagar frete, os correios estão muito abusivos)

O jogo tem como personagem principal o Phoenix, evidentemente, que é um advogado no começo da carreira. Aí durante os jogos ele vai enfrentar todos os promotores mais fodões, claro. Um deles é o Edgeworth, que nunca perdeu um caso. Depois aparece o von Karma, mentor do Edgeworth, que também nunca perdeu um caso. Depois aparece a filha do von Karma, que adivinhem, nunca perdeu um caso, além de ser promotora desde os 13 anos. (isso sequer é possível?) E o Godot, que também nun-- bom, já deu pra entender. Phoenix conta com a ajuda de duas garotas, sua mentora, Mia Fey e a irmã dela, Maya, que está em treinamento espiritual. Sim, é uma médium! Isso vai ser muito relevante para o plot. E não dá para esquecer o detetive Gunshoe, tadinho, que só apanha no jogo inteiro - figurativa e literalmente. E o juiz, que, caramba, é o personagem mais lerdo do jogo. Ele nunca entende nada!!!


Os personagens secundários são todos super carismáticos (com exceção do palhaço Moe, aff, sem graça)! Até os vilões! Alguns vilões me conquistaram tanto que mesmo jogando contra eles fiquei com pena no final?! Tem personagens de um jogo aparecem de novo em outro e isso também é um toque muito legal! Senti saudade da Oldbag no terceiro jogo, poxa, ela só aparece no final, com certeza isso não aconteceria se os jovens de hoje em dia respeitassem mais os mais velhos mas por outro lado ela tirou umas férias muito merecidas afinal de contas ela trabalha demais e ainda ficam chamando pra ir na corte e testemunhar crimes e todos os meninos que ela gosta acabam se dando mal e o Edgey-poo nem liga pra ela e RAT-TAT-TAT-TAT-TAT



O jogo tem um lado cômico bem forte, por isso os exageros e os plot twists mais inesperados caem muito bem nele. (alô Polly) Além das "batalhas" na corte, também tem a parte de investigação. Você sai por aí procurando pistas que possam ajudar seus clientes, fazendo um trabalho melhor que o da polícia e até pegando coisas na casa dos outros para apresentar pro juiz! (gente, isso não é, tipo, crime? sei lá, cê é um advogado, não policial)

A trilha sonora é 11/10. Estranhei um pouco quando as músicas mudaram do primeiro pro segundo jogo, mas depois acabei acostumando. Inclusive eu resolvi comprar o jogo por causa da trilha, então já dá pra ver que é maravilinda, né? Os compositores dos três jogos são respectivamente Sugimori Masakazu (trivia: ele fez a voz japonesa do von Karma), Akemi Kimura (ou Naoto Tanaka) e Noriyuki Iwadare.

Sobre eu jogando... Foi vício desde o primeiro caso!! Não sou muito de jogar viciadamente, tanto por causa do tempo escasso como por preferir jogar aos poucos, mas não conseguia parar. Terminei o jogo em uma semana, tirando o caso extra. Aí veio esse tal Rise from the Ashes e eu demorei mais tempo nele do que no resto do jogo inteiro, lol. Apesar de ser cansativo às vezes, é excelente e valeu muito a pena! Só senti falta da Maya, que não aparece, mas a Ema também, hmmm, é legal como coadjuvante. (tem que falar bem dela porque a Chell gosta réré) (brincadeira, ela é legal, sim)


O segundo jogo, Justice for all, traz uma personagem feminina para a corte, a promotora Franziska, aquela personagem que a gente ama odiar. Também traz uma novidade: os psychelocks. A partir de agora você consegue perceber quando uma pessoa está escondendo alguma coisa e pode apresentar as evidências certas para quebrar esses cadeados psíquicos e ouvir dela a verdade. No começo eu torci o nariz, mas depois acabei acostumando. O primeiro jogo é mais, como direi? Racional e concreto, aí a partir do segundo começa a pender pro lado do "sobrenatural". Quer dizer, cês já imaginaram um juiz julgando um caso de possessão espiritual?? Tem alguns casos excelentes, mas particularmente é o jogo que eu menos gostei da trilogia.

O terceiro jogo, Trials and Tribulations, tem o Godot. Ponto. Só isso já o torna o melhor. ♥♥ #husbando Adorei a narrativa construida pela sequência dos casos. Tem flashbacks com a Mia e é muito bom jogar com ela pra mudar um pouco. O desfecho é simplesmente maravilhoso, serião, não tem como eu falar mais sem começar a dar spoilers. Apenas joguem. E cliquem aqui para ouvir a música do Godot em muitas versões em loop infinito para sempre, obrigada.

Então... Não é recomendado MESMO jogar os jogos fora de ordem, já que as coisas que acontecem acabam influenciando os jogos posteriores. O segundo é influenciado pelo primeiro e o terceiro é ainda mais influenciado pelo segundo. Tem uns flashbacks pra relembrar o que aconteceu, mas é óbvio que é muito melhor descobrir as coisas na sequência.

Agora estou com um vazio existencial por causa do vazio na minha carteira que me impede de comprar os próximos jogos. São eles: Apollo Justice, Dual Destinies e Ace Attorney 6 (AGORA VOCÊS RESOLVERAM NUMERAR?! TÁ MEIO TARDE, NÃO?!). Também tem o spin-off Edgeworth Investigations, mas infelizmente só o primeiro saiu no ocidente. E tem um crossover com Professor Layton. E um filme! Pode um parágrafo pra ele?

O filme é feito baseado no primeiro jogo. Tem algumas mudanças, evidentemente, já que não dá pra condensar todos os casos em duas horas. Ele pega mais o último caso, mostrando um pouco do caso da Maya antes pra apresentar a personagem. Fica bem corrido e um pouco confuso, eu entendi o que estava acontecendo porque já tinha jogado, mas o Gald ficou cheio de dúvidas. Sei lá, o filme tem um feeling mais sério e dramático e eu acho que se ele tivesse focado no humor teria sido mais legal. A Maya no filme é tão gloomy, a personagem não é assim :| #chateada #sorriaMaya

E essa foi a primeira visual novel que joguei! (também teve Long live the queen, mas o feeling é meio diferente) Será que Phoenix Wright é a porta de entrada para drogas mais pesadas??? Aceito recomendações de outros jogos no estilo!!! :D

PS: #vaitercosplay

Bye bye! (´・ω・`)

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