sábado, 23 de novembro de 2013

Samurai Flamenco 6 e 7 - A canoa virou (e ninguém sabe como)

Mirou no Narm e acertou no Nightmare Fuel.

... Acho que, novamente, a resenha demorou demais. Ia fazer a dos episódios 6 e 7 separadamente, mas acabou que eu enrolei pra fazer os ajustes finais da do 6, e... OK, eu me dou ao direito de atrasar uma semana, se gente que tem visitas faz o mesmo.
A culpa não foi do episódio 6, que foi muito legal, se não um pouco repetitivo da metade pro fim. Apesar de ter um fim que compensou a chatice com uma dose generosa de fanservice. Foi da preguiça dos feriados, mesmo.
Espera, eu acho que já disse isso aqui....

Mas, confesso que estive atrasando na outra semana também porque não andava aquilo tudo de amor com Samurai Flamenco. Quero dizer que nunca esteve horrível, eu só genuinamente perdi a empolgação. Fiquei com a sensação de que prometeu demais - muito mais do que qualquer um pudesse cumprir, mesmo - e deixou por isso.

... Ou pelo menos, senti isso até o episódio 7 surgir. Com a reviravolta de proporções mais épicas que eu vi em animes recentes, e eu não pude deixar de fazer esse post o mais rápido que pude, fosse pra elogiar, comemorar, meter o pau, ou tudo isso.


Níveis de reviravolta eu sou seu avô. (Quem? O avô dele, logicamente.)

Mas comecemos pelo episódio 6, que começa com Samurai Flamenco em uma de suas mais típicas missões, contra um estranho com um canivete. A parte legal dessa cena é que ele mostra suas recém-adquiridas habilidades de luta, dá um golpe no estranho, e tira o canivete da sua mão. Na verdade, por um momento, o Hazama parece até cool, então deu a impressão de que o treinamento realmente fez efeito. Enfim, durante a abordagem, um outro "estranho" chega, e diz para Samurai Flamenco que ele irá morrer.

Ambos vão para um local onde podem ter uma conversa em particular, e esse tal homem (que, honestamente, ainda não entendi o que devíamos saber dele pelo episódio 6; O Hazama o chama por um nome familiar, mas eu confesso que fiquei confusa. Eu fiquei com a impressão de que ele o chamou por "Ishihara-san", o sobrenome da gerente, mas pelo episódio 7, foi mesmo só uma impressão.) explica que disse isso pois Samurai Flamenco anda sem qualquer proteção ou armas, e oferece a ele, por "simpatia com os seus ideais", uma misteriosa mala com novas armas para o nosso herói.

Level up.

Mais tarde no episódio, ficamos sabendo que ele é uma espécie de Professor Carvalho, e de fato dá a Samurai Flamenco todas essas armas pra que ele possa oferecer... dados de pesquisa.
(P.S.: Sim, ele é Mais Um Daqueles Fãs De Tokusatsus.)

Enquanto isso, Mari, em sua casa, treina os mottos das Samurai Girls com as outras garotas do MMM - e eles são ridículos, por sinal - e depois que elas saem, é a vez de Goto ir até a sua casa, a pedidos da Mari, que tenta seduzi-lo.

Infelizmente pra ela, ele diz que é imune às perversidades femininas (gasp) e que já tem alguém, e Mari, que é da galera, sugere que seja o Hazama.
Goto mostra as mensagens da sua neko-chan, e vai embora. Triunfante.

1) Vestido de policial no dia de folga. 2) Não pegou a idol. Significa.

De volta a Samurai Flamenco, em um dado momento, ele entra em ação para apartar uma briga, e descobre que na verdade aquilo era uma emboscada para atraí-lo e tentarem capturá-lo. Em meio a um monte de pessoas gritando "Samumenco" e "Menco" - olá, nosso herói-idol de volta! - ele, que logo identificou aquilo como o que aconteceu no episódio 8 do Harakiri Sunshine, sai correndo, e logo mais há uma multidão correndo atrás dele.

É quando ele descobre, através de Goto, que está sendo procurado por pessoas de toda a cidade, pois a High Rollers Hi! - a empresa do Konno, o cara do show business que mencionei em um post anterior - lançou um prêmio de 10 milhões de ienes para quem o capturasse naquela noite.

Quantos ienes são necessários pra encurralar um herói-idol?

E é nisso que consiste boa parte do episódio 6. Samurai Flamenco tendo que fugir de diversos estranhos, sendo enganado, correndo mais, até decidir que essa situação requere medidas drásticas quando um grupo um pouco mais assustador se aproxima dele. E é quando ele decide usar seu novíssimo... Flamen Shoot!
Que na verdade é um disparo com uma caneta com laser.

E nesse momento, eu juro que tivemos animação melhor que em todos os outros episódios. Eu nem sei.

    

Esses são alguns dos novos ataques/super-poderes (?) do nosso herói moe. Sim, é exatamente isso que ele usa: utensílios de escritório. Não me perguntem o que utensílios de escritório tem a ver com flamenco, porque a resposta é "absolutamente nada". (A menos que você seja um salaryman que dança flamenco? Mas não é esse o caso do Hazama, então...)
Por que utensílios de escritório? A teoria mais plausível que li por aí foi pra fazer uma vaga alusão a Bakemonogatari. Ou porque é bem ridículo, o que deve ter sido a mesma intenção de Bakemonogatari. Ou porque salarymen são do poder.  Em todo caso, pra surpresa de todos, a arma funciona, e as estratégias também. Paralelamente, Mari e suas garotas continuam esmagando johnnys, e ajudando - ou atrapalhando - Samurai Flamenco.


Isso tudo foi o que me deixou com a impressão básica sobre o episódio de que é aí que Samurai Flamenco finalmente se torna um herói de verdade. As armas, que conforme descobrimos, foi entregue e porque começamos a ver um pouco de seu passado já aí, com as novidades sobre o avô e tudo o mais.

Com tudo isso, e o sucesso total das missões do dia, o episódio 6 acaba na maior vibe de "final feliz". Eu diria que aí acaba a "primeira metade" do anime - e é engraçado dizer isso de uma série 1-cour, ou pelo menos seria até uns anos atrás - com cenas de todo mundo mais ou menos satisfeito, uma música feliz, e...

 
 
Goto, seu dere-dere tá aparecendo! #FREESHIPPINGEVERYWHERE

Caham. Casamentos de fim de novela a parte, esse episódio foi incrivelmente good vibes, assim como o começo do 7. O episódio 7 começa com as Flamenco Girls - em particular, a Mari - e Samurai Flamenco discutindo por causa de falta de trabalho. Pelo que entendemos, o trabalho deles na cidade foi tão eficaz que os crimes simplesmente pararam de acontecer; Na estação de polícia, as mesmas reclamações - de que nada acontece por causa dos heróis.

Hazama, já meio chateado, decide pedir orientações a respeito desse novo problema para o seu mentor, que estava no Canadá na América, pra variar, enquanto as mudanças ocorriam na cidade. Também pra variar, ele dá uma resposta idiota e não muito útil.

Agradecimentos ao Goto por essa fala bem-colocada.

Ao mesmo tempo, o homem responsável por entregar as armas a Samurai Flamenco no episódio passado (que eu confesso que fiquei a semana inteira tentando descobrir ao menos como se chamava) finalmente faz sua introdução. Ele se apresenta como Harazuka, dono de uma companhia de artigos de escritório - como já podiamos ter deduzido pelo episódio 6 - e um grande fã do Red Axe. Insira aqui uma sequência de cenas de "você gosta de tequila?" seguida por todos exceto Hazama dormindo alcoolizados.

 
Enquanto isso, no núcleo show business da história, a assessora Ishihara é contatada por Konno, que a avisa que, por conta da falta de atividade de Samurai Flamenco, estará encerrando a busca pelo herói, e portanto não irá entrar mais em contato com ela. Vale dizer que ela tem um curioso ataque tsundere ao receber o aviso. (Prevendo casaizinhos?)

E no núcleo MMM da história, Mari se mostra meio alterada numa reunião, pelo tédio com a falta de "homens maus" a serem combatidos; Pra estranhamento de todos os presentes do show business. A propósito, ela fala em fazer um tour para encontrar mais vilões, mas até então, não sabemos no que isso vai dar. Provavelmente em nada, mas eu bem gostaria (seria interessante se a história se estendesse, e definitivamente isso é uma possibilidade agora).

dekadansu~ (。◕‿◕。)

Enquanto tudo isso acontece, Hazama procura investigar seu passado, e o surgimento do herói Samurai Flamenco. Ficamos sabendo que a sua avó - leia-se, esposa do avô que o inventou - era uma dançarina de flamenco, daí seu nome (não que isso justifique muita coisa, mas relevemos); E conhecemos o tal amigo do avô, que guardou a caixa para quando Hazama completasse 20 anos. Entre muitas outras coisas, ficamos sabendo de uma revelação no próprio texto que o avô escreveu, por trás das motivações de Samurai Flamenco - que "seus" pais não morreram por uma doença, mas sim, que foram assassinados por um ladrão.

 
O avô de Masayoshi Hazama continuara a investigar o crime e a procurar o culpado durante a infância do
garoto, mas sem sucesso; E isso o alimenta com uma raiva. Ele odeia o crime, e os criminosos, e deseja que Samurai Flamenco os combata.
Quer dizer que Samurai Flamenco realmente tem um passado digno de super-herói.

A propósito, curiosamente, tudo isso nos é contado em uma seqüência dramática imaginada por Hazama, o que pode ou não ser uma referência a algo, mas de qualquer forma, tem um efeito narrativo muito legal.
Enfim, de qualquer forma, é aí que nossa história felizinha começa a sofrer um twist brutal.

  
Cena obrigatória da depressão na chuva.

Vamos pensar da seguinte forma: herói feliz inspirado por tokusatsus descobre que, de fato, tem motivos reais pra combater criminosos. Eu pessoalmente achei essa subversão hilária, e de certa forma incrível; Ao invés de começarmos com o clichê de histórias de heróis, e o motivo ir mudando, como é típico, começamos com um otaku entusiasmado, e eventualmente Samurai Flamenco tem um "motivo nobre" pra combatê-los.

O problema é que isso não funciona. Pessoas de verdade - ou, bom, isso também deve valer pra personagens de animes de heróis subversivos - não são feitas para funcionar como heróis, que perseguem ideais nobres por quaisquer motivos dramáticos do passado; Pessoas normais levam a vida, esquecem, relembram, choram, ficam confusas, vêem televisão. Se a revelação teve algum efeito no Hazama, foi o de acabar com seu ânimo e inspiração, porque ele reconhece que esse é um motivo nobre e heróico, e não quer isso pra ele.


É basicamente sobre isso que Goto conversa com ele, quando Hazama pede pra que se encontrem para conversar (ಥ‿ಥ). Ele abre o jogo de que nunca achou Hazama heróico; Só maluco, mas um maluco bonzinho, e que eventualmente aprendeu a confiar nele, e blablabla. E que só ele poderia resolver esse dilema; Só ele poderia reencontrar seu verdadeiro motivo pra "combater os vilões" da cidade.

Esse discurso funciona, nem que o verdadeiro motivo dele fosse meter fita na cara dos vilões. Provavelmente tem um verdadeiro motivo... em algum lugar... (eu entendi que era vestir uma roupa brega, mesmo. Era pra ter uma metáfora em algum lugar, aí?)


Er, enfim, e ele decide continuar com o papel de Samurai Flamenco. Ele acaba sendo convidado pela equipe de polícia, quase que ao mesmo tempo, para participar um dia de operações no papel de chefe de polícia - dá pra perceber que a polícia está mesmo em alta? - e nisso, acabam indo parar em uma casa de traficantes, ou qualquer coisa assim; Parece uma missão típica, nada demais, ou em outras palavras, aquele tipo de coisa bem comunzinha e que passa toda santa semana no Datena: Operação policial, várias drogas são apreendidas, criminosos são presos; Um dos drogadictos, mais surtado, tem uma convulsão, e os policiais tentam contê-lo (aliás, momento mal-colocado de crítica social: que bosta de método de contenção de convulsão é esse, Japão? Isso realmente acontece? Policiais realmente prendem a cabeça de sujeitos em convulsão com placas de metal? Não entendi.).

Drogadicto se transforma em um gorila com uma guilhotina no lugar da barriga.

 
 A DEFINIÇÃO de "Well, that escalated quickly".

What the fuck? Continuando a narrar os fatos, o cara vira o Hulk um titã um oozaru o Guillotine Gorilla, começa a atacar brutalmente os policiais, e ninguém entende mais bosta nenhuma.

Aproveitando o momento inapropriado, um comentário inapropriado: O que vocês achariam se passasse uma coisa assim no Datena? Traficante subitamente vira gorila e joga policiais pela janela, ibagens direto do Águia!!?? Eu não sei. Eu acho que até começaria a ver Datena. É pra se refletir.

ACHO QUE REFORÇOS NÃO VÃO AJUDAR CONTRA UM GORILA-GUILHOTINA, COLEGA

Se isso fosse um post normal, - quis dizer de um episódio só - eu provavelmente teria colocado só imagens dessa seqüência inteira ao longo do post, porque foi realmente muito boa. Se for pra falar sobre o estilo, achei bem simpático esse crossover de Século XVIII com Dragon Ball, e...
...Haha, quem eu estou tentando enganar. E aí nós temos o que é provavelmente uma das seqüências de ação mais violentamente absurdas que eu já vi em um anime passado no NoitaminA, foi o que eu quis dizer. Eu realmente não lembro de ver uma dessas tão aleatoriamente posicionada nesse timeslot em particular.

Rios de sangue no meu Samumenco? More likely than I thought.

Nisso tudo, sobra até pro Hazama. O Goto, que também é policial, é escolhido como alvo primeiro, mas com o ataque do Samurai Flamenco, o gorila decide mudar de direção. Ele joga Samurai Flamenco na parede não do jeito mais sexy possível e depois começa a aproximar seu corpo perigosamente da guilhOTINAAAAH

/UBOAAAH

É claro que o Goto gera uma distração pra ele, fazendo com que o gorila solte Hazama, pra que eles possam juntar forças para empurrar o gorila janela abaixo, com o uso de barras de metal. Digamos assim: Foi complicado.

Como o Sr. Gorila é um Chefão Foda, não basta ser um gorila-guilhotina que só pode ser derrotado sendo jogado pela janela pelos protagonistas; Ele cai no meio dos policiais, e tem que explodir e espirrar sangue neles quando chega lá embaixo, também.

 
Foda-se a ordem, sou um Oozaru com Explosion.

Caros roteiristas: isso tudo foi simplesmente cruel, OK?

O pior é que, na verdade, isso tudo não foi nem o começo, pelo jeito. Essa seqüência bizarra só serviu mesmo pra introduzir um novo personagem, que aparece como uma espécie de vulto na janela, e digo voando, mesmo. Ele surge perguntando para Samurai Flamenco: Será que você está finalmente preparado para nos enfrentar?
Quer dizer que teremos um vilão sério pros próximos episódios. Coisa que eu definitivamente não esperei, nem nas minhas expectativas mais... esperançosas. Não só isso, ele se apresenta como a raíz de todo o Mal. E seu nome é King Torture.

Fim da apresentação nível-Programa do Jô.

Cena corta para um encerramento bonitinho cantado por idols, e um ending card amigável (quantos níveis de meta-compreensão? Boa crítica aos mascotes fofos da polícia, btw).

Toda a segunda metade do episódio foi tão sem sentido, que eu me sinto tentada a começar com as teorias desenfreadas de que o Hazama, em algum momento, passou por um coma, fumou alucinógenos, ou qualquer coisa que o tenha deixado em delírio pleno, e por isso as fantasias dele ficaram... um pouco mais absurdas. Olha, talvez isso não seja tão impossível, OK? Eu previ a história de AnoHana no primeiro episódio, é uma possibilidade, certo?... Confesso que não acredito de verdade nisso, considerando que não é do feitil de Samumenco, onde tapa é tapa, beijo lésbico é beijo lésbico (e guilhotina é guilhotina). (Pessoalmente, eu gosto da teoria de que a noite pós-deredere foi boa. Sem ofensas, Goto.)

Uma outra possibilidade é que os produtores do anime o fizeram, e eu não sei mesmo o que esperar disso pros próximos episódios. De verdade.


Quanto ao porquê de eles fazerem isso, fui até procurar sobre a audiência de Samurai Flamenco no Japão. Não achei muita coisa, mas julgando por blogs de anime e essa pesquisa, percebo que não anda nem tão boa, nem tão ruim. Pessoalmente - acho que alguns episódios podem ter caído um pouco (episódio 4, essa é pra você), mas em geral, a qualidade de enredo foi sólida, não?

Independentemente dos motivos, é isso que temos pra hoje - caras se transformando em gorilas, e um representante do Mal aparecendo na frente dos nossos protagonistas. Eu confesso que não entendi nada - e que talvez, no fundo, isso me agrade.

      
Seqüência que aconteceu, e que no mínimo dá um bom reaction pic. "Gorila?" "pah" "que gorila?" "pahhh"

Pra fazer a comparação obrigatória com Tiger & Bunny da semana, me lembrou um pouco o clima de quando começou a segunda parte de T&B, lá pelo episódio 13 (não sei?), e os vilões se tornaram sérios. Desculpa, é inevitável a comparação, OK? A mudança súbita de tom foi mais ou menos assim, também... er, talvez um pouco menos súbita, talvez só porque tinham mais episódios e mais tempo pra desenvolverem.

Quer dizer, eu gosto disso, pessoalmente. Aprecio reviravoltas súbitas e aprecio gorilas no meu Datena 2D. Estou mais ansiosa pro próximo episódio do que tenho estado nas últimas semanas.
(Com sorte, a resenha vai sair dentro de 7 dias após a quinta-feira. Obrigada pela paciência!~)

No mais, ainda espero que o MMM faça um tour e tenhamos uma finale estilo Macross Frontier, com muito brilho, vilões intergaláticos aparecendo do nada j-pop-chiclete. Fica minha aposta. Beijos lésbicos da Mari.

8 comentários:

  1. Parei de acompanhar desde o episódio 3, falta de tempo pra assistir sabe, mais vou voltar a acompanhar.
    O post ficou ótimo.
    Abraço.
    Diego|Sendo um Otaku|

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    1. Sei bem, HAHAH. Eu diria que melhorou o nivel. ;) Tem acompanhado algo?
      Muito obrigada!~
      Abs

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    2. Sim, acompanho:

      - Kuroko no basket;
      - Kill la Kill;
      - Magi;
      - Strike the blood;
      - Log Horizon
      - Diabolik Lovers;
      - Naruto.

      Acho que só.

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  2. Bastante coisa da temporada, até! o:
    Pensa em fazer uma resenha de Kill la Kill qualquer hora? Tenho vontade de ver, mas uma preguiça de não gostar, haha.

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  3. Bom post ,

    Esse EP 7 foi totalmente maluco, estou achando que foi tudo um sonho que nem na abertura. Se realmente a trama mudar para isto não sei se vou aceitar bem, estou ouvindo o Manga² sobre descrença e Samenco foi totalmente contra as regrinhas impostas ate agora e essa mudança aconteceu tão rápido e sem aviso que pode ser uma boa ou não . So sei que eles conseguiram me deixar na vontade de ver ate onde vai essa doideira e se for para o lado maluco espero que chegue a escalas globais so para ficar bem zuado .

    Ate a proxima o/

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    1. Muito obrigada!~

      Eu estou 'colecionando' teorias sobre isso, e das melhores que li até agora foram sobre como na verdade Samurai Flamenco era pra ser um anime tokusatsu "disfarçado", ou o Hazama escrevendo o resto da história no caderno que o avô deixou. Eu concordo que "pode ser uma boa ou não", mas para um anime que, até agora, estava cada vez mais entrando na categoria de "anime sem sal que não cumpriu as expectativas", eu acho a mudança bem-vinda, até para atrair novos espectadores. Também estou ansiosa para saber o que vai sair disso - e confesso que sou da opinião que quanto mais insanidade no meu anime, melhor. x:

      <3

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    2. De nada :D

      Eu andei pensando e acho que me enganei em dizer que não tinha nenhum sinal.Vendo algumas imagens ,inclusive a que esta no seu blog , mostrando que poderia ser algo mais o problema foi que o anime no começo não mostrou isso e a abertura aborda so que de um jeito que parece que é fantasia do Hazama ae deixei de lado .

      Vamos ver se ira me agradar , se quer uma dose de insanidade veja Kill la Kill apesar de eu ter pausado é um bom anime pretendo retornar nas ferias onde pegarei vários animes que deixei na espera. :D

      Ate a proxima o/

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    3. É, justamente. Tem pessoas apontando a abertura, como se fosse algo óbvio que isso ia acontecer. Como se aberturas tivessem necessariamente a ver com a trama (me vem à cabeça Tower of Druaga S1, cuja abertura é feita de clichês de "slice of life" e a história se passa inteiramente - as duas temporadas inteiras - num mundo fantástico; Procurando, tem inclusive uma página no TV Tropes para isso: http://tvtropes.org/pmwiki/pmwiki.php/Main/FakeOutOpening)
      Eu, pessoalmente, tenho minha teoria maluca de que o Mazayoshi é de fato delirante, que devo postar se o próximo episódio continuar nessa onda.

      E obrigada pela recomendação! Tenho mesmo considerado ver. :D

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