terça-feira, 29 de outubro de 2013

Sessão Nostalgia: Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses

Ahh, Dragon Ball Z. Um anime que passava na Cartoon Network em uns bons tempos distantes, assim como Pokémon, ou o já-comentado-por-mim Sailor Moon. Boas recordações de jogos de luta baseados em buttonmashing, madrugadas de maratonas de episódios, roleplays em salas de bate papo com uma fanbase digna de um shounen de luta dos anos 90.


Dragon Ball Z era legal. Dragon Ball também, pelo pouco que eu me lembro. Como não me lembrava muito, resolvi começar revisitando o primeiro volume do mangá, da Conrad.
E finalmente me dei ao trabalho de ler o prefácio e descobrir que, ei, Dragon Ball foi o primeiro mangá que a Conrad publicou. Incrível, né?

Esse fim de semana, fui finalmente ao cinema para assistir Dragon Ball Z: Kami to Kami - ou, conforme a tradução, A Batalha dos Deuses, que não faz tanta justiça quanto o título original ao fator comédico da animação, mas acho melhor eu parar de ser cricri por aqui!!

Enfim, fui ao cinema ver DBZ. Fui eu e uma amiga (que não curte realmente anime); Apesar de ser a última semana (?), tinha até bastante gente, em geral crianças/pré-adolescentes com seus pais (provavelmente a turma da geração Kai, hã...) e alguns jovens que pareciam ter seus 20-e-poucos anos e provavelmente estavam lá pelo fator nostalgia, tipo eu.


A tradução devia ser A Batalha do Pudim. (Entendedores entenderão.)



A primeira impressão é... bem cômica. Acontece que passam todos aquele trailers de filmes feitos em computação gráfica, renderizados em 3D, lindos e maravilhosos, de grandes estúdios; E aí surge Dragon Ball, com um começo em 3D que logo é substituído por aquela animação soberba que a gente já conhece do Toei. A animação é muito simples mesmo, e como tem algumas cenas cômicas, tem aquela economia super legal de "três frames de desenho pra cada reação engraçadinha". Traduzindo: É feio.

Mas, ei, tudo bem. Tudo bem, porque logo começam os dois pontos que realmente cativam em DBZ: Kami to Kami (e eu diria em Dragon Ball, de uma maneira geral) - a história legal e a comédia. Na verdade, a história é quase que uma desculpa pra comédia, pra reapresentar os personagens, as versões de SSJ do Goku, a história do anime de modo geral, com menções a Freeza, aparição do imperador Pilaf e sua trupe da era DB, Vegeta pagando um papel ridiculamente impagável (Vegeta, seu lindo! ) a gravidez da Pan, e um par de referências sutis pra quem é(/era) fã da série.

A história gira em torno desse casal de deuses simpático desses dois:


 Essas duas criaturinhas são espécies de... deuses das galáxias. Spoilerando a galera, já que o da esquerda é apresentado meramente como um assistente do da direita, o Bill, que é o mega-vilão da vez. Mas relevemos.
É o seguinte: o Bill é um bicho que teve um sonho no qual ele estava lutando com um Deus Super Sayajin; E aí ele chegou a conclusão de que precisava lutar com um. Como, não fazemos a menor idéia, já que nem Goku, nem Vegeta, nem ninguém sabe realmente o que é um Deus Super Sayajin. O único jeito que tiveram para descobrir isso foi perguntando para o Shenlong, - saudades, Shenlong! - que conta que o Deus Super Sayajin é uma espécie de mega-fusão entre 128712 seis Sayajins.
Coisa que, tecnicamente, não temos. Até a Pan revelar que estava grávida da Videl. (pra quem não entendeu: timing, porra.)


E aí tudo dá certo, como deve ser em DBZ, e as coisas ficam felizes. Fim!!

 

Então, é o seguinte. Eu obviamente contei aqui a história de uma maneira apressada e zoada, mas a história não é muito diferente nem mais complexa do que isso; À excessão de algumas reviravoltas, foi mais ou menos isso.
Falar de termos técnicos. Como eu disse, essa história é basicamente um pretexto pra comédia e o carisma típicos dos personagens de DBZ, o que é positivo. A animação é, de fato, tosca - quer dizer, estúdio Toei fazendo shounen velho? Muito boa porém a música do FLOW no final, que como nós sabemos, só vem no Brasil porque já tocou Cha La Head Cha La.

Em resumo - Eu curti, bastante; E é isso que importa, certo?

Fiquem com Cha La Head Cha La nos seus kokoros.

Cha La Head Cha La. Pra dar aquele tom legal pro post.

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