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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Anime: Buddy Complex - Meus empather levels com essa série estão em 90%.

"As aparências enganam" descreve bem Buddy Complex.

EU ESTOU SUPER FELIZ POR ESCREVER A SEGUNDA RESENHA DE BUDDY COMPLEX DESSE BLOG. (A primeira está aqui!)

E espero estar igualmente feliz quando for escrever a terceira, quando acabar a segunda temporada.

Quanto ao fim da primeira temporada: Eu estou confusa, mas satisfeita. Mas definitivamente confusa. Definitivamente não vou conseguir acompanhar o resto se não resolver essa confusão logo. Então, tenho lido várias coisas, e vou tentar escrever algo coerente aqui.

Buddy Complex é um anime que eu meio que me orgulho de ter acompanhado. "Orgulho" não por nada além de ter escolhido bem algo que numa batida de olho parecia extremamente sem-graça, mas alguns detalhes bem-feitinhos me fizeram acompanhar, e eu fiquei bastante feliz com o resultado, que aparentemente foi satisfatório o bastante ao menos pra garantir uma segunda temporada ou split cour. Sem falar que, em 2014, se você assiste um anime com um beach episode que serve de desculpa pra desenvolvimento romântico, e ele não tem fanservice excessivo e acaba sendo até agradável (eu jurava que ia ser totalmente aleatório e awkward)... é o bastante pra comemorar e se orgulhar, eu acho...


Buddy Complex conta, a princípio, a história de um estudante chamado Aoba Watase. Aoba vive no ano 2014, como um estudante colegial relativamente normal, até dois jovens chamados Bizon e Hina aparecerem no seu tempo-espaço e o enviarem para ~o futuro~, mais precisamente 74 anos no futuro. (Sim, "74" é um número que soa bem arbitrário.) Aoba é jogado nesse futuro sem nenhuma orientação além de: "Dio está esperando por você." - e é claro que, chegando lá, Dio nem sabe quem ele é.



Eu preciso dizer que já gostei desse começo, porque achei hilário. Enquanto em outros animes teríamos um desastre ocorrendo paralelamente e Aoba sendo recrutado pelo seu bom desempenho acadêmico ou algo do tipo, nesse caso o desastre... ele é provocado por pessoas vindas do futuro; Ele simplesmente não existe no "universo" de Aoba. Aoba é um garoto como eu e você, supostamente vivendo até na mesma era, no Japão. De repente, alguns humanos do futuro (?!) o enviam para um tempo futuro, pra fazer algo importante que só ele pode fazer por algum motivo obscuro, e lá ele encontra outros humanos estranhos que o recrutam para o seu time em uma guerra cujas razões para ocorrer ele desconhece completamente. É tudo muito "oi, que?".


Não só, ele há de ter sido escolhido literalmente a dedo, porque o garoto é muito estúpido. Ok, ele tem boas notas e tudo mais, mas ele vai para a guerra como outros iriam pro circo. Ele não está nem chorando e angustiado por ter sido lançado em um futuro onde uma guerra acontece. É literalmente o protagonista de shounen de luta teletransportado prum universo de guerra com mechas. Então ele está lá, lutando super feliz no meio de uma guerra política de um universo que ele nem conhece depois de ser recrutado por uma viajante temporal desconhecida, e ele fica mais feliz ainda quando encontra essa garota no meio da guerra, sendo que ela é, por sinal, uma inimiga nesse universo. Verdade que a lógica passa longe, mas é tudo engraçadíssimo.


E é nesse cenário que Buddy Complex se desenrola! Buddy Complex é sobre: Você, que está tão perdido quanto Aoba nesse universo estranho, mas se divertindo igualmente; Aoba tentando conquistar uma garota desconhecida toda-poderosa do time inimigo sem um mínimo de bom senso; Termos técnicos adoravelmente cheesy e ambíguos ("Let's Coupling"!); Personagens (femininas e masculinas, jovens e velhos, rivais e aliados) legais, um humor ingênuo e estúpido, mais presunto com queijo, eventuais clichês idiotas e amarração de nós/reviravoltas de última hora - porque nem tudo é flores - BIZOOOOON, em resumo, comedy gold.



Em termos de enredo, Buddy Complex não é genial.  Nem de animação. Nem nada. Buddy Complex é bem regular, na maior parte do tempo. A abertura é a coisa mais "Blast to the Past" mecha-de-anos-90 que poderia existir; Idem o character design, que também é bem nostálgico, e lembra, por exemplo, Gundam Seed, entre outros do começo dos anos 2000, pelos traços e as cores, só que com um acabamento mais bonito. Essa nostalgia toda é parte do seu apelo, eu diria, para as pessoas que assistem anime - em particular, anime de mecha - há mais tempo; Eu mesma não sou nenhuma louca por anime de mecha genérico de uma década passada, apesar de curtir razoavelmente, mas eles deram uma repaginada na fórmula com personagens e interações divertidas e o que me parecem ser inspirações de outros gêneros, e não é que funcionou bem?



No mais, foi o que eu disse na resenha passada: Na maior parte do tempo, Buddy Complex é apenas sólido na sua apresentação. Na maior parte do tempo. Sem reviravoltas que não caibam na história, sem grandes inovações. Na verdade, a história em si já é tão bizarra que comporta vários absurdos, então isso é o que tem acontecido. Mas depois de termos séries recentes como Valvrave, entre outras com proposta semelhante também vindas do estúdio Sunrise, isso chega a ser surpreendente. Eu mesma não esperava gostar desse anime pelo quão genérico ele parecia ser, levando em conta que eu sou público das bizarrices e reviravoltas malucas. E no fim das contas, eu, como outros, estou muito investida emocionalmente e quero ver a segunda temporada logo. ♡

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