domingo, 21 de dezembro de 2014

Anime: Psycho-Pass 2 - Esperava mais Weber e tive Datena.



Eu olhando as screenshots dos episódios na pasta de Psycho-Pass 2.

Enfim, Psycho-Pass 2 chegou ao seu fim. Depois de uma primeira temporada muito aclamada, uma festa de anúncios prometendo grandes lançamentos para a série e muito hype, estreou em outubro a segunda temporada do anime Psycho-Pass, de 2012 [resenha].

Conforme disse no meu post de primeiras impressões da temporada de Outono, Psycho-Pass 2 era uma das séries que eu estava aguardando mais ansiosamente e, ao mesmo tempo, que estava mais receosa para conferir. Ansiosa pois, após maratonar a primeira temporada de Psycho-Pass, esta ganhou um grande espaço no meu coração. Com um roteiro inteligente e dinâmico e uma caracterização forte, além de boa música e visuais, Psycho-Pass conseguiu fazer algo bom com todas as qualidades que eu mais prezo nas obras de ficção, e ganhar uma posição lá no alto na minha lista de séries de anime favoritas.

E o que dizer da segunda temporada? Os últimos três meses foram de decepção para muitos fãs da série, e eu não me excluo dessa massa. Afinal, as piores previsões começaram a surgir quando soubermos que toda a equipe criativa havia mudado, e ao invés de Gen Urobuchi (Fate/Zero, Madoka Magica, Aldnoah.Zero) como supervisor responsável pelo roteiro, teríamos Jun Kumagai (Hamatora, Persona 4 The Animation) e Tow Ubukata (Soukyuu no FafnerLe Chevalier d'Eon, Mardock Scramble) - um envolvido em Valvrave, e outro que arruinou a franquia Ghost in the Shell com Arise, como diziam as más línguas. O que saiu disso?


No começo, tudo ia relativamente bem. O começo da temporada foi seu melhor momento, tanto em termos de qualidade da produção e direção quanto de roteiro, e naquele momento ainda dava para acreditar que algo muito bom estava por vir, com alguns poucos pontos novos abertos e cenas que incitavam a curiosidade do espectador, em particular daquele que gostou da primeira temporada. Conforme as semanas passavam, porém, fomos ficando mais e mais distantes dos bons personagens, da boa animação e sobretudo do roteiro envolvente que conhecíamos e queríamos mais. À sombra do que foi a primeira temporada, ou as pessoas esperavam demais simplesmente por ser mais Psycho-Pass, ou não esperavam nada por conta dessas mudanças, e é claro que isso também influencia os rumos da produção.

Agora que terminou, conheço muitas pessoas que usariam os piores adjetivos para descrever Psycho-Pass 2. Eu colocaria de outra forma, porém: "apenas mais uma". Mais uma série de anime horrível, criada pra encher linguiça, dentre tantas outras que surgem todos os anos.


Não teve nada de especial; não teve nem mesmo algo que de tão horrivel pudesse tornar a experiência melhor. Eu já disse aqui que meu anime favorito desde que me conheço por fã de anime é Code Geass, e Code Geass passou por algo parecido. Similarmente, até hoje me considero fã da primeira temporada de Code Geass mas não tanto da segunda. Mas a segunda teve algo de interessante: se não poderia se equiparar à primeira, ela tomou como meta pra si elevar uma das características da primeira temporada - as partes ridículas e as reviravoltas dela - a um extremo épico, que se não agradou da mesma forma os fãs, pelo menos conseguiu ter alguma graça.


Psycho-Pass 2 não conseguiu nem um, nem outro. Sob a supervisão de outra equipe, não quis se arriscar para não fazer tudo errado, e acabou sendo um repeteco da primeira temporada (o que em geral é uma péssima ideia por si só, afinal quem quer mais do mesmo pode muito bem assistir de novo) só que sem o encanto desta. No fim das contas, tudo foi literalmente uma grande encheção de linguiça, na minha opinião e na de muitos. Todos tem dado suas opiniões de qual foi o principal motivo para isto acontecer, e eu diria que foi uma junção de fatores.

O motivo principal, na minha opinião, é que o roteiro é claramente mil vezes menos inteligente. Não foi simplesmente um caso de perderem a mão do roteiro, como acontece vez ou outra, e talvez tenha sido este o caso de Code Geass. Foi, sim, um caso de terceirizarem o roteiro, como bem ouvi falarem. Mudaram toda a equipe, e antes que esta pudesse sequer estudar a série - cujo universo é bastante denso - para criar um roteiro adequado, já começaram a produzí-la. É claro que isso tende a não dar certo, ainda mais porque os novos responsáveis já demonstravam uma tendência forte a imbecilizar histórias inteligentes fazerem coisas com uma pegada diferente, pra ser gentil. A série estava com mais cara de "policial" desde o começo da temporada, o que não é um problema por si só, mas é um problema quando se está fazendo uma continuação de uma série cujo foco em momento nenhum foi o lado violento/grotesco das investigações e outros clichês de séries policiais, mas sim o lado do impacto social, com alguns momentos de violência psicológica mais impactantes. Aliás, a primeira temporada de Psycho-Pass era muito mais voltada para a exploração daquela sociedade distópica, e justamente por isso tinha um universo denso demais para essa mudança tão drástica e súbita, na minha opinião. Essa mudança de tom, que se manteve, certamente foi ruim para a experiência de muitos fãs, então não surpreende que estes se decepcionem aqui.

Abrindo um parênteses pra exemplificar, preciso dizer que uma das coisas que mais haviam me encantado na primeira temporada de Psycho-Pass, e que eu senti falta logo de cara na segunda, foi a quantidade de leituras feitas pela equipe criativa. O roteiro da primeira foi fortemente embasado em boas ideias de autores desde Michel Foucault até George Orwell. "Fortemente", eu digo, a tal ponto que os personagens citavam frases de livros a todo momento, o que, como já coloquei na resenha da primeira temporada, ao mesmo tempo em que criava um campo comum entre o protagonista e o antagonista - a paixão pelo saber - fazia sentido naquele universo em que a informação era censurada, professor era uma profissão superada, e todo o conflito da série era no fundo um debate ideológico. Por mais que isso incomodasse a alguns (por soar "pretensioso" ou o que fosse) não dá para negar que em alguns momentos isso chega a guiar os conflitos da série - o que significa que eles tem um rumo. E me sinto que nem uma professora falando isso agora, mas é verdade: por mais que você saiba fazer uma série policial com explosões, não é a mesma coisa sem as leituras.

A segunda temporada começou com um rumo muito vago que foi se diluindo em mil possibilidades - obviamente ninguém sabia muito bem o que estava fazendo ali, né? - até que, entre graves furos e frases bregas, o roteiro se perdesse na sua própria falta de noção e planejamento. O eixo norteador da história da vez - que por sinal foi tratada como somente isto, uma "história da vez", desconsiderando todos os efeitos do "caso Makishima" para aquela sociedade, afinal quem disse que os roteiristas ligam pra'quela sociedade? - era uma pergunta em engrish ("What Color?" - vocês realmente acham que alguma história realmente boa iria girar em torno disso? Aliás, quem mais raios deduz que "WC" é What Color? Só o policial de Zankyou no Terror, mesmo.) a qual teve interpretações duvidosas desde o começo. A lógica difícil de acompanhar só piorou com as explicações pseudo-científicas pra tudo, que pegam o sci-fi fantástico da história original e o elevam a um nível absurdo.

Ademais, a primeira temporada era uma que podia se dar a liberdade de rir de si mesmo em alguns momentos sem perder seu rumo e cair na imbecilidade e na banalidade - vide Spooky Boogie, hyper oats, etc. Isso é algo que eu reparo muito em séries pois, pessoalmente, prezo muito essa característica em um roteiro, acho que evidencia genialidade, e isso não aconteceu aqui. Psycho-Pass 2 pouco ri de se mesmo, porque não dá conta de se arriscar. Com isso, temos coisas absurdas apresentadas com a maior seriedade em technobabbles extensivos. Por exemplo: coisas como o joguinho com hologramas (que na verdade seria um simulador) eu consigo entender, aceitar e até curtir, por ser engraçado, mas não esperem que eu leve a sério a história de 184 corpos e 7 cérebros misturados em um Frankstein só sem questionar pelo menos por que eles usaram tantos corpos assim. A exposição extensiva, aliás, foi outro ponto fraco da temporada. Em um determinado ponto confesso que não tive mais paciência pra tentar entender toda aquela exposição de ideias totalmente furadas, e sei que não fui a única.

Pra justificar as falhas de roteiro, alguns poderiam ainda culpabilizar os personagens. Dizer que o Kamui simplesmente não era um personagem tão bom quanto o Makishima, ou que a Akane não era tão inteligente quanto o Kogami. Mas isso não é verdade. O problema já começou quando vários personagens sem importância foram introduzidos, o que nunca é um bom sinal pra uma série que já tem um universo muito bem construído cuja continuação teria apenas 11 episódios, afinal sinaliza que muitas coisas vão ficar em aberto ou ter uma conclusão pífia.

O próprio Makishima não era o personagem mais forte da primeira temporada, e Kamui mostrara-se muito interessante nos primeiros episódios - por exemplo, o choro dele logo no episódio 2 porque a Akane não havia descoberto o plano dele foi realmente interessante. Dava uma pista de que ele próprio poderia se ver como "vilão" do sistema, sistema este representado na Akane, e que ele não gostava disso por algum motivo, e que portanto ele era potencialmente um inimigo sensível à dor humana, coisa que o Makishima nunca foi. Tinha muito potencial para algo diferente e impactante ali. Nada disso foi explorado, e no fim das contas, tivemos um personagem cuja característica era não ter característica. Ainda assim, vou na contramão de quem diz que Kamui é um péssimo antagonista: eu o acho ótimo, muito melhor que o "malvado" (ah, tão maniqueísta, essa temporada!) Tougane. Apenas mal desenvolvido e deixado de lado em prol do "garotinho com mommy complex".
Similarmente, a própria Akane foi colocada num pedestal que não é digno da "garota escolhida pelo sistema endurecendo através das pancadas" da primeira temporada. E mesmo assim as mudanças dela no começo da temporada são cativantes. Por exemplo, a primeira cena com a Akane fumando, enquanto a coisa ainda parecia bem dirigida, realmente foi chocante. O problema é que depois isso é naturalizado com a notícia de que "é assim mesmo porque o Tougane sempre faz o psycho-pass dos inspetores escurecer".

Essa desculpa é covarde na medida em que foge totalmente da proposta inicial da série e do conceito inicial de psycho-pass pra introduzir um novo - o de psycho-pass coletivo - que não teve tempo de ser bem explicado e deixou muito em aberto. Ao mesmo tempo, foge da ideia de ciclo vicioso do sistema: o culpado pela corrupção da Akane não é o sistema, como foi com todos os outros inspetores, mas sim um "poder mágico" do Tougane, que é um sujeito com conexões e coisa e tal, afinal todo mundo agora é um special snowflake. Em nota: ainda que tenha um revestimento de "coletividade", defendo que essa segunda temporada tem uma visão muito mais individualista (e ingênua) do que a primeira, em que todos os individuais devem ser checados constantemente em favor da perpetuação da sociedade em sua plenitude.

Poderia dizer mais aqui, mas não parece valer a pena criticar mais. Em uma palavra, eu definiria Psycho-Pass 2 apenas como: anticlimático. No fim das contas, Psycho-Pass 2 foi um fantasma da primeira temporada, covarde e que não ousou sair dos moldes da primeira ao mesmo tempo em que fugiu totalmente da sua proposta mais profunda e decepcionou muitos fãs, acaba ficando em cima do muro e não entregando nada. É chamada agora de "filler season" por aqueles que esperam o filme para apagar o que houve aqui.

Mas talvez não seja tão ruim quanto eu posso fazer soar aqui, afinal eu tenho um apreço por análise sociológica e Grey and Gray Morality maior que muitos. A única certeza é muito diferente do universo que havia sido estabelecido em Psycho-Pass. Não é digno de ser chamado de continuação porque é outra coisa, no máximo um spin-off. E mesmo como uma série isolada, diria que ainda tem problemas graves: um ritmo terrível, problemas de produção, personagens com conflitos muito mal desenvolvidos e individualizados, excesso de exposição, falta de dinamismo - sendo que o que a primeira temporada mais tinha era dinamismo. Os furos de roteiro - que, convenhamos, a primeira temporada também tinha - se tornaram ainda mais evidentes, e os acertos da temporada estão, em grande parte, naquilo que ela repetiu de bom: músicas, visuais - ainda que a animação tenha piorado bastante, provavelmente por conta dos problemas com o cronograma e os lucros abaixo do esperado - e a ambientação em geral.

No entanto, não excluo a possibilidade de que algumas pessoas gostem mais dessa temporada. Talvez alguns achem mais fácil de digerir, talvez alguns gostem dos momentos de violência e sangue exagerados, enfim. Talvez alguns gostem até mesmo do fanservice - a primeira temporada puxava um pouco mais a sardinha dos bishounen, enquanto essa faz questão de exaltar a Akane como "garota fodona" e lembrar do caso da Yayoi com a Shion. A temporada também tem seus momentos. Assim, não faço todas essas comparações com o intuito simplista de colocar ambas as temporadas numa balança de valores e ver qual é a melhor. A grande questão é que a segunda temporada teve um tom totalmente diferente - e que não é o meu. Para mim, só posso dizer que foi: nada. Não acrescentou em absolutamente nada. É uma pena.

E agora... já podemos começar a competição pra ver quem escreve a melhor continuação de Psycho-Pass! Eu estou dentro - e aposto que estou na metade que vai fazer melhor do que essa galera aí.

8 comentários:

  1. Concordo completamente com o seu comentário. Você não comentou de forma exaltada e insultuosa como muitos fãs, e até indicou alguns pontos aceitáveis: o começo relativamente bom da season, a trilha sonora (viciei na opening), e a forma como alguns podem ter gostado do fanservice, que não é exagerado mas está lá, e do facto de esta temporada ser mais fácil de se entender - isto não como uma coisa boa, simplesmente não explora tanto a sociedade como um todo, é muito mais voltada para problemas restritos a um grupo de pessoas. Tem algumas coisas que poderiam até ter dado certo - simplesmente o roteiro não foi as aproveitou. A própria pergunta What color poderia ter resultado muito bem, se fosse resolvida mais depressa e as personagens tivessem chegado a conclusões que as levariam a evoluir, ou se servisse como uma alavanca para o ritmo da história ser mais dinâmico, em vez de ser uma pergunta que surge em quase todos os eps e lhe dá um ar tão parado. A série estava, até diria, boa. Em comparação com tantos animes por aí, salva-se. Mas é esse o problema, tendo em conta que a primeira temporada foi magnífica. Isso deixa-me um pouco triste e frustrada, mas suponho que, até o filme chegar, conseguirei lidar com isso e manter as expectativas num patamar aceitável.

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    1. Olá, Anilyan, seja bem vinda de volta!
      Primeiramente, muito obrigada pelo seu comentário, fico realmente feliz de não ter soado excessivamente crítica! De fato acho que a série teve alguns pontos bons, apesar de a experiência ter sido bem tosca pra mim - e reconheço que isso tem a ver com o fato de eu ser grande fã da S1. Concordo que focar em temas e personagens muito específicos foi um ponto fraco da temporada, e que houve um mal aproveitamento das ideias que pairavam no ar (e com certeza os roteiristas também devem sentir isso; realmente não deve ser fácil desenvolver uma continuação com começo, meio e fim em 11 episódios).
      Concordo também que o problema do "What color" nao foi nem a pergunta em si - apesar de ainda achar meio absurdo o jeito que a Akane descobriu tão rápido o que raios "WC" significava além de "Water Closet"... - mas o fato de que eles ficavam martelando aquilo como se fosse algo super complexo e profundo. Enfim, uma série de errinhos que se transformaram em um erro grande.
      Eu confesso que tenho grandes expectativas pro filme, até porque meu conceito da primeira temporada não mudou... e na verdade, eu acho que minhas expectativas estão num nível "pior do que está não vai ficar", haha. Eu acredito fielmente nisso e só torço pra não me decepcionar. Boa sorte pra gente!

      Muito obrigada pela visita e pelo comentário, Anilyan! Até mais! ( ´ ▽ ` )ノ

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  2. Nossa... não sei comentar tão bem como vocês mas eu realmente não gostei da segunda temp. Concordo com sua avaliação. A primeira me chocou com as questões sociológicas e filosóficas que eles trouxeram baseados em livros famosos ( que eu tentei ler afinal). A segunda tinha que continuar com esta pegada e um novo questionamento sobre aquela sociedade louca e que chegasse até o fã.
    No inicio a pergunta até fazia sentido e o WC em inglês talvez fosse para atingir o maior publico pois em japonês/ kanji/etc iria limitar um pouco (muito) o publico que tentaria entender. ( quando vi pela primeira vez eu estava perto de adivinhar, pois eles dão algumas dicas e a vitima fica repetindo aquela merda de pergunta, quando Akane diz o que era... kkkk... tava me achando um gênio.)
    Teria mais o que dizer... estou reassistindo hehe pra saber o porque eu detestei tanto que nem acabei da primeira vez... mas queria dizer que adorei sua critica. Gostei muito pois é uma serie que tinha e tem muito potencial =D e uma das minhas favoritas. Reassisto e reassisto sempre me dando aquela vontade de conhecer mais e questionar o meu pensamento engessado. bjs

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    1. Olá, Herzabeth! ^_^ Primeiramente, obrigada pela visita e pelo comentário!
      Pois é, concordo plenamente com tudo que você disse. Também estava torcendo na época para que essa segunda temporada continuasse os questionamentos da primeira, mas... bem, como disse, esperava mais Weber e tive Datena. Nada reflexivo, um monte de crítica vazia e sem graça :P E umas pistazinhas assim pra você descobrir coisas... lembro que quando estava saindo todo mundo estava comentando empolgado porque era o máximo tentar descobrir o que estava acontecendo, né? Mas depois que acabou todo mundo ficou tipo "ué?"... Saudades, primeira temporada!
      Espero que seja mais legal da segunda vez! ^_^ Muito obrigada mesmo pelos elogios, Psycho-Pass também é uma das minhas favoritas e acho que também me ajuda muito a desconstruir uns pensamentos. :) Vou ver se faço um post aqui qualquer dia recomendando mais séries assim... enfim, mais uma vez, obrigada pela visita e pelo comentário! Até mais! :*

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  3. Oi, eu estava procurando sabe quantos episódios teriam Psycho Pass 2,li alguns trechos do que você disse, e bom... até desanimei de ver, se o anime não vai continuar seguindo história nenhuma,não vou perder meu tempo1 vendo, achei a primeira temporada muito boa.No caso de code Geass (até hoje também esta na minha lista dos melhores) concordo que a 1 temporada foi melhor que a segunda,mas não acho que a segunda foi tão ruim, não li os mangas, li só alguns trechos, mas parece tudo seguir igual, e achei o desfecho muito bom.Agora ,não irei assistir Psycho Pass 2 kkkk,mas gostei muito da 1 temporada, agora é encontrar outro anime bom para assistir.

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    1. Oi, Matheus! Olha, o anime até tenta seguir alguma história mas eu diria que perde muito a qualidade e acho que muita gente concorda comigo. O filme também tem uma história bem diferente e foi escrita pelo roteirista original da série. Se você gostou bastante de Psycho-Pass eu recomendo sim ver o anime, nem que seja pra criticar, ou para conseguir olhar agora com uma cabeça mais fria e sem as pessoas comentando simultaneamente se é mesmo tão ruim quanto todo mundo acha :P Eu não gostei da segunda temporada de Code Geass em termos de roteiro, mas em termos de empolgação, me empolgou tanto ou mais quanto a primeira!
      Por favor não entenda errado o que eu disse. E sim, eu achei o desfecho interessante, mas o mangá é bem diferente em alguns poucos aspectos.

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  4. Se tiver alguma recomendação de anime eu agradeço kkk

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    1. Tenho várias, é só checar a seção de resenhas de anime daqui do blog! Geralmente eu só resenho o que eu gostei. ^_^
      Aqui tem alguns:
      http://www.notloli.com.br/search/label/resenha
      http://www.notloli.com.br/search/label/anime

      Pessoalmente, Psycho-Pass é um dos meus animes favoritos, assim como Code Geass. Se você ainda não assistiu Neon Genesis Evangelion ou Shinsekai Yori, eu recomendaria os dois também. Também são histórias bastante complexas com muitas reviravoltas e bastante piração tecnológica, se é esse o seu estilo! ;) Se preferir filmes, eu recomendaria também Ghost in the Shell.

      Enfim, muito obrigada pela visita e pelo comentário, e até mais! ^_^

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