segunda-feira, 10 de março de 2014

Anime: Psycho-Pass - Citando Weber mais um pouco.

"Vivemos em uma era onde a tecnologia pode ler tudo em sua mente, e mesmo assim o mundo está infestado de gente que odeia, mente e tenta ferir os outros. Se isso não é ilógico, o que é?" (Psycho-Pass ep. 1, legendas por ANSK)
Conforme disse nesse post, eu me apaixonei por esse anime e escrevo uma resenha na tentativa de convencer ao menos uma pessoa a assisti-lo, porque o considero subestimado. Tem anime que é ruim, tem anime que é bom, e tem anime que é uma porrada no estômago, e Psycho-Pass se enquadra nas duas últimas classificações. Sinto que todos deviam aprender com Psycho-Pass, e com todos eu digo "pessoas", porque tem reflexões importantes, mas particularmente "produtores de anime", porque ei, alguns parecem esquecer que é possível passar mensagens inteligentes sem ser sem-graça. :)

Psycho-Pass foi um anime que eu vi recentemente e que me ganhou com tamanha facilidade que até eu me surpreendi. Minha experiência foi a seguinte: eu vi dois ou três episódios do anime quando ainda estava passando, porque pessoas cujo gosto eu confiava tinham gostado realmente do anime. Pessoalmente, eu os achei entediante; Não horrível, mas entediante, nada novo: distopia futurística, tecnologia controversa, um grupo de investigadores. Um anime de mistério/policial estilosinho, mas bem dentro dos padrões. Não que não faça meu tipo, especialmente se for bom, mas nada que normalmente me faça parar tudo pra ver.

Mais ou menos um ano depois, lá estava eu de novo. Então, resolvi desenhar um gráfico pra demonstrar - graficamente! - minhas impressões como espectadora de Psycho-Pass.

(Basicamente.)

Em nota, a experiência que tive com Psycho-Pass me lembrou Shiki. Shiki foi outro anime que eu empaquei no começo para ver, mas quando me empolgou, eu vi muito rápido e gostei demais de verdade. Acho que se assemelha da seguinte forma: é uma daquelas séries em que um caso misterioso deve ser resolvido, e no começo o caso é simples e os personagens são desinteressantes - afinal, eles são desconhecidos - mas como a dimensão psicológica dos personagens é muito boa, você vai se afeiçoando a eles ao mesmo tempo em que eles progridem na investigação; Conforme eles próprios vão se envolvendo emocionalmente no caso, você também se envolve emocionalmente com eles, e conseqüentemente, com a história.

O resultado final é muito bom. Então, isso foi pra introduzir o feeling. É claro que Shiki e Psycho-Pass são diferentes em muitos pontos - desde o estilo da arte, que é bom e único em ambos mas definitivamente diferente, até a mensagem que quer passar num sentido sociológico, e, obviamente, a ambientação. Mas levando em conta que ambos ocuparam o mesmo slot (o segundo slot do noitaminA) as semelhanças podem até ter um fundo de sentido.


Bem. Psycho-Pass. Já disse que é uma história que se passa em uma distopia futurista - mais precisamente, no ano de 2112. (Tipo, o ano em que saiu o anime somado um século.) A protagonista é Akane Tsunemori, uma jovem de 20 anos recém-graduada no que eu acredito que seja o equivalente do "Ensino Médio" - é um mundo sem universidades, e nunca é especificado, podemos supor que é um ensino geral - e ela é convocada, através do sistema de inteligência que organiza a sociedade desta época, para participar de... várias instituições, já que as notas dela foram excepcionalmente boas. De todas as instituições, ela acaba escolhendo o departamento de segurança do governo, um cargo de altíssimo nível para o qual, segundo o sistema, ninguém mais estaria qualificado. Ela o escolhe por isso: De certa forma, porque quer ser útil para a sociedade que ela respeita.

O mundo de Psycho-Pass se parece com o nosso - na realidade, a idéia é que ele seja o nosso daqui a um século, né. No entanto, nele, o Japão é um país fechado, totalmente monitorado por diversos equipamentos de vigilância, tido como o país com o sistema de segurança mais eficaz: o Sybil System. O Sybil System monitora literalmente até o fio de cabelo de cada cidadão - suas intenções, nível de estresse, hábitos e atividades, dentre tantos outros fatores. A partir de todas estas informações, ele traça o perfil de cada usuário - incluindo o tal do Coeficiente Criminal, isto é, o quanto de crimes o sujeito cometeu (ou potencialmente cometeria) - e estes dados servirão para monitorar qualquer possível ação infratora em todos os pontos da cidade. Também com esses dados, por exemplo, pessoas são selecionadas para determinadas profissões, como aconteceu com Akane, e várias outras coisas. Então, o Sybil System é o medidor social em um mundo altamente informatizado e pacificado. E controverso, também.


É no interior desse complexo sistema que a jovem Akane passa a se ver. Trabalhando num departamento típico, com alguns detetives, um chefe, os "cães de caça", uma seção de inteligência, e assim por diante. Nada novo aí. O universo de Psycho-Pass é pouco complexo, mas bem coerente - todo o technobabbling dos primeiros episódios pode ser cansativo, mas nada é de graça; Tudo serve para situar o espectador nessa sociedade hipotética, para poder então tecer as críticas a ela, que são várias e são a essência da história.

Como exemplo de como nada é de graça, eu queria falar desse ponto muito presente nas críticas negativas ao anime: as citações (meio aleatórias) a filósofos da nossa era, livros de ficção, e até à Bíblia. Várias pessoas que assistiram criticaram isso. Mas isso faz sentido para a caracterização dos personagens que se usam desse artifício. Em um ponto (igualmente jogado no meio do anime) é dito como filósofos são uma coisa ultrapassada nesse universo informatizado (o que é de fato bem coerente com a nossa realidade); Então, nesse ponto eu vou em defesa do anime, e digo isso como alguém que detesta pretensão gratuita nos meus desenhos!!: faz sentido sim.

(Mas entendo o sentimento de "nem tô na faculdade pra ter que lidar com referências desnecessárias a filósofos ultrapassados". Juro.)

Psycho-Pass aposta nisso, e faz sentido: Imagine intelectuais em uma era de informação rápida, sem universidades, porque universidades foram consideradas uma ameaça ao sistema - conhecimento é literalmente um problema e ainda mais digno de perseguição - e a profissionalização passou a ser feita de outra maneira. Ou não imagine: Só olhe para os lados. Se em 2014 pessoas colocam Clarice Lispector no Facebook pra parecerem mais intelectuais, ou elogiam Madoka como o ápice da desconstrução de gênero e se ofendem quando seus intelectos superiores não são contemplados em um anime - caham, ops, sorry not sorry - é óbvio que isso é plausível; A diferença é que os leitores-de-livros são ainda mais "elite" lá.

Além disso, o próprio anime se zoa por toda essa pseudo-intelectualidade. Para falar da maneira mais simples e sem spoilers possível: No encontro crucial que fora anunciado logo no começo do episódio 1, e que é retomado em algum ponto no meio do anime - obviamente uma cena importante, portanto - uma dessas frases de livros é citada, mas é revidada com uma frase de Rebelião das Massas que se encaixa bem e torna a cena realmente engraçada. Outro momento é esse aqui. A questão é que Psycho-Pass sabe fazer uso desse artifício, e as frases não são tão jogadas assim.

No mais, eu preciso confessar que tenho um lado "nerd de filosofia" oculto que fica muito feliz quando vê citações ao abismo de Nietzsche no anime que está curtindo, por exemplo. Porque o abismo de Nietzsche é legal. Ortega também é legal. Podem dizer o que quiserem!!

Parece 2013 mas é 2113.

Outra questão muito criticada - spoilers importantes para o final, então não recomendo se não tiver visto tudo!: a história das "hiper-aveias" e basicamente a resolução do último ataque. É verdade que aquela parte teve um quê de "Falha Na Mecânica Social Ex Machina", mas eu simplesmente não consigo ver, como um argumento para invalidar uma distopia, a questão de que "essa sociedade é pautada em algo muito fácil de se quebrar" por vários motivos. Primeiro: Aquela sociedade não seria tão fácil de se quebrar em circunstância nenhuma, porque todos - em teoria - depositavam fé no Sibyl System e eram coagidos por ele. Como qualquer "intenção ruim" apareceria no sistema, ele forçaria a pessoa, no mínimo, a ser uma reclusa social, já que ela não poderia sair por conta dos "scanners de rua". Quando questionados naqueles "fóruns secretos" - que eu pessoalmente achei a parte mais idiota, já que tudo passaria pela vigilância do governo, mas tudo bem - várias pessoas deram sugestões mais ou menos plausíveis de como acabar com o sistema, mas nenhuma as colocaria em prática. O Sibyl System restringia a todos e foi por isso que as máscaras causaram o alvoroço que causaram. Ademais, informação. Quem tinha essa informação era um estranho no fórum, informação que obviamente não era de tão fácil acesso pra ninguém, e muito menos alguém que ainda podia se locomover. O local tinha segurança reforçada - outro problema que eu considero maior é o quão fácil foi pra eles burlarem a segurança, obviamente porque a série estava no final e coisas ficaram corridas. A questão de Psycho-Pass é: Tudo acontecia bem embaixo dos narizes de todo mundo, mas as pessoas nunca perceberam, e talvez por isso a história das aveias não tenha nem sido uma questão na minha perspectiva. Provavelmente foi uma medida estratégica no momento histórico em que isso foi implantado - obviamente era mais fácil e rápido aperfeiçoar geneticamente uma única espécie para poder ser plantada em todas as partes do país e coisa e tal? - e eu realmente acho que faz mais sentido do que as pessoas dão crédito. Segundo motivo? Toda sociedade é pautada em coisas extremamente frágeis. Parafraseando o próprio anime:
"A lei não protege as pessoas. As pessoas protegem as leis. [...] Comparadas ao poder do amor ou do ódio, elas são capazes de se quebrarem facilmente."

Mas haters. Haters gonna hate.



Com isso tudo, eu poderia dizer que Psycho-Pass é, simplesmente, bem-construído. Mas não simplesmente "bem planejado"; Psycho-Pass é aquele tipo de anime que eu chamo de "construído com carinho". Que algumas pontas poderão ficar em aberto, e tem um ou outro furo pequeno, mas o essencial está ali e é isso que importa pra qualquer um que busca entretenimento, certo? A equipe nomeou diversas obras - não só de filosofia e etc. mas também de ficção, ocidentais e orientais, aliás - como inspiração, obras que gostaram, e eu acho que esse é o tipo de coisa que difere um anime simplesmente "bem planejado" de um "construído com carinho", se é que eu consegui transmitir a idéia.

Também não é "entretenimento vazio". Como eu disse, vi praticamente tudo em menos de 24 horas, coisa que eu raramente faço por peso na consciência, mas senti no final que tinha absorvido algo e que valeu o tempo gasto, o que é super legal.


Mas pra falar do resto: Personagens são demais. Pessoalmente, eu amei todos. Não sei se é possível odiar algum - exceto, é claro, alguns dos personagens secundários que... simplesmente não foram feitos para terem graça - mas todos os principais são muito bons e complexos, é aquele elenco do tipo que é difícil não ter sentimentos mistos até por aqueles que você detesta. Como eu disse, o forte é o drama e a caracterização, então todos os pontos aqui.

Tecnicamente falando, é lindo. Eu devo estar me repetindo aqui, mas é mesmo. O que me ganhou primeiramente foi a música; O primeiro encerramento ficou praticamente o ano passado inteiro no meu celular, porque eu realmente me apaixonei por ele, antes mesmo de tentar ver o anime com mais afinco. Eu nunca pulei sequer as aberturas e encerramentos. Uma coisa que é legal é como as letras eventualmente se encaixam na história, assim como as animações são interessantes, variam bastante, e tem a ver com os acontecimentos. As próprias músicas, aliás, combinam com os personagens.
A trilha sonora em si é boa e tem uma ou outra música memorável, mas eu confesso que ainda não entendi a obsessão pela Nona Sinfonia de Beethoven.

A animação em si não tem uma aparência particularmente "orçamento alto", com o tanto de ação que tem no anime, mas é bem-feita e consistente e e se destaca em alguns pontos. É bem OK. Quanto ao character design, YMMV; Eu particularmente gosto bastante dos traços - para quem também achou familiar mas não conseguiu identificar, é da autora de Katekyo Hitman Reborn!, que eu li uns 20 capítulos no passado? - porque me parecem um pouco nostálgicos e traços diferentes e expressivos são sempre bem-vindos, mas há quem não goste tanto, em particular do traço da protagonista.

De qualquer forma, eu diria que no todo o nível dos valores de produção é de mediano para alto, então se o tipo de história lhe cativa minimamente, eu recomendo demais que assista o anime e julgue por si. Já digo que não é perfeito e sem falhas, mas é bastante interessante, empolgante, com certeza acima da média e tem algumas mensagens importantes, então pode ser uma ótima forma de gastar algumas horas maratonando anime. Recomendadíssimo.

(E eu, confesso, já estou pensando em assistir de novo, deixando de lado toda uma LISTA SECULAR de coisas pra ver, porque me ganhou assim. Yeah...)

34 comentários:

  1. Tava pesquisando algumas coisas aleatórias, e acabei parando aqui. Li a resenha e gostei bastante, acho que você olhou para a obra com os mesmos olhos que os meus haha. Eu também gostei da forma como as citações foram usadas, e achei bem foda ver Ortega sendo citado. Enfim, parabéns pela análise.

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    1. Olá! Muito obrigada pelo comentário, fico realmente feliz que tenha gostado! :D E que compartilhe desse ponto de vista também - aparentemente é uma minoria que gosta das citações, mas pô, Ortega é legal (e eu fiquei surpresa ao me tocar que no Japão também se estuda filosofia Ocidental, por bem ou por mal. :/)
      Obrigada pela visita!

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  2. Se as citações servem para preencher a personalidade dos personagens, tudo bem; mas se eu preciso reconhecê-las para apreciar as cenas, aí é gratuito, feito pra agradar quem entende do assunto. Pelo visto, parece ser o primeiro caso. Então darei uma chance.

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    1. Olá! Sim, isso que quis dizer. Não acho que seja gratuito, acho que servem a um propósito dentro do universo do anime, mas também imagino, num outro nível, que esses autores e frases tenham inspirado o roteiro, daí o uso deles. Em todo caso, achei que foi um uso positivo, um pouquinho de cultura 'real' bem-contextualizada é sempre bem-vinda no meu conceito! hahah
      Obrigada pela visita de pelo comentário!~

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  3. Seu gráfico também representa bem o meu estado de empolgação com esse anime, haha. Psycho-Pass é bem maduro, e acredito que continua sendo um bom anime mesmo se a pessoa não pega bem as citações e até a temática central da história. Ou seja, do mais bobo ao mais intelectual, não deixa a desejar pra ninguém. Pra mim que sou comum, pelo menos, achei o anime excelente.

    Coincidentemente achei o seu blog, eu estava procurando algumas informações pra postar num post meu que coincidentemente é uma resenha de Psycho-Pass, também no intuito de influenciar alguém a assistir (se bem que é meu 1 post, duvido que alguém vá ler). Pra mim Psycho-Pass é um achado. Uma história com profunda crítica assim é difícil de encontrar até mesmo em livros. Se bem que não importa se é em filmes, livros ou animes, verdadeiros gênios conseguem se expressar bem em qualquer meio que utilizem.

    Estou assistindo agora Madoka Magica, que dizem ter inspirado Psycho-Pass. Estava normal até eu assistir o episódio 3 agora há pouco, haha... D:

    Enfim, gostei muito de sua resenha, ficou ótima e nem um pouco tendenciosa. E que bom que alguém também lembrou: ´´Ah, Nietzsche!´´ na citação do Masaoka. #maisfilosofianosanimes!

    Se tiver vontade e tempo, o link da minha resenha é este: http://brazilejapan.blogspot.com.br/2015/06/psycho-pass-um-anime-incrivel-e.html

    ありがとうございます!

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    1. Olá! Muito obrigada pela visita e pelo comentário!! ^_^

      Realmente, Psycho-Pass é um anime bem maduro, mas, ao mesmo tempo, tem bastante ação, fanservice e não deve nada pras séries "mainstream". Eu também sou comum (acho? Me considero? Haha) e achei o anime excelente, do começo ao fim. :) Instigante, envolvente, e ao mesmo tempo criativo e inteligente. Como disse, acho que uma obra não precisa ser super complexa, revestida de palavras pomposas ou mesmo de gráficos super elaborados pra ser boa ou inteligente. Acho que ela precisa, simplesmente, ser boa/inteligente. ^_- e Psycho-Pass, na minha opinião sincera, é os dois.

      HAHA inspirado? Eu não diria isso, mas é do mesmo escritor. Esse escritor é bem eclético, ele escreve coisas muito diferentes, como dá pra perceber; de Sci-Fi a Mahou Shoujo, então, eu não sei se é "inspirado" em algo, mas provavelmente tem semelhanças. Pessoalmente, não curto muito Madoka Magica, mas o episódio 3 (? não era o 4?) é mesmo chocante, haha.

      Enfim, muito obrigada pela visita e pelo comentário, e também pelos elogios!! Filosofia é de alguma forma minha área de estudo (psicologia é filosofia, certo?), então não poderia deixar de reconhecer e apreciar o abismo de Nietzsche. (no fim das contas, minha visão das citações também é tendenciosa...) :') Eu vou ler seu post, sim. Mais uma vez, obrigada, e volte sempre! また会いましょう!

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    2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Olá, também agradeço pela resposta!

    Bom, de louco todos temos um pouco, certo? Insano é aquele o qual não se admite - nem um pouco - como tal.

    Sobre Madoka, por enquanto realmente ainda vi nada de genial. Do jeito que eu sou, já teria terminado os 12 episódios, mas vi apenas 3. Acho que o terceiro quebra um pouco o clima ´´kawaii´´, só se o quarto for ainda mais tenso, haha. Do jeito que o número 4 é simbólico para os nihonjins.

    Sim, psicologia certamente é filosofia! Aliás, uma parte interessantíssima dela. Mas não são todos os psicólogos que se interessam pelos filósofos, certo? Talvez seu interesse por filosofia seja um bom diferencial curricular!

    Não precisa agradecer! 私はほうんとにうれしかった por ter conhecido seu blog.
    ではまた!

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    1. Imagine! Procuro sempre responder aos comentários, porque acho que o que tem realmente valor em ter um blog é essa troca de experiências e ideias. ♡

      Haha, isso também é verdade, bem sei!

      Hmm, entendi. Não me lembro pois faz tempo que assisti Madoka Magica (e, pra falar a verdade, nunca terminei), mas o que posso dizer é que tem alguns momentos bem tensos. E interessante, já tinha ouvido falar dessa simbologia do 4, mas não me lembrava. :) Obrigada pela informação!

      Sim, com certeza! De fato, não são todas as pessoas que se interessam, mas o básico é preciso saber. Mas confesso que me interesso um pouquinho mais do que a média por filosofia, talvez até por influência dos animes, rs.

      Enfim, obrigada a você pela resposta, e até uma próxima! :) ではまた!

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  5. Verdade! Gostei de sua resposta :D

    Sobre o número 4, eu sei que os coreanos e chineses também possuem a tal tetrafobia. Superstições são características bem marcantes em sociedades milenares, se bem que hoje bem menos que há alguns séculos.

    Haha, animes criando filósofos since 1958 (Mogura no Adventure).

    ではまた!

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    1. Mesmo? Eu não sabia disso. Eu sei que uma das pronúncias para o 4, em japonês, é shi, e já tinha ouvido falar por alto do 4 como um número de azar, mas não sabia que em outras culturas asiáticas isso também ocorria. Aliás, também não conhecia Mogura no Adventure. Vivendo e aprendendo! Obrigada por compartilhar a informação! :)

      ではまた!~

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  6. Fiz um post com curiosidades sobre o número 4 na cultura oriental em meu blog, se quiser conferir! :D

    Todo dia aprendemos algo novo, ainda bem que o mundo é grande o bastante para permitir isso. Ou será que o homem nunca é velho o bastante para saber de tudo?

    http://brazilejapan.blogspot.com.br/

    ではまた!o/

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  7. Bom concordo boa parte do blog tipo anime foi bem construído (demorei um tempo pra entender td andamento na parte filosóficas porque não achava de primeira a conexão entre elas) achei legal também lance de ter citações porque atualmente e como no cenário do anime tem acesso informação mais povo nao vai atras tipo de filosofo vão ajudar mais fácil entender um pouco mundo em q a gnt vive < isso minha consepçao e tbm vi ele rapidinho pretendo assisti td de novo kkk fora gostei mtu do traço dele ah vc ja sabe se saiu o filem para assistir ?
    kissus You Like?

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    1. Oi Camila, tudo bem? :) Peço mil desculpas pela demora em responder a sua mensagem.

      Sim, foi bem construído, e que bom que você concorda comigo quanto às citações! - não estou tão errada assim, né? ^_^ E sim, é interessante a forma que o anime ensina a respeito da sociedade. ♡ Acredito que já tenha saído o filme com legendas em inglês, sim; sei que a versão RAW/sem legendas já saiu no site BakaBT.

      Muito obrigada pela visita e pelo comentário, e até mais!

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  8. Nossa, cara, quanto mais eu fuço no seu blog mais eu acho coisa legal. Eu confesso que demorei bastante pra assistir psycho pass, porque eu estava naquela fase de ''para de ver anime e vai ter uma vida, mulher.'' mas, depois de um final de semana em casa, com o amiguinho do meu irmão me empestiando pra deixar de ser chata e ver logo a bosta do anime, me rendi, e olha só eu aqui agora com uma listinha de uns 50 pra assistir, comentando o meu re-debut nesse mundo sem volta. Também estava receosa pra ver porque nunca tinha gostado de nenhum anime de sci-fi antes, muito menos com essa temática, e dormi todas as vezes em que fui ver minority report, que tem basicamente o mesmo plot. Mas enfim comecei, e não é que amei? Os personagens são realmente incríveis, e achei o desenvolvimento da história e o amadurecimento da Tsunemori (acho que escreve assim) super bacanas, o que já é diferente dos animes shonen, que é que nem sit-com: o personagem começa de um jeito, termina do mesmo jeito. O que enche um pouco meu saco. E mesmo sendo burrinha com tecnologia e demorando um pouco pra entender o contexto, também sou nerd em filosofia e me apaixonei pelo vilãozinho bishonen. Outra coisa que gostei foi que o anime reativou totalmente o meu fujoshi eye e o final fez meu nariz escorrer sangue. Mas eu evito falar isso perto de gente muito cult porque eu não to pronta pra apanhar. E, nossa, sim, as músicas são muito viciantes! Até hoje eu escuto todas as três-não gosto do segundo encerramento, muita depressão de domingo a tarde pro meu gosto. Enfim, recomendei pra deus e o mundo mas a thurma não curtiu muito pq a muié cruza as pernas no primeiro ep e a tia nemori fica olhando, daí ficaram me falando pra deixar de ser tarada, que olha as coisas que eu ando vendo e yadayadayada. Graças que esse tempo escuro de escola acabou. E é verdade que a história deixou algumas coisinhas em aberto, mas o que importa é que o conflito principal foi resolvido, então tá beleza. Enfim, essa primeira temporada me deixou mais que satisfeita. Mas me fez esperar demais da segunda, que acabou me deixando muito frustrada. Além de não ter mais o parzinho de gatos, e o megane não ser mais megane, e aparecer aquela mina secundária da primeira temporada transformada numa vaquinha completa, a história não evoluiu, foi quase como um remake da primeira. Aparece um novo vilão e a investigação segue novamente, com a inspetora novata contradizendo as ordens da chefinha e continuando tudo igual. Enfim, eu sei que as chances eram mínimas da história evoluir, e continuar com o kogami lutando contra a sybil, sei lá, alguma coisa diferente daquela coisa diária. Doce ilusão da princesinha tola, eu sei. Mas eu curti o fato de não ter aquela coisa de vilão x mocinho, é tudo muito mesclado, cada um luta pelo seu objetivo, custe o que custar. E, pra finalizar, teve aquele momento de ''PUTA MER...'' quando a gente vê o que o sistema realmente é.

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    1. HAHAHA, poxa, muito obrigada por esse elogio!! ♡ Eu sei, eu sei, eu também demorei e fui maratonar justamente por isso. Minha fase durou bastante, pra falar a verdade, mas eu acabei me rendendo e Psycho-Pass foi o que me ganhou, haha. É difícil, essa vida loka. (Muito cuidado, sempre... nunca se sabe até onde sua lista pode chegar. Meu backlog é IMENSO. Juro.)

      Pra mim sci-fi é um gênero bem "hit or miss", mas tenho tendência a gostar daqueles com crítica social, tipo Psycho-Pass. E sim, Psycho-Pass é aquele tipo de seinen que faz juz à parte do "maduro", com um desenvolvimento digno pros personagens. Não tive como não me apaixonar. ♡ e *highfive* das nerds de Psicologia!!
      Makishima é o máximo, não é?! E o fato de não ter a dupla também foi uma das coisas que fizeram a segunda temporada ser mais sem graça pra mim, haha. (...erm, tem o fato de que a segunda temporada inteira foi um trainwreck também, mas enfim;;) Psycho-Pass chega a ser meio mal visto por ter fanservice masculino, mas cara, é tudo tão sutil (e igualitário, diga-se de passagem) que eu não sei como as pessoas tem coragem de ignorar uma história tão boa por causa disso.
      HAHAH, e é verdade, All Alone With You é super deprê de domingo. Mas eu curto;; aliás, confesso que acabei curtindo TUDO do EGOIST e Ling Tosite Sigure, e não sei se foi porque eu gostei de Psycho-Pass, apesar de ter gostado das músicas antes... um verdadeiro caso do "ovo ou a galinha".
      "Deixar de ser tarada" HAHA isso foi comentário da sua turma da escola? Eu gostava de Code Geass na época de escola, então, tipo, imagina meu nível;; entendo sua dor!! :)
      É verdade, a segunda temporada foi beeem sem criatividade, mas isso teve a ver com o fato de ter tido uma produção apressada, e todas as mudanças de staff e etc. Deu bosta. Sabíamos que iria. Mas eu não achei tão ruim; foi legal pelo menos pra acompanhar semanalmente, e eu acho que o conceito por trás foi bem bom, apesar de mal executado.

      Enfim! Muito obrigada pelo seu comentário extenso e interessado, Flora. ♡ Agradeço muito de verdade pela visita e pelo comentário, e desejo tudo de bom! 'té mais!~

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  9. Makishima era o nome do rapaz!!! Sim, sim, desde a hora em que ele apareceu até o final meu amor não diminuiu um tantinho. E sim, eu também gosto desse tipo de sci-fi, mas nem olho aqueles com aliens e tal (birra minha, admito, é totalmente pessoal ) mas eu gosto dos com robozinhos e mechas, enfim. É bem isso, mesmo. E sim, me chamavam de tarada. Ha, e por isso também que eu nem comentava nada sobre Code Geass, hehehehe. E kirida, você não precisa agradecer nada porque eu adoro o seu blog, foi um mega achado, coisa que eu já estava procurando há séculos, então...e té mais, porque eu também já estou com uma listinha de posts para comentar, então, sempre que eu tiver um tempinho livre eu venho aqui dar uma olhada ^u^

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    1. Hahah, pois é, eu também! O jeitão misterioso dele logo no começo me cativou ( e claro, o fato de ser um White-Haired Pretty Boy, que é um dos meus clichês favoritos (´・ω・`) ) mas eu confesso que fiquei com bastante raiva dele naquela cena com a Akane no meio da série.
      Eu também já fui mais de gostar de aliens e etc., mas hoje tenho um pouco de birra ou cansaço, até por conta dos excessos com essa temática. Mas quem sabe eu volte a gostar se sair algo interessante e mais voltado pra mim (acho que o último sucessinho nesse sentido foi Terra Formars, vulgo "baratas marcianas o anime", que, convenhamos, não era voltado pra ninguém e muito menos pra mim;; o que raios foi aquela série?)
      Hahah, boa escolha de vida!
      E nossa, fico super feliz em ler isso!! ;o; Você sabe que foi exatamente por ter procurado isso há séculos que eu acabei criando meu blog, e conhecendo outros blogs muito bons com uma perspectiva... um pouco menos shounen-shoujo-escolar-e-"seinen-psicológico", então eu realmente te entendo, ahaha. ^_^;; Mas, mesmo assim, muito obrigada mesmo pelas visitas e pelos comentários! ♡ (E relaxa, não parece perua não! Ou, se parecer, acho que eu ainda sou pior com os meus emojis, então a gente enterra e ignora isso;;)

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  10. Ah, e desculpa também por parecer tão perua nos meus comentários, às vezes até eu me irrito comigo mesma por isso.

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    1. Imagina, Flora! (E nossa, eu demorei quase um ano para responder isso. Achei que você tivesse sumido. Desculpas sinceras, eu frequentemente acabo perdendo os e-mails de comentários. m(_ _)m;;;)

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    2. Imagina, Flora! (E nossa, eu demorei quase um ano para responder isso. Achei que você tivesse sumido. Desculpas sinceras, eu frequentemente acabo perdendo os e-mails de comentários. m(_ _)m;;;)

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  11. Hehe, eu também amo esses lindos de cabelo prateado(principalmente os que deixam comprido-ai!), com aquela personalidade fria e frágil, tão lindo, tão lindo! Não, é. Realmente dá raiva naquela hora, tadinha dela.E também como ela consegue, hem? Eu acho que você está falando da cena em que ele joga uma arma pra ela, naquele jogo bizarro? Porque foi aquilo que me deixou mais puta com ele.Mas isso a parte, eu acho que é justamente essa dicotomia que faz ele ser tão charmoso. E é sério que existe um anime com baratas? Eeca. Bom saber, porque se algum dia eu fosse ver isso sem saber do que se tratava eu não ia conseguir dormir a noite, visto que a minha experiência com baratas não é muito boa (não tenho pavor nem de cobra, mas basta uma baratinha aparecer na minha frente pra me fazer congelar). E ah! isso me deixa um pouco mais tranquila, haha, porque eu solto a franga total nos comentários.

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    1. Eu também gosto muito do estereótipo dos personagens masculinos de cabelo branco/prateado! ^_^ ♡ Mas o Makishima em particular é um desgraçado, sim, por causa dessa cena mesmo. Aquela hora realmente dá muita, muita raiva em qualquer espectador, não? Eu acho que essa discrepância o faz ser um fdp carismático... um verdadeiro psicopata, né? Hahah mas eu não sei, por mais que eu goste do personagem dele, ainda não consigo elencá-lo como "husbando" por causa disso. Ele é realmente uma pessoa perigosa. (Por outro lado, o Kougami...)

      E sim, existe! Baratas alienígenas. É terrível, não procure, fica a dica.

      Enfim, mil desculpas por ter te deixado aí no vácuo e não ter visto os comentários. ;; Quando isso acontecer, pode me xingar no post mais recente, foi totalmente um acidente. Abraços!

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    2. Eu também gosto muito do estereótipo dos personagens masculinos de cabelo branco/prateado! ^_^ ♡ Mas o Makishima em particular é um desgraçado, sim, por causa dessa cena mesmo. Aquela hora realmente dá muita, muita raiva em qualquer espectador, não? Eu acho que essa discrepância o faz ser um fdp carismático... um verdadeiro psicopata, né? Hahah mas eu não sei, por mais que eu goste do personagem dele, ainda não consigo elencá-lo como "husbando" por causa disso. Ele é realmente uma pessoa perigosa. (Por outro lado, o Kougami...)

      E sim, existe! Baratas alienígenas. É terrível, não procure, fica a dica.

      Enfim, mil desculpas por ter te deixado aí no vácuo e não ter visto os comentários. ;; Quando isso acontecer, pode me xingar no post mais recente, foi totalmente um acidente. Abraços!

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    3. Eu também gosto muito do estereótipo dos personagens masculinos de cabelo branco/prateado! ^_^ ♡ Mas o Makishima em particular é um desgraçado, sim, por causa dessa cena mesmo. Aquela hora realmente dá muita, muita raiva em qualquer espectador, não? Eu acho que essa discrepância o faz ser um fdp carismático... um verdadeiro psicopata, né? Hahah mas eu não sei, por mais que eu goste do personagem dele, ainda não consigo elencá-lo como "husbando" por causa disso. Ele é realmente uma pessoa perigosa. (Por outro lado, o Kougami...)

      E sim, existe! Baratas alienígenas. É terrível, não procure, fica a dica.

      Enfim, mil desculpas por ter te deixado aí no vácuo e não ter visto os comentários. ;; Quando isso acontecer, pode me xingar no post mais recente, foi totalmente um acidente. Abraços!

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  12. Um anime excelente e me impressiona que você tenha percebido falhas grandes já na primeira temporada. Eu não percebi, confesso, hehe. Sobre as citações, eu não sei se elas constroem os personagens ou não porque eu, pessoalmente, as conhecia, então minha avaliação sobre isso é necessariamente enviesada - elas ajudam a construir, mas será que ajudariam para quem não conhecesse? Não sei dizer. Eu certamente entendi a história - e adorei. Gosto também de Madoka Magica e, principalmente, Gargantia, outros dois animes mais ou menos da mesma época e do mesmo roteirista - Gen Urobuchi. Fate/Zero também é dele mas o mundo e os personagens não são, mas também dá para perceber as características dele no anime.

    E a principal característica dele é ser um roteirista de games, não de animes. Não manjo quase nada de games, só sei que a forma ideal do roteiro em uma mídia não é necessariamente a forma ideal do roteiro em outra mídia. E uma característica dos roteiros do Gen Urobuchi é: levados ao seu extremo, eles perdem o sentido ou a graça. Madoka é o mais equilibrado, mas ele não o escreveu sozinho - a franquia é creditada até hoje à entidade "Magica Quartet". A segunda temporada de Psycho-Pass não é dele e é uma bomba porque alguém que trabalhou com ele na primeira simplesmente seguiu uma rota possível de continuação - uma rota ruim. Imagino se seria divertido se fosse um jogo. Gargantia não tem continuação possível - e por muito tempo houve especulação sobre uma segunda temporada, que foi no fim das contas cancelada. Fiquei triste na época, mas pensando em retrocesso acredito que tenha sido melhor desse jeito.

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    1. Então, na verdade eu também não percebi, essas falhas que eu aponto eu li na Internet! E na verdade eu discordei de todas elas. Eu não achei a primeira temporada ruim, não, mas eu escrevi um post descendo o pau na segunda, que eu achei bem ruim. :P
      Quanto às citações, eu acho que as leituras literalmente construíram os personagens, ou pelo menos acho que o roteirista queria passar essa impressão, sabe? Da importância das leituras, mesmo. Eu também gostei bastante das citações porque já conhecia, mas vi muita gente que não conhecia criticando e menosprezando isso como "pseudo-intelectualidade". Não acho mesmo que foi o caso.

      Ah, não sabia que Gargantia também era do Urobuchi! Em todo caso, sei que muita gente gosta dele como roteirista (*cof* o mercado *cof*) apesar de ele ter começado nos games. Eu pessoalmente não tenho como julgar (nunca vi Fate/Zero, e não terminei Madoka Magica também por completo desinteresse, então é até bizarro o quanto eu gosto de Psycho-Pass...), o pouco que eu sei é que ele é chamado de Urobutcher justamente por seus extremos, rs, e que depois de Aldnoah.Zero a popularidade dele parece ter caído um tanto. Realmente não sei dizer sobre ele, mas só a capacidade inventiva dele - pra trabalhar com temas tão diversos - já é incrível, talvez por isso ele tenha feito sucesso na indústria de anime também, não?

      Enfim, muito obrigada pela visita e pelo comentário, e até mais!~ :)

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  13. Olá de novo =)

    Em Aldnoah.Zero, aliás, apenas o primeiro arco (o começo da guerra) foi escrito pelo Urobuchi. E o protagonista tinha muito personalidade de protagonista de game - ou seja, não tinha personalidade, sendo o típico personagem vazio para que o jogador se projete nele enquanto toma suas decisões e realiza suas ações.

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    1. Humm, entendi agora o que você quis dizer! Eu acho que Psycho-Pass não tem tanto esse problema - em geral a Akane é uma personagem bem querida, né? - mas entendo que ele realmente costuma dar todo um destaque para a história do protagonista, no caso de Madoka Magica e Psycho-Pass. Acho que entendo o que você quis dizer. Obrigada por compartilhar! ^_^

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  14. Na primeira temporada sem dúvida, adoro a Akane! Mas na segunda continuar trabalhando de boa pra entidade que controla sua sociedade distópica é ... típico de game, não acha? =)

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    1. Oi, Fábio!

      Ah sim, entendi! Verdade, tirou bastante da graça da conclusão da primeira temporada, rs. Mas isso não foi culpa do Urobuchi, porque por ele não queria nem segunda temporada, na verdade, para ele a história de Psycho-Pass já estava concluída na S1. Quem escreveu o roteiro da S2 não foi ele. Aliás, acho que ele não tem nem o nome nos créditos, só como "criador original" mesmo!

      Muito obrigada, e até mais!~

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  15. De fato não é dele, mas é de alguém com quem ele trabalhou na primeira temporada e é uma consequência possível do trabalho dele. Psycho-Pass é muito bom, é muito legal, mas ele terminar em aberto por mais "bonito" que soe não é tãl legal assim. E no filme, pela sinopse (não assisti) só piora.

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    1. Ah, verdade, o filme é dele. Eu assisti, e não curti. Tanto não curti que até tinha me esquecido dele, olha só, HAHA. Então, bom, acho que você tem razão.

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  16. Não é nem questão de ter razão ou não, porque se para eu ter razão é preciso que um anime que eu gostei muito seja tão maltratado nas continuações eu prefiro estar sempre errado =D

    Só estou analisando, do meu ponto de vista, o tipo de história que ele escreve. Quando dá certo dá muito certo! Como eu disse, foram 3 estouros seguidos (Madoka, Psycho-Pass e Fate/Zero, não lembro se nessa ordem exata, e apesar de um deles não ser um mundo que ele próprio criou) mais outro anime muito bom e que infelizmente fez pouco sucesso relativo (Gargantia). Sempre que vejo que vai ter anime novo dele fico excitado.

    Adoro Psycho-Pass, e a Akane, e discutir por blogs (acabo de discutir com algumas pessoas no Facebook e é impressionante como tem gente lá, que tem blog, que produz conteúdo, que não percebe o quanto ferramentas como as redes sociais tendem a engolir tudo o que produzimos e cuspir no vazio - a não ser que paguemos, claro!, fico meio triste com isso e resolvi desabafar, desculpe, LOL)

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