sexta-feira, 16 de maio de 2014

Impressões de meio da temporada de Primavera/2014 - Parte 1: JoJo's Bizarre Adventures: Stardust Crusaders, Bokura wa Minna Kawaisou, Haikyuu!!, Ping Pong the Animation, Soredemo Sekai wa Utsukushii, Baby Steps, Isshuukan Friends., Soul Eater Not!, Mekakucity Actors, Kamigami no Asobi, Escha & Logy no Atelier, La Corda d'Oro Blue♪Sky, Black Bullet

Minha reaction pic favorita da temporada.

Impressões de meio da temporada de Primavera/2014:
Parte 1 ✪ Parte 2
 
A verdade é que, como sempre, eu demorei para escrever esse post por causa das ~exigências da vida~, e já estou novamente atrasada na maioria das séries que estou acompanhando - e isso provavelmente vai ser tema de post depois, mas por enquanto, fiquem aqui com as impressões de JoJo's Bizarre Adventures: Stardust Crusaders, Bokura wa Minna Kawaisou, Haikyuu!!, Ping Pong the Animation, Soredemo Sekai wa Utsukushii, Baby Steps, Isshuukan Friends., Soul Eater Not!, Mekakucity Actors, Kamigami no Asobi, Escha & Logy no Atelier, La Corda d'Oro Blue♪Sky Black Bullet, em ordem de preferência.

O post seguinte deve conter (provavelmente, se tudo der certo...) comentários sobre Break Blade - outro da temporada que eu me apaixonei! - Ryuugajou Nanana no Maizoukin, Captain Earth, Gokukoku no Brynhildr, M3, No Game No Life, e Mahouka Koukou no Rettosei, além de Tonari no Seki-kun da temporada passada. O link vai estar aqui assim que ele estiver disponível, portanto volte pra conferir! ( ´ ▽ ` )ノ

(Episódios assistidos: 6/24)

JoJo, que eu devo ter achado que fosse "apenas mais um shounen superestimado" em algum ponto da minha vida, se tornou um dos meus animes favoritos dessa temporada, se não favorito. As razões são muitas: A produção é boa, o estilo da arte é diferente e coerente com o material original, as músicas são legais - eu, pessoalmente, sempre fico com o encerramento na cabeça depois de assistir - e além disso, a história é ótima, tem do drama ao humor (bom) e uma vibe Carmen Sandiego. Resumindo, tudo é bastante especial. Estou realmente apreciando esse anime, apesar de ter sentido no último episódio que assisti uma vibe mais Monster of the Week, e prefiro quando focam nos dramas e missões; Espero que voltem com outras propostas nos próximos.



(Episódios assistidos: 6/?)

Ok, esse aqui é o cúmulo do "eu não esperava gostar disso" dessa temporada pra mim. Minha impressão, ao ver o PV, foi a pior possível - afinal, harém não me atrai, e os estereótipos estão tão grudados ao character design dos personagens que era impossível não me sentir repelida - mas ao ver o primeiro episódio, minha impressão já mudou totalmente. Na verdade, a dinâmica dos personagens não é tanto de harém quanto de slice of life, e apesar de serem realmente estereotipados, eles não são superficiais demais ou sem graça. Pelo contrário, na verdade, são bem identificáveis e engraçados. O visual, apesar de não ser super caro, é bonito, e as músicas chegam a passar um sentimento de nostalgia, de tão "j-pop upbeat e feliz". No fim das contas, é um bom anime, com uma ambientação divertida, e um dos que estou acompanhando com maior empolgação.



(Episódios assistidos: 6/25)

Aqui está um anime que, apesar de estar objetivamente entre os que mais prometiam, eu não esperava gostar um décimo do quanto estou gostando. Ou será que eu gostei tanto assim dele porque minhas expectativas eram tão baixas? De qualquer forma, estou gostando bastante de Haikyuu. Com um feeling "mistura de Ookiku Furikabutte com Kuroko no Basuke", já notado por muitos, eu temia que fosse pender mais para o segundo título (que eu não gosto tanto) do que o primeiro (pelo qual fui apaixonada). Mas, no fim das contas, consigo identificar a ternura e o slash de Oofuri em Haikyuu, e isso basta. É muito adorável!
Aliás, vamos falar brevemente de uma coisa que eu gosto muito em Oofuri, e que até agora parece ter em Haikyuu? O fato de tanto parceiros de equipe quanto rivais serem humanos (e humanos fofos, por sinal!). Porque, na real, no esporte não existem vilões e mocinhos. Ainda que estejam em times diferentes, e até mesmo se alguns tiveram conflitos no passado, todos são pessoas, e é literalmente uma questão de perspectiva. E como na maioria dos animes de esporte os rivais são colocados no lugar de "inimigos" ou "vilões", à la shounen, eu gosto de quando esse não é o caso. Temo um pouco pelo próximo episódio, já que o personagem novo parece ser mais "vilãozinho", mas, independentemente disso, até agora estou achando tudo bastante positivo. Rock on, Haikyuu!






(Episódios assistidos: 5/11)

Esse aqui, de acordo com a minha primeira impressão, podia dar horrivelmente certo ou horrivelmente errado, e felizmente não foi o segundo caso. Desde o primeiro episódio, minha impressão não mudou muito. Ainda estou curiosa para ver no que vai dar, e feliz com a progressão dos eventos. O modo que o anime lida com frustração é dolorosamente realista, e tem o tipo de sensibilidade ao retratar os personagens que é difícil de descrever, mas requer muito cuidado da parte dos escritores. Não é difícil saber o que você vai achar; Basta ver o primeiro episódio pra sentir a vibe, que é bem polarizante. Não é para todos os gostos, definitivamente, mas não deixa de ser ótimo pra quem gosta de coisas mais alternativas e/ou realistas - ainda mais porque, dentro do gênero "esporte", isso é bem pouco comum.



(Episódios assistidos: 5/12)

Apesar do começo meio incerto, não é que Soredemo Sekai Utsukushii acabou se tornando um dos meus favoritos da temporada, com a sua doçura e delicadeza? Trazer à tona os fenômenos naturais, não por uma ótima ambientalista, mas sim para destacar a magia das forças da natureza, é algo que eu considero incrível. Falando assim, parece meio hippie, mas é realmente bonitinho e o fato de ser uma história de jovens com o intuito de mostrar a beleza do universo é algo que considero raro e precioso - vide meu apreço por Hatenkou Yuugi - e me faz gostar ainda mais do anime.
Outro ponto positivo é o relacionamento entre os personagens principais, que têm uma dinâmica linda, já que ambos são adoráveis e tem personalidades fortes que ora se bicam, ora se complementam. No fim, quase tudo passa uma sensação de "refrescância" e alegria que tem crescido muito em mim.



(Episódios assistidos: 6/25)

Aqui temos um anime de esporte muito mais convencional que Haikyuu ou Ping Pong, mas bem-humorado e doce. Eu estou acompanhando três animes de esporte nessa temporada, o que definitivamente não é normal, e dos três, Baby Steps é aquele que eu normalmente abandonaria, apenas por ser numa primeira impressão mais convencional.
Na realidade, porém, eu me senti presa desde o primeiro episódio. O anime começa com acontecimentos no futuro, e depois mostra a trajetória que o protagonista percorreu para chegar ali. Considerando o quanto ele desenvolveu suas habilidades em pouco tempo, é inevitável não ter alguma curiosidade sobre como ele fez isso, e foi por isso que eu comecei a acompanhar Baby Steps. Além disso, parece que podemos ter um romance se desenvolvendo no plano de fundo, e a sensação de "tudo é muito fofo!" é forte aqui também. Apesar de ficar um pouco repetitivo em alguns momentos, acho que Baby Steps tem se mostrado ser um bom anime dentro do seu gênero, e tenho acompanhado sem esforços.



(Episódios assistidos: 6/12)

E aqui temos um exemplar legítimo de "anime (shoujo? Talvez?) causador de diabetes"!  Pode não ser a coisa mais impactante que eu já assisti na vida, mas é tudo muito, muito fofo, desde o estilo da arte e cores. A proposta, que achei meio bobinha no começo, na verdade até combina com o anime. O anime não é nem um pouco pretensioso, e é sim meio "bobinho". Até os personagens - principalmente a última que apareceu, posso dizer? Mas é muito levinho de se assistir, e relaxante. Me lembra uma espécie de Kokoro Connect, mas com menos drama, com conflitos atenuados e as mesmas condições médicas misteriosas.
Aliás, por falar nos conflitos, preciso confessar uma coisa: Incrivelmente, o relacionamento que mais me desperta curiosidade é o da Kaori com o Kiryu, e apesar de ter medo de um triângulo amoroso, acho que seria uma possibilidade de desenvolvimento para além do "morno" e "não-impactante" desses primeiros episódios. Não quero agourar o ship de ninguém, mas vamos ver...



(Episódios assistidos: 5/12)

O que eu esperava: Shounen e moe. O que eu tive: Yuri (Yuri do ano, posso dizer?) e moe. Sinceramente, isso não era o que eu esperava, mas não foi uma decepção. Estou achando engraçadinha, e até original, essa coisa de "fofura e yuri num universo preestabelecido por um shounen". A produção não é top, mas também não é ruim, e eu adoro coisas fofas, então está bom por enquanto. Me deu vontade até de conhecer a obra original - leia-se Soul Eater, que eu nunca assisti além do primeiro episódio - para entender coisas como as tais bruxas, e eu imagino se isso está acontecendo em larga escala - digo, de fãs de um dos gêneros/ambientações acabarem sendo atraídos para a outra obra, no caso de Soul Eater e Soul Eater Not!.
Realmente, Soul Eater Not não é Soul Eater. Mas, pra uma jogada de marketing, também não é ruim. E como alguém que não conhece muito bem Soul Eater, mas não se opõe a conhecer, tem sido uma boa experiência.



(Episódios assistidos: 4/12)

Hum... Mekakucity Actors. Eu julgo razoável, exceto pelos momentos em que os quirks do estúdio de animação se sobressaem à história do anime, ao material original, a tudo que realmente me importa - e eu já não gosto de estúdio, então fica difícil. Minha impressão inicial, portanto, se mantém. O desenvolvimento tem sido legal, apesar de ter achado o episódio 4 (o de Kagerou Days - ótima música, por sinal!) um pouco confuso, provavelmente foi culpa da minha desatenção - lendo a explicação de outras pessoas, até faz sentido, mas eu não entendi na hora que era pra ser um loop. Onde eu quero chegar: O estilo artístico do SHAFT, que não é ruim, as vezes confunde um pouco em relação aos fatos, com todos aqueles closes e toda a intensidade que ele tem, e eu não tolero bem isso. As músicas, claro, são fabulosas - como muita gente, eu não conhecia antes, mas me apaixonei por Kagerou Project ♥. Além disso, a produção é boa. Então continuo acompanhando, assim, meio aos trancos e barrancos.



(Episódios assistidos: 6/12)

Kamigami no Asobi é tão ridículo que eu não consigo deixar passar. Tem tido um desenvolvimento pífio, mas eu continuo vendo provavelmente por teimosia, e porque vivo assistindo esse nível de "harém reverso ruim". É engraçado às vezes - o último episódio, por sinal, que finalmente focou no personagem que eu estava esperando (♥) foi o maior exemplo de "tão engraçado quanto ridículo". Porque... a proposta são deuses gregos em uma escola. Sei lá. Não dá pra simplesmente ignorar.



(Episódios assistidos: 3/12)

Para um anime baseado em um jogo popular e que provavelmente foi muito aguardado, penso que a qualidade do anime de Atelier seja questionável. Com certeza tenho achado a história divertida, mas grande parte da graça para mim está no fato de ser um tipo de fantasia medieval própria de RPGs, já que eu sou facilmente atraída por esse tipo de ambientação "dentro de um RPG", mas não posso dizer que a produção do anime tem mérito nisso. Os personagens, em geral, são legais, mas provavelmente seriam ainda mais legais se fossem mais complexos e com vozes menos irritantes. A animação, como típico da A-1 Pictures (Sword Art Online, Uta no Prince-Sama) é bonita e tem belos efeitos, mas pouco refinada. Enfim, como adaptação de RPG, não me parece ser o tipo que chega a agradar os fãs do material original, mas é... decente. Pra mim, pode não estar sendo o suprassumo da animação, mas fica no "assistível".



(Episódios assistidos: 5/?)

Esse, confesso, tem sido dos títulos mais arrastados para acompanhar dessa temporada, para mim. A sensação de "nada acontece" permeia os episódios inteiros, e sei que o propósito de um anime baseado em otome game não é exatamente "coisas acontecerem", mas com o tanto de investimento na música, e o fato de ser uma terceira temporada, eu imaginei que fosse mais interessante. Não, é exatamente a coisa entediante e previsível que você espera de um "shoujo baseado em otome game mediano". Eu realmente só estou vendo porque tenho como uma meta ver todos os animes desse gênero de porcarias deliciosas, mas dizer que estou gostando, hmm, não.
E como diria o bilhete misterioso: Você atingiu seu limite? Se for esse seu limite, desculpa, La Corda - Eu não gosto de você. (P.S.: Sim, ainda me faz sentir saudades de UtaPri.)



(Episódios assistidos: 5/13)

Ah, Black Bullet. A história tem a intensidade de um shoujo baseado em otome game, o que, traduzindo, significa que não tem intensidade nenhuma. A animação é bonita, mas o estilo é batido, e não nos salva do sentimento de tédio geral. Adicione a isso um pouco de technobabble e personalidades forçadas, e esse é provavelmente, junto com La Corda, o anime que eu menos sei por que estou acompanhando... na verdade, não tem nenhuma razão além de teimosia. A grande graça, na real, tem sido a loli com uma quedinha pelo protagonista, e quando pedofilia é a grande graça, bem...



Eeee por enquanto é isso. Gostaria de escrever todos de uma vez, mas além de não caber nas tags, infelizmente não tenho tido mesmo tempo; Mas, como disse, isso é assunto pra outro post. Por hora, fiquem com esses comentários, e sintam-se livres pra acrescentarem os seus nos comentários abaixo!~  (ノ◕ヮ◕)ノ

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